Bugatti Veyron por US$ 18 mil? Só se for, literalmente, uma miniatura

Miniatura são tão caras quanto o Bugatti Veyron em tamanho normal devido ao alto grau de detalhes trabalhado pela Amalgam Collection

Miniatura do Bugatti Veyron produzido pela Amalgam Collection
Miniatura do Bugatti Veyron produzido pela Amalgam Collection (Foto: Amalgam Collection | Divulgação)
Por Bernardo Castro
28 de março de 2022 16:05

A Amalgam Collection é conhecida pelo trabalho em miniaturas de automóveis históricos e icônicos com um alto grau de detalhamento. O mais novo projeto da marca de carrinhos de coleção é o Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport, versão targa do emblemático superesportivo francês.

Assim como a versão de tamanho real, a miniatura do Bugatti Veyron produzido pela Amalgam tem um número limitado de unidades, que se resume a 99 exemplares.

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A réplica em questão é produzida de forma totalmente artesanal e contou com a cooperação e assistência da Bugatti para garantir que os detalhes, acabamentos originais e materias estivessem de acordo com a versão original. Para criar a versão de brinquedo em escala 1:8, também foi realizada uma digitalização de alta precisão de um Bugatti Veyron real.

E a parceria parece ter valido a pena, visto a quantidade de detalhes que podem ser encontrados no “mini” Veyron. As equipes de engenharia e design da Bugatti ainda inspecionaram o produto final para garantir total precisão de representação.

A Amalgam oferece o modelo em três cores diferentes: branco com o interior na cor café, preto com interior laranja, azul e interior na cor conhaque. Se os detalhes são muito parecidos com o da versão original, não espere algo muito diferente no preço, pois cada um pode ser adquirido pela bagatela de US$ 14 mil (R$ 66 mil na cotação atual). No entanto, a versão branca está com o estoque esgotado.

O Bugatti Veyron em questão foi equipado com o mesmo motor W16 de 1001 cv de potência e conseguiu ganhar a mesma velocidade máxima de 407 km/h que o cupê. Porém, na versão Targa – que tem a capota retraída – o limitador funciona a 369 km/h.

O custo de manutenção desse hipercarro também não é nada barato: uma “simples” troca de óleo pode custar mais caro que um carro popular 0km no Brasil.

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