Volkswagen irá fazer Virtus e nova caminhonete no Paraná

O sedã terá a produção feita em São José dos Pinhais (PR) e São Bernardo do Campo (SP) a partir de 2025, como parte dos novos investimentos

volkswagen virtus exclusive 2023 preto frente
O sedã será feito junto do T-Cross e do Audi Q3 (Foto: Volkswagen | Divulgação)
Por Eduardo Rodrigues
Publicado em 18/06/2024 às 08h02

A Volkswagen anunciou que irá investir R$ 3 bilhões na fábrica de São José dos Pinhais (PR). A planta receberá atualizações para produzir a nova picape intermediária futuramente e já começará a fazer o Virtus no início de 2025.

Esse investimento está dentro dos R$ 16 bilhões anunciados no início de 2024, que fazem parte do ciclo que vai até 2028. A Volkswagen prometeu produzir carros híbridos flex e modelos 100% elétricos com esse investimento.

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A unidade de São José dos Pinhais já produz o T-Cross e a linha Audi Q3. Existiam boatos de que ela iria receber a produção do Nivus, mas a marca não comenta sobre o assunto.

O Virtus seguirá em produção na fábrica de Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP). Essa situação é similar a do Polo, cuja produção é dividida entre Taubaté (SP) e Anchieta.

A Volkswagen irá se valer do porto de Paranaguá para facilitar a exportação do Virtus. Atualmente, o sedã fabricado no Brasil é enviado para Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Curaçao, Equador, Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, St Maarten e Uruguai.

Nova caminhonete será feita ao lado do Virtus

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A picape nova será menor que a Tarok (Foto: Volkswagen | Divulgação)

Junto do anúncio do Virtus paranaense veio a confirmação de que a caminhonete inédita que a Volkswagen está preparando será feito em São José dos Pinhais. O modelo irá crescer e ganhar cabine dupla, como ocorreu com a nova Chevrolet Montana.

Essa caminhonete nova não será a Tarok, que já foi apresentada em 2018 como conceito e viria com porte de Fiat Toro e motor turbodiesel. O modelo novo ficará um degrau abaixo, usando a arquitetura do T-Cross.

É possível que ela já estreie com o conjunto híbrido flex nacionalizado, que usará o 1.5 TSI Evo junto de um câmbio de dupla embreagem com motor elétrico acoplado. O modelo ainda roda com a mecânica em mulas, sem ter carroceria definitiva.

A Volkswagen irá enfrentar novos concorrentes: Hyundai e Renault já confirmaram suas caminhonetes intermediárias. Já a Fiat prepara novidades para a Toro que podem incluir sistemas híbridos.

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