Roda do carro: por que não instalam um dínamo nos carros elétricos?

Leitor pergunta se a instalação de pequenos geradores de energia em cada roda poderia aumentar a autonomia dos veículos elétricos

caoa cherry arrizo 5 eletrico 2
Por Boris Feldman
15 de outubro de 2019 07:45

Um leitor do AutoPapo tomou conhecimento desses carros elétricos que estão chegando. E parece ele que teve um estalo e me faz a seguinte pergunta: “se instalar em um veículo desses um dínamo, um pequeno gerador em cada roda, não seria gerada uma energia elétrica capaz de aumentar a autonomia deste carro?”

E a resposta não só é negativa, como pelo contrário, a autonomia seria reduzida. Pois nosso ouvinte se esquece que, para movimentar esses dínamos, é necessária uma energia, que vem das baterias do carro. E o que esses dínamos recarregariam de volta é menor que a energia que eles roubam, pois eles têm perdas mecânicas no seu funcionamento.

E, então, se esse esquema funcionasse, bastaria colocar dezenas de dínamos nas rodas que o próprio carro iria gerando a energia elétrica necessária para movimentá-lo. E, assim, estaria criado sabe o quê? Um moto-perpétuo.

caoa cherry arrizo 5 eletrico 2

Foto Caoa Chery | Divulgação

Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
33 Comentários
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Luiz 24 de outubro de 2021

Mas o Dínamo não precisa da bateria ele gera 12V na fricção da roda

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Luciano de Medeiros de Mello 8 de outubro de 2021

Olá, achei muito bom todos os comentários, diferente do que lemos em outros artigos aqui a galera debate ciência e aplicação no mundo real. É realmente um alívio pra mente. Sobre o tema eu estou no time que também vê a viabilidade de um sistema auxiliar e adicional acoplado ao eixo do carro para aproveitar a energia mecânica e gerar mais eletricidade. Mas os pontos colocados como contraponto como o citado aumento do peso e do arrasto causar mais perda de energia do que a gerada neste sistema auxiliar. Eu gostaria de saber mais sobre a matemática e física relacionada ao tema. E acho que este bloco de cometários não é o melhor local para tão estimulante debate. Sugiro então a criação de um forum, grupo ou comunidade onde possamos debater com mais conforto que um formulário de comentários. Pode ser um grupo de telegram, redis ou algo parecido. Se for de comum acordo para todos continuar este debate podemos nos organizar assim. O que acham?

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JOÃO PEDRO 2 de outubro de 2021

E se fosse utilizado esses dínamos para carregar uma bateria reserva para um carro a gasolina considerando que depois de um tempo a bateria do carro começa a reduzir seu efetivo e eventualmente parando de funcionar, assim teria como recarregar a principal ou até mesmo trocar a bateria.

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Urbanildo 5 de setembro de 2021

Kkkkkkkkkk…. é realmente hilário…. assim as concessionárias de energia elétrica não teriam uma fatia do bolo….a exemplo do que aconteceu com Nicolas Tesla.

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Freud Xavier 22 de julho de 2021

O texto menciona somente dínamo com eletroímãs e esquece que pode montar um dínamo ou alternador com ímãs permanentes. Não concordo em instalar dínamo e sim alternador com retificador de corrente CA para CC, igual no gerador síncrono que o rotor é constituído por um imã permanente em vez de um eletroímã para gerar corrente contínua de grande intensidade para o gerador. Um projeto simples: colocar ímãs de neodímio devidamente dispostos (N e S) no eixo de transmissão (seria o rotor) e fixa o estator com retificador na estrutura. Toda energia mecânica do carro seria convertida em elétrica.

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joel antonio soares 25 de setembro de 2021

concordo com Freud xavier

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Guilherme Barbosa 19 de julho de 2021

Todo mundo tem direito de discordar do que foi falado nesse artigo.
Entretanto é a pura verdade, energia não se cria pessoal. Uns falaram sobre as bicicletas que usam dínamo, mas tem alguém pedalando para transformar essa energia.
Existe uma coisa na física que chama balanceamento energético, quando se converte uma energia sempre existe perdas, seja sonora, pelo calor, SEMPRE existe perdas.
Muita atenção, tenham sempre humildade para escutar as pessoas que tem mais conhecimento que nós, o autor dedicou um tempo para trazer fatos verdadeiros sobre a utilização de dínamo ou alternador.

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Douglas Jorge Da Silva Carvalho 10 de julho de 2021

Bom dia. Hoje é meu aniversário e gostaria falar algo que está me incomodando. Pois por que não colocam um alternador de 12v ou 24v ou fazem até 36v ou de 40v pra poder gerar energia do que recarregar e correr o risco de uma sobrecarga alta de explodir o carro?
Colocar até 80 km ou 100 a 120km de velocidade e tá bom . Oque eu acho que o mercado esperava era um carro eletrico sem precisar de parar pra recarregar um carro que carregar naturalmente nem que seja pra colocar só água. Bom dia é obrigado pela oportunidade de dizer oque queria dizer.

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Roberto Alves da Costa 15 de junho de 2021

O que o leitor acima sugeriu “colocar dínamos para alimentar o motor elétrico do carro” também já me ocorreu essa ideia. Acredito que o que ele quis dizer é colocar dínamos para alimentar o motor elétrico do carro da mesma forma que se coloca um dínamo na bicicleta para alimentar uma lâmpada. A energia do dínamo na bicicleta é proveniente do movimento da roda (energia mecânica). Assim também os dínamos acoplados ao eixo das rodas do carro gerará energia e não vai consumir energia da bateria.

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Gabriel 22 de maio de 2021

Nada se cria tudo se transforma, partindo dessa LEI, nao tem como acoplar um dínamo e aumentar a eficiência a partir de uma energia inicial(combustível,ou baterias), logo, é chover no molhado colocar um dínamo, alem de que é uma tecnologia ultrapassada, colocar isso no carro so aumentaria mais ainda perdas com dissipações , quem acha que é possível, a partir de um nível de energia produzir mais energia sem aplicar energia externa no sistema, sinto muito, mas nao da!

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Israel Tagliari 7 de maio de 2021

Se ligar um alternador com uma correia ligada numa polia ligada no eixo cardam que vai movimentar as rodas , não vai consumir energia nem do motor elétrico e nem das baterias é só fazer a transformação de energia mecânica para energia elétrica utilizando a tecnologia de transformação. com um alternador de 300 amperes vai recarregar a bateria que vai alimentar o motor elétrico.
TRANSFORMA VEÍCULOS COM MOTOR A COMBUSTÍVEL EM ELÉTRICOS, QUALQUER TIPO , MODELO OU ANO.

O motor elétrico pode ser ligado diretamente na caixa de transmissão tirando todo o conjunto onde vai o disco da embreagem e só se utiliza o adaptador que faz entre o disco e o sistema da caixa.

Outra maneira de transformar veículos a combustível em elétricos é utilizando o próprio motor, somente a parte de baixo do motor onde esta o girabrequim que faz movimentar as rodas o restante de dispensa, e na polia do girabrequim se liga na polia do motor elétrico com uma correia, que pode ser fixado diretamente em um placa a ser fixada para fixar o motor elétrico, fechando o motor. e só fazer as transformação para completar os componentes necessários para a transformação em elétrico. controlador de velocidade, baterias, entre outros.

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Explicando a ideia 20 de julho de 2021

Sem ser ignorante mas o proprio motor do carro ja faz isso ao parar de acelerar ele usa energia cinetica do veiculo e recarregar as baterias
Se vc por 1 alternador no eixo do carro pra carregar as bateria carrega elas sim mas vc acaba gerando arrasto e peso pro motor movimentar o carro
Vc adiciona mais peso pra movimentar gasta 3x mais energia pra andar com o carro
Quando vc deixar ele na famosa banguela ele vai repor nem a metade doq o carro consumiu na inercia pra faser carro andar
Oq seria mais viavel um painel solar sobre teto mas quando tiver chovendo nao carregaria
Exempo gerador 500wats pra vc movimentar ele pra gerar os 500wats motor gasta 1300wats de consumo pra movimentar esse gerador
Entao o consumo sera maior que a produça
O gerador carregando gera um peso de frenagem ao veiculo vc vai ter que acelerar mais pra ele gerar energia
Ou seja vai criar mais peso pro carro andar

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Henrique Medeiros 6 de maio de 2021

Jesus! Até uma criança sabe que um dínamo é movido por energia mecânica que depois é transformada em energia elétrica. Pode haver até algum tipo de perda, mas isso não tira a possibilidade de um algum aproveitamento da mesma para aumento da autonomia do veículo.

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Maurício Silverio 22 de abril de 2021

Não concordo com a resposta de que a alimentação do dínamo acoplado nas rodas do carro, iria consumir mais energia da que seria necessária para alimentar o próprio dinamo, considerando que o giro de rotação das rodas do veículo em movimento é independente da existência ou não do dinamo, ou seja, o dinamo não conseguiria “nunca” girar as rodas do veículo e sim o contrário, dessa forma, o dinamo não nessecita de alimentação das baterias para girar e produzir energia, como exemplo, observamos o dinamo que é acoplado nas rodas de uma bicicleta, notamos que o princípio é o mesmo, a energia nessa condição é produzida para fazer alimentar os faróis que vem do pedalar do condutor que ao rodar vai alimentar o dinâmico e gerar energia, portanto, quanto maior for a velocidade, maior é o retorno da energia produzida, podemos notar que a luz dos faróis da bicicleta vão ficar mais fortes, eu, particularmente, já tive uma bicicleta com um dínamo aclopado na roda traseira, sei o que estou falando, no caso do carro é a mesma coisa, a bateria vai fazer girar o motor elétrico e esse as rodas do carro cujo rotor do dinamo vai estar acoplado, nas rodas, ou em uma só roda, o mesmo princípio, desnecessário então, a alimentação através da bateria, onde o acionamento do dínamo estaria condicionado apenas e tão somente na movimentação do veículo, distância percorrida, incluindo nessa viajem, velocidade e o tempo da produção de energia, em outra forma de razão, o carro elétrico consume energia no giro das rodas, o dinamo, nesse caso, vai produzir somente energia de retorno para alimentar as baterias no tempo em que o carro vai estar em movimento, assim, independente das baterias, não vai consumir energia.

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Ivan 30 de junho de 2021

A indústria ainda quer que o carro elétrico consuma energia da tomada e também combustível com os híbridos por isso que eles não querem gerar energia das rodas que qualquer analfabeto já sabe

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Elenauro DEça Almeida Filho 16 de março de 2021

Vi esses dias na Net, a foto de um Chevrolet Bolt com uma polia adaptada na roda traseira, e uma correia ligando a polia a um gerador elétrico colocado por baixo do para-choque traseiro. Não sei o quanto é funcional, mas me pareceu uma idéia viável…

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Lúcio da Verônica 12 de abril de 2021

Não é não, sendo que a transformação de energia ela engole perda significativas no processo então transformando a energia elétrica para mecânica precisaria de um dínamo e um pequeno gerador que consumiria parte da energia elétrica da bateria do carro isto é: a energia que mecânica que seria obtida não compensaria a energia elétrica gasta e assim a energia sobre cairia

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JOSE CARDOSO 22 de setembro de 2020

A força da água gira a toda dagua que por sua vez gira o dínamo que produz energia. É o mesmo sistema com as rodas do veículo. Qdo as rodas giram e o motor gira são forças que se perdem de ser transformadas em energia elétrica.
Esse seria um carregador adaptável as rodas ou o motor para prolongar a carga das baterias para se viajar longas distâncias através do deserto o mesmo de dromes de grande para grandes distâncias teleguiados eletronicamente.

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Romário 7 de junho de 2020

Na verdade é possível estou aperfeiçoando para 80 km litro em híbrido mantive a frente do veículo original e a traseira instalei os motores de cubo elétrico com uma correia a mais consegui adaptar um dínamo que direciono para o carregamento das baterias que ficam no porta mala sempre que carregam o motor a combustível é desligado p o uso do elétrico pode ser adcionado placas solares no teto p acelerar o carregamento mas deve ser feito quando não estiver em uso ou seja quando o motor a combustível estiver funcionando.
Jamais criarão algo que faça deixar de lucrar é um tiro nos pés e quando aparecer carros com autônomia infinita algo como taxas serão criadas.

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Jorge Fernando Rodrigues da cruz 26 de novembro de 2020

Romário gostaria de conversar com vc sobre este tipo de solução.

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Samuca 14 de março de 2021

Eu tbm. Se conseguir contato com o Romário., me avise p favor.

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João 24 de fevereiro de 2021

Ola, tudo bem. Estou desenvolvendo um projeto academico em cima desse assunto. Poderia me contar mais sobre o que fez?

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Esplicando a ideia 20 de julho de 2021

Pq nao usou motores de roda brusheless
E controlador de carga quando soltar acelerador ele vira um alternador

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So 80km 20 de julho de 2021

Com todo gasto vc so conceguiu 80km ???
Tem algo erredo ai no seu.projeto
Pois se trata de um carro hibrido
Pode passar facilmente dos 100km

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Martin Bucek 1 de abril de 2020

Desculpe-me mas achei fraca a resposta. Pior ainda o comentário do Rogerio Manea. O Alexandre Galebe e o Marcelo Rodrigues tiveram uma boa ideia do melhor aproveitamento que se faz do carro elétrico. Bem como o leitor que fez essa pergunta e que só não foram bem instruídos ainda quanto à física da eletricidade, mas estão no caminho certo do pensamento.
Vou tentar ser sucinto:
Os carro elétricos funcionam a partir de motores elétricos de indução ligados às rodas de tração. Alguns possuem um único motor ou conjunto de motores ligados ao eixo que transmite movimento às rodas de tração. Os mais modernos possuem motores nos tambores das rodas, alguns apenas em duas e outros nas quatro rodas. Quando acionados esses motores elétricos transformam energia da bateria em energia mecânica e transmitem torque para tracionar a roda a que estão ligados. Fazem isso praticamente sem atrito com o objetivo de não haver desperdício de energia. A idéia de colocar pequenos dínamos/geradores nas rodas é excelente pois aproveitaria o movimento para recarregar ainda que parcialmente as baterias. Mas existe um porém: o Gerador não gira livremente. Para gerar energia ele deve passar uma bobina por um campo elétrico variável e isso induziria o surgimento de uma corrente cujo efeito eletromagnético (regra da mão direita lá na física do ensino médio) tenderia a contrariar a alteração do campo magnético no qual a bobina esta mergulhada. Ou seja: quanto mais corrente o gerador produzisse, maior seria a resistência que ele apresentaria para ser girado no seu eixo. Então parte da energia da bateria “gasta” na potência dos motores seria desperdiçada vencendo a resistência do dínamo/gerador. Além disso, o Boris disse bem, haveria perda de parte dessa energia para girar mais partes móveis e vencer os atritos entre as peças causando uma dissipação de parte dessa energia e diminuíndo a autonomia. Por isso é mais inteligente usar diretamente a energia da bateria para acionar os equipamentos (som , alarmes, painel, luzes…) evitando as perdas mecânicas nesse trajeto. Se não houvesse perda criaríamos o inalcançável “perpétuo-móbile” (ou moto-perpétuo com alguns preferem).
Mas quando o carro está tentando diminuir sua velocidade, ou seja freando, o motor não está utilizando energia da bateria e por isso estaria desligado e sem uso. Contudo, há aí uma grande quantidade de energia cinética para ser retirada do veículo e os motores ainda são bobinas que podem caminhar dentro de campos magnéticos. Nesse momento os motores se tornam então geradores e utilizam a o movimento do carro para recarregar parcialmente as baterias enquanto oferecem resistência à rolagem das rodas servindo de freio em vez de usar pastilhas atritadas que dissipariam toda essa energia sem reutilizá-la. A essa resistência criada chamamos freio eletro-dinâmico mas nos automóveis chamam de freio regenerativo, utilizado como a forma principal de frenagem em todos os carros elétricos modernos.
Em alguns mais novos existem ainda alguns dínamos/geradores que aproveitam o movimento oscilatório da suspensão dos veículos e geram pequena quantidade de energia para regenerar uma parte da carga da bateria. Mas isso já é outro papo…

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Rogerio Manea 14 de fevereiro de 2020

Não concordo em absolutamente nada que esse artigo mensiona. Pois o dinamo nao precisa de energia da bateria… O dinamo funciona com energia é mecanica do giro das rodas ou dos eixos que movimenta o sistema do dinamo que gera a energia. Além disso a energia gerada não precisa alimentar as baterias principais do motor elétrica do carro. Essa energia pode alimentar a enrgia de luzes e faróis de led do veículo, alem de outros equipamentos elétricos do carro (som, dvd, alarmes entre outros). …. o que foi dito foi uma distorção da percunta do ouvinte. SORTE A TODOS

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Adilson Guilhermel 4 de abril de 2021

Concordo com você. As bicicletas com um pequeno dínamo geram cerca de 9 volts, que dá para acender os faróis e lanternas quando em movimento. Isso não poderia se aplicar no carro elétrico para carregar as baterias?

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Entendendo um pouco 20 de julho de 2021

Diferença e vc gerar 9volts pra carregar 220volts
Pença ai e responde.

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JOÃO PEDRO 2 de outubro de 2021

concordo com você ainda mais considerando que o nível de rotação das rodas de um carro é superior a das rodas de uma bicicleta podendo gerar energia em maiores quantidades, além disso não necessariamente serviria só para carros elétricos, e não é obrigatorio colocar direto na bateria mas sim colocar numa bateria reserva, isso considerando que eventualmente a bateria principal vai acabar, e como é algo que demora um pouco a bateria reserva já estaria carregada até lá e poderia ser realizado o reabastecimento da bateria.

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Marcelo Rodrigues 15 de outubro de 2019

E pq esses dínamos não podem, via eletrônica de potência, ser utilizados só na frenagem do veiculo? Gerando energia e freiando o carro?

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Explicando a ideia 20 de julho de 2021

Sim e quem faz e o proprio motor so pesquisar um pouco sobre a frenagem sinetica povo q ta discutindo por coisa q ja tem no carro e falando asneiras como em todos os posts kkkkkkkkk

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Alexandre Galebe 15 de outubro de 2019

Gostaria de saber se esses carros elétricos convertem a força utilizada no momento da freada em energia para recarregar as baterias deste automóvel? Já li que em vários modelos de carros elétricos a força exercida para se frear o automóvel é convertida em energia elétrica para recarregar aos poucos as baterias do Automóvel.

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A resposta e sim 20 de julho de 2021

Todos os carros eletricos usam a frenagem cinetica pra carregar ar baterias
No caso vc pegar uma descida de cerra de 1h ele vai regenerar 1h de carga das baterias
Se vc manerar pe e saber utilizar a funçao autonomia aumenta ate 100% exemplo da minha cidade ate a capital e subida 90km
Provavel gastar 1 carga de bateria pra ir
No retorno terei carga cheia das baterias se vir sem acelerar o carro

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