Prazos de troca de óleo mineral, sintético e semissintético

Com tantas dicas disseminadas por aí, o prazo para a troca do óleo é sempre alvo de controvérsias. Cuidado com os 'entendedores' de plantão

Por Boris Feldman11/01/19 às 20h03

Uma das regrinhas divulgadas por aí é que cada tipo de óleo lubrificante tem que ser substituído por uma determinada quilometragem. Será que isso é verdade?

[TRANSCRIÇÃO]

Quando se fala em prazos para a troca do óleo do motor dos automóveis, há sempre controvérsias. Porque existem prazos variáveis para a quilometragem ou para o tempo limite da substituição do óleo. Uma das regrinhas divulgadas por aí, é que no caso do óleo sintético, ele deve ser substituído a cada 10 mil quilômetros. Porém, se for o óleo mineral, ela cai para 5 mil. E o semissintético, entre uma e outra, 7.500 quilômetros.

Procedem esses prazos? É isso mesmo? Procedem coisa nenhuma, não é nada disso! As quilometragens e o tempo em meses para troca do óleo são estabelecidos pelo fabricante. Esses prazos podem variar de acordo com o óleo, de acordo com o motor e com as exigências de cada automóvel. Quem estabelece esses prazos baseado no tipo do óleo não sabe o que está falando!

Óleo lubrificante
Foto Shutterstock | Divulgação
Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
5 Comentários
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    Umberto 11 de abril de 2020

    Achei que faltou explicação na matéria, simplesmente falar que todos estão errados não faz ninguém certo. Acho que deviam se aprofundar mais no assunto.

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    Heraclio da Costa Lima 10 de abril de 2020

    Concordo plenamente trabalhei 23 anos em posto de gasolina e trocas de óleo, fis diversos cursos sobre o assunto. Claro que é o fabricante que de acordo com o pacote de aditivos e a qualidade destes aditivos determinam a quilometragem entre trocas.

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    Ivanildo 8 de março de 2020

    Isso…sempre achei estranho esses prazos alongados. Oleos ‘mais trabalhados’ atuam na melhora de limpeza, proteção e por conseguinte até em performance (economia/subidas de giro). A contaminação/degradação do lubrificante sempre existirá. Na dúvida siga o manual.

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    Jose raimundo oliveira 9 de julho de 2019

    Gostei da materia

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    Jose raimundo oliveira 9 de julho de 2019

    Excelente materia gostei

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