10 momentos em que as montadoras tentaram iludir você

Relembre casos em que as marcas lançaram projetos que não eram bem o que prometiam... Em alguns casos, deram prejuízo

Por Fernando Miragaya 07/07/21 às 08h13
Especial para o AutoPapo
volkswagen golf sportline branco de frente
Golf 4,5: mera reestilização (Foto: Volkswagen | Divulgação)

O mercado automotivo também tem das suas pegadinhas. São estratégias das montadoras para gastarem pouco. Pega-se um automóvel ou conjunto mecânico conhecido, cria-se uma embalagem bonita ou um nome pomposo e voilá: lançam carros que tentam iludir os consumidores com promessas de plataformas e tecnologias modernas.

E não foram poucos os momentos no Brasil em que isso ocorreu. Por aqui, algumas marcas até abusam dessa estratégia. Seja com carros com nome de uma categoria, mas base de um segmento abaixo, ou utilitários esportivos que nada mais são do que hatches mais altos e parrudos, ou ainda câmbio manjado com nome moderno e motor que não entrega a potência prometida.

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Relembre 10 momentos em que as montadoras tentaram iludir você.

Peugeot 207 (ou 206,5)

Peugeot 207
Peugeot 207: mera reestilização

Talvez um dos exemplos mais claros de tentativa de iludir o consumidor de carros – e de economia boba. A Peugeot fez o maior sucesso aqui com o 206 no início dos anos 2000. Com design moderno e bom acabamento, figurou durante anos entre os 10 mais vendidos do país. Mas na hora de fazer a mudança de geração da linha compacta para o 207, a marca escorregou.

Em 2008, a Peugeot resolveu pegar a carroceria do 207 que já rodava na Europa e jogar em cima da arquitetura do velho 206 produzido em Porto Real (RJ) desde 2001. Logo, foi vulgarmente chamado de 206,5, mas jamais chegou perto do sucesso do antecessor – nem os sucessores 208 com gerações novas, de fato, resgataram o prestígio. Detalhe é que esse 207 brasileiro foi vendido na Europa, mas sem enganações: lá, chamava-se 206+.

Volkswagen Golf 4,5

volkswagen golf sportline branco de frente
Golf foi outro que recebeu apenas um discreto face-lift e foi anunciado como grande novidade

Mais ou menos a mesma história do compacto da Peugeot. Em 1999, a Volkswagen do Brasil começou a produzir aqui a então quarta geração do seu carro de maior sucesso no mundo. O Golf IV, ou “Sapão”, logo caiu nas graças de um público mais jovem e se destacava pela plataforma moderna e pelo comportamento dinâmico que honrava as origens alemãs.

Porém, as mudanças de gerações que aconteciam na Europa não foram seguidas pela filial brasileira da Volks. Em 2007, às vésperas da sexta geração do hatch médio ser apresentada globalmente, a marca resolveu fazer uma remodelação no Golf IV brasileiro, que passou a ser taxado de “4,5” e de “Golfssauro”.

Mas foi um dos carros que tentaram iludir o consumidor e que muita gente comprou. Com 21 mil unidades emplacadas no fim da década de 2010, disputava pau a pau o segmento de hatches médios com cascas grossas, como Chevrolet Vectra GT (nome ilusório, por sinal), Ford Focus e Hyundai i30. Foi produzido até 2014, quando finalmente a linha voltou a ficar alinhada globalmente e o Golf VII foi lançado aqui.

Chevrolet Vectra “3ª geração”

chevrolet vectra elite 2008 prata dianteira
Astra europeu foi “promovido” e virou Vectra ao cruzar o Atlântico

Houve um tempo em que nossa indústria produzia até sedãs médio-grandes, como os primeiros Vectra. Projeto da Opel, era o topo da cadeia alimentar da General Motors – quando falamos de produção no Brasil – entre os anos 1990 e início dos 2000. Mas isso durou até 2005. Naquele ano, a montadora resolveu lançar um novo Vectra com base do…. Astra.

Logo o sedã – que usava plataforma de médio, mas tinha preço de médio-grande – foi apelidado de Astrão. Era 20 cm maior, contudo não tinha o mesmo comportamento dinâmico dos seus antecessores. Na dianteira, aproveitava o desenho da terceira geração do Astra europeu (uma à frente do hatch daqui) e a traseira usava componentes da estrutura da minivan Zafira.

Hyundai Veloster

hyundai veloster prata 2012 de frente em movimento
Motorzinho rendeu muitos apelidos ruins ao Veloster

Quando escrevemos sobre ilusão no mercado brasileiro não tem como não lembrar do Veloster. O hatch-cupê de três portas chegou com toda pompa de marketing em 2011, embalado pelo design esportivo e pelo motor de 140 cv… Mas assim como João Kléber, temos de mandar um “para, para, para!!!”.

O carro vendido pelo Grupo Caoa nunca teve essa potência por aqui. Na verdade, eram 128 cv extraídos do propulsor 1.6 aspirado que equipava o i30. A mentirinha custou caro para a empresa importadora, que foi alvo de diversas ações na Justiça movidas por consumidores que se sentiram lesados.

Câmbio GSR

cambio gsr fiat cronos argo
Mudança de nome tentou ‘virar a página’ do fracassado Dualogic

Sem um câmbio automático para trabalhar com seus novos motores Firefly, a Fiat resolveu fazer firula com sua contestada caixa automatizada ao lançar o Cronos, em 2018. O sedã foi lançado com opção da transmissão GSR, sigla para “Gear Smart Ride”. Porém, nada mais era do que a mesma caixa robotizada Dualogic, só que “gourmetizada”.

O câmbio continuava com embreagem simples, e minimizou bem pouco os trancos e imprecisões insuportáveis da era Dualogic. Além do nome garboso e marqueteiro, a Fiat ainda colocou botões no console para acionamento da transmissão no lugar da alavanca. As versões GSR se estenderam a Argo e Uno, mas venderam pouco e felizmente foram descontinuadas.

Ford Del Rey

Ford Del Rey 2 portas
Modelo era chamado de ‘corsário’ (Corcel de otário)

Ressaca da crise do petróleo, inflação galopante e recessão. Com o Milagre Econômico propagado pela Ditadura Militar ruindo, automóveis de luxo e caros perdiam espaço no nascer dos anos 1980. Neste cenário, a Ford resolveu tirar de cena o Galaxie e o Maverick para, em 1982, lançar o Del Rey. Mas, apesar do acabamento interno caprichado, o sedã topo de linha da marca no Brasil nada mais era do que um Corcel II.

O Del Rey usava a mesma plataforma originária dos anos 1960. Para-lamas, portas e colunas centrais eram praticamente comuns entre os dois modelos. Devia em espaço interno, carecia de motor potente (usava o mesmo 1.6 do Corcel II) e de plataforma moderna.

Até fez sucesso no início de vida, mas a chegada do Chevrolet Monza e do Volkswagen Santana expuseram a defasagem do sedã. Acabou sendo maldosamente chamado de “Corsário”, ou seja, o “Corcel de otário”. Que rude…

Renault Stepway

stepway cvt 2020 023
Stepway: outro modelo? Não! Um Sandero altinho

Em 2017, a Renault decidiu que o Stepway era outro carro. A marca francesa deu uma espécie de vida própria à configuração aventureira do hatch, sob os argumentos de que o modelo tem ângulos de entrada e vão livre do solo que o aproximam mais de um SUV do que de um veículo de passeio – a Fiat fez algo parecido com a Palio Adventure em relação à Weekend. A vantagem é que a linha ganhou mais opções de versões, inclusive algumas mais baratas.

Mas é mais uma tentativa de iludir o mercado. O Stepway é o mesmo Sandero com o sobrenome aventureiro que a Renault usa globalmente e com seus apliques pseudo-off-road conhecidos, como estribos, molduras nas caixas de roda, pneus de uso misto e suspensão elevada.

Honda WR-V

honda wr v 2021 reestilizado movimento
WR-V é o Fit com anabolizantes

O ano era 2017, a Honda tinha acabado de lançar o HR-V mas precisava surfar na onda das boas vendas do SUV para ter uma opção de “jipinho” urbano mais barato. A solução veio em transformar o Fit. A marca japonesa pegou o monovolume queridinho pelo espaço interno bem aproveitado e mecânica elogiada para criar um crossover.

Pois é, o WR-V nada mais é que um Fit bombadão. Os dois usam a mesma plataforma e conjunto mecânico (motor 1.5 e câmbio CVT) e compartilham peças como painel, portas, vidros e capô. A Honda, contudo, prefere ressaltar que o crossover compacto herdou o eixo traseiro e caixa de direção do HR-V… mas é apenas cortina de fumaça.

Ford EcoSport

ford ecosport suvs brasil
Ford foi pioneira na receita de pegar um compacto e transformar em SUV

A Honda não foi pioneira em iludir a clientela com um SUV que nada mais era que um hatch alto. Lá no ano de 2003, a Ford se salvou no Brasil com estratégia semelhante. Parte do Projeto Amazon, a marca norte-americana, em uma jogada de mestre, transformou o então Fiesta lançado um ano antes em um SUV genuinamente urbano.

O segmento de utilitários compactos sem pretensões off-road só seria seguido por outras marcas uma década depois, mas o fato é que o EcoSport nada mais era do que o Fiesta com jeito de jipinho. O acabamento interno era exatamente o mesmo, assim como as opções iniciais de motores 1.0, 1.0 Supercharger e 1.6 – só o 2.0 era diferente.

A ilusão de ser um aventureiro na cidade deu mais do que certo. A primeira geração do Eco vendeu muito, mas muito mesmo, tirou a Ford brasileira do vermelho e abriu caminho para outros fabricantes fazerem o mesmo a partir da segunda metade dos anos 2010.

VW Fox

carros volkswagen fox 2 portas 2003 prata frente
Insistência da VW em negar o problema dos bancos do Fox custou caro

Aqui, a insistência foi em não reparar um problema e preferir por a culpa no consumidor. Em 2004, um ano após o lançamento do Fox, começaram a aparecer casos de donos do hatch altinho que tiveram os dedos parcialmente decepados ao tentar rebater o banco traseiro do veículo.

Isso porque uma alça no porta-malas devia ser puxada para que a trava do banco corrediço fosse liberada, só que essa peça ficava presa a uma argola. Pelo menos 37 pessoas tiveram os dedos presos e parcialmente decepados ao tentar realizar a operação. A Volks disse que não era preciso recall e que os acidentes ocorreram pelo uso incorreto do sistema.

A teimosia da Volks, que teve até presidente da filial brasileira culpando o cliente na TV, custou caro. A marca teve de pagar R$ 3 milhões para um fundo de defesa de direitos do consumidor do Ministério da Justiça e de fazer o recall de mais de 800 mil unidades de Fox, CrossFox e SpaceFox.

Bônus: Chevrolet Vectra GT

chevrolet vectra gtx
Vectra GT seguiu o exemplo do irmão sedã

Lembra que eu falei que o Vectra de terceira geração era um Astrão com base no velho hatch, mas desenho frontal do Astra que rodava na Europa? Pois em 2007, a General Motors lançou por aqui o Vectra GT, que não passava nem perto do nome ou sobrenome.

O modelo era o Astra hatch europeu de terceira geração. Usava os mesmos motores do Vectra e do Astra 2 que eram fabricados aqui, o 2.0 de 140/133 cv. Em meados de 2010 chegou a ser o hatch médio mais vendido do país, porém, em junho de 2011, o Vectra GT (que não Vectra) deixou de ser produzido.

Fotos: Divulgação

40 Comentários
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Ricardo 13 de julho de 2021

Tem um que se enquadra na lista e qs ninguém nem sabe da vergonhosa existência dele, o Vectra “elite” procurem sobre esse verdadeiro “inferno em vida”. Eu fui vítima dessa desgraça. Pesquisem sobre o motor. Abraços

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Michaela Bergotti 8 de julho de 2021

Quanta bobagem a respeito do Golf. Este site vai de mal a pior.

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Diógenes 9 de julho de 2021

Qual o nome do seu comentário: FANBOY. O site não vai de mal a pior, mas o Golf sim.

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Defendendo as carroças brasileiras? Credo. 23 de julho de 2021

Credo, é raro ver pessoas defendendo essas montadoras que fazem gato e sapato dos consumidores brasileiros.

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Diego 8 de julho de 2021

#Teles, tem um carro da Toyota que colocaria fácil nessa lista: o Etios Cross. Um carro que, absolutamente, não deveria existir. Ele não tem função nenhuma, à não ser o ensaio sobre até onde o mal gosto pode chegar. Mas, tem mais: os modelos híbridos. Um carro com potência combinada de 123cv, que gasta praticamente o mesmo que um carro à combustão 1.3 à 1.5 turbo que apresentam potência muito superior. Considera-se, ainda, o valor em R$ 160.000,00, com acabamento bem simples e equipamentos bem escassos. Os híbridos 2.5 da Ford, que são antigos, consomem tanto, ou até menos (com 192cv) que esse 1.8 híbrido da Toyota. Ah, sim, tem o Corolla Cross que é um SUV rebaixado de fábrica. Aliás, porque se usa a nomenclatura SUV nele se não apresenta nenhum predicado pra isso? Certamente nada esportivo, e nada utilitário. Está vendo? Essas “trapaças” não são exclusivas da Toyota, mas caberiam vários modelos da marca aí.

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Teles 8 de julho de 2021

Vc fumou o que amigo ??? A matéria fala de trapaças das montadoras e erros de projeto…se vc não sabe o Etios cross não tem problema algum, embora tenha o design seja meio esquisitinho mesmo… e o Corolla Cross é um baita carro com mais de 16 cm de altura (um dos pseudo requisitos para ser SUV). Compass tem apenas 4 cm (vc sabe o que são 4 cm, provavelmente não…) de altura a mais que o Corolla Cross, entretanto o porta malas do C.Cross é bem maior que o do Compass, por exemplo…Acorda rapaz e vai se instruir…se quiser conhecer mais o Corolla Cross, leia o comentário do #JONAS CARRARO abaixo….

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Diego 8 de julho de 2021

Desculpa, mas a matéria não fala de erros de projeto (com exceção ao Fox). Fala de carros que prometem ser uma coisa e não são, ou que são “maquiados”. Não estou falando do espaço interno do Corolla Cross, e nem comparando ele com nenhum outro carro de qualquer outra marca. Falei simplesmente que ele não é nem esportivo e nem utilitário, e é um SUV rebaixado (em altura, não em status). Sei bem o que são 4cm, ainda mais na altura em relação à um automóvel. Vai andar num carro desses numa estrada de cascalho pra você ver e vai sentir falta desses 4cm. O Cross tem apenas 1,5cm a mais que o sedan – muito, muito pouco. Nesse ponto, nem ao que o nome remete, Crossover, é difícil de enquadrar. Por altura, uma referência aceitável dentro da Toyota é o RAV4. Mas por falar em RAV4… chegamos à outra enganação da Toyota: o ESP. Equipar um carro com um equipamento que, simplesmente, não funciona, é enganação, e das grossas (vai bem além de erro de projeto). E isso já vem acontecendo já faz 12 anos, salvo engano, nesta marca (desde Hilux). Bom, visto isso, provavelmente é a Toyota que não sabe ao certo o que significa esses 4cm de altura. Não estou dizendo que a Toyota é a pior montadora do mundo, pelo contrário, acho que tem suas qualidades. Só quero dizer que ela também tem seus pecados. PS: o design do Etios “normal” é esquisitinho, o Cross vai anos luz além disso.

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Leonardo 8 de julho de 2021

Concordo totalmente. Esse carro é um popular metido a besta.

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Juca 8 de julho de 2021

Na cabeça desse maluco só SW4 deve ser SUV (37 cm de altura do solo)….SUV se caracteriza por carros com mais de 16 cm de altura do solo e amplo bagageiro (acima de 400 L), de forma objetiva é isso…mas também tem outro ponto : teto e posição de dirigir mais elevado…

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Teles 8 de julho de 2021

Não chora não amigo, Toyota Corolla Cross é o SUV que você estava esperando….entendi vc quer dizer q não existe Suv no Brasil….

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Geremia 8 de julho de 2021

Bóris, vou parar de acompanhar o seu site e o seu canal do youtube.
De uns tempos para cá você adotou a velha estratégia de ganhar visitação inventando temas polêmicos e na maioria deles equivocados.
Isso não é jornalismo sério, é uma página de fofocas.
Primeiro começou criticando de tudo que aparecia, cometendo erros graves e vindo remendar depois em vídeos repetidos do mesmo tema, só piorando as coisas. Depois começou a inventar fatos, misturar conceitos tecnológicos e criar teorias de conspiração em tudo.
O AutoPapoFurado perdeu a credibilidade. E ainda para pioram colocou esse gringo do jeremy para falar as suas besteiras de forma arrogante e também polêmica. Você poderia ter pego ótimos comentaristas brasileiros bastante competentes, mas preferiu um gringo que mesmo em seu país está em queda feia de prestígio pelas bobagens que andou dizendo lá e pelo favorecimento de marcas com interesses pessoais. Lamentável !!!

Só para a sua informação, seu artigo de hoje contém vários erros. Para ficar em apenas um, o Del Rey não teve só motor 1.6, mas também foi lançado com motor 1.800 AP e câmbio da Volkswagen na época da Autolatina. Não era um Corcel, mas utilizou a plataforma deste modelo. A suspensão era recalibrada inclusive com reforços e novas molas, para conforto e maior resistência, o interior era mais confortável do que o Monza, e teve boas vendas na época. Compará-lo maldosamente ao Corcel foi um erro, pois o Corcel na época já era um veículo muito bom.

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Luís Pires Gomes 8 de julho de 2021

Amigo, vc não entendeu o texto. Não tenho nada que defender o articulista, porém venho da indústria de veículos brasileira e posso te dizer por questões de custos e mercado as informações são fundamentadas. No caso do Del Rey por exemplo, veja se no exterior existiu carro parecido? Foi a adaptação feita aqui financiada pelo estado. Vc pode gostar do carro, mas tente vende lo para um gringo qualquer e veja se consegue.

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elioricardo 9 de julho de 2021

Teve de fato sim o Del Rey 1.8 onde moro já vi até com quatro portas difícil hoje o veículo estava bem conservado e o 1.6 para época não era assim ruim

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brandao Corredor 9 de julho de 2021

Concordo com você, Geremia!

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Joao sena de oliveira 8 de julho de 2021

Queria saber se ainda vão fabricar pneu aro 13 ?

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Diego 8 de julho de 2021

Vão, fica tranquilo.

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G. Esmeralda 8 de julho de 2021

Uns carros bem legais que o diga o Del Rey!!!
Grama Esmeralda São Carlos Santo Agostinho Bermudas Coreana Japonesa Batatais Amendoim

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Geremia 8 de julho de 2021

O Boris está bem mal informado. O negócio dele é polemizar.

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Rodrigo MARTINIANO 7 de julho de 2021

Nobre Boris,
Permita-me, por gentileza, incluir na lista o VW (FORDWAGEN) LOGUS, um carro péssimo em-tudo-e-por-tudo, bem como PERIGOSÍSSIMO, já que sendo péssimo, conseguia atingir 200 km/h nas baixadas de serras.
Tem um pouco sobre o referido em:
http://yourcarewithcare.blogspot.com/2018/05/logus-glsi.html?view=magazine
Acredite piamente: era um tremendo fiasco!
Até a próxima,
Rodrigo MARTINIANO.
. . . . .

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Alex 7 de julho de 2021

Carros elétricos vai ficar salgado no bolso do consumidor. Vai ser mais caro de manter e a bateria na hora de substituir e outra facada. É sem contar q a autonomia ainda é muito baixa e demora muito p recarregar. Esse ano o governo ja fala em crise na energia elétrica por falta de chuva, agora imagine se a frota fosse toda elétrica, teríamos um apagão. Prefiro ficar c o motor a combustão. O mundo ta vendendo ilusões. Nos Estados Unidos muitos consumidores trocaram o carro elétrico pelo carro c motor a combustão

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yuri 8 de julho de 2021

Sim, os inocentes não entendem que bateria é uma reação química que vai se perdendo ao passar dos anos, e o Brasil não tem moral para falar sobre isso, um país que empurra 30% de álcool, as estradas são esburacadas e cheias de quebra-molas, e gasta diesel como nenhum outro.

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Jarbas Lopes 8 de julho de 2021

Infelizmente, você está certo. Uma solução para o excesso de consumo de diesel seria o investimento maciço na malha ferroviária. Vale também para metrôs, pois é extremamente urgente desafogar o trânsito, que já passou em muito, dos limites aceitáveis. Isso já deveria ter acontecido e pior, está longe de ser realizado. mas é em resumo, o que você comentou.

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Comentarista 7 de julho de 2021

Durante décadas só mudaram os modelos dos carros, o design, alguma tecnologia para diferenciar. Só não mudaram o motor a combustão que já existe há mais de 130 anos e já era pra ter virado peça de museu há tempos mas continua o mesmo até hoje 🤔
Motor elétrico que é bom, nada.
Por isso o aquecimento global está cada dia pior com tanto carro a combustão poluindo o planeta.
O carro elétrico já era pra estar dominando o mercado mas só agora começam a aparecer timidamente.

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Itamar 7 de julho de 2021

Amigo, não se iluda com carro elétrico!
Acha que energia vem de onde? E acha que as baterias são todas recicláveis?
Para se produzir energia elétrica em grande escala, se usam carvão e gás nas termo elétricas, ou seja, uso do petróleo! Já que as outras fontes são escassas.
No final você deixa de poluir pelos carros, mas vai poluir pela usinas elétricas.
E as baterias, o custo de reciclagem é muito maior que produzir uma nova!
No final terá milhares de galpões abandonados de baterias, isso se não poluirem o solo.
E muitos caí nessa de carro elétrico vai diminuir a poluição!
É como dizem:
O que os olhos não vê o coração não sente.
E as pessoas se iludem.

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Gerson Rodrigues 7 de julho de 2021

Brilhante comentário… concordo 10000% com ele e fico apavorado com a ignorância das pessoas, parece que nunca estudaram Lavoisier e seu surrado ditado: Na natureza, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma …. simples assim

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Rodrigo MARTINIANO 7 de julho de 2021

ITAMAR,
Concordo plenamente e já escrevi sobre o assunto.
VEJA:
• O DILEMA DO VEÍCULO ELÉTRICO •
Evidentemente eu concordo que veículos elétricos são muito superiores – em termos de qualidade intrínseca – aos de combustão interna.
Entretanto, mesmo quando resolvidos todos os percalços que dificultam a produção massiva de veículos elétricos, resta lembrar de onde vem a ELETRICIDADE consumida por nós, cerca de 70% DELA produzida em usinas termoelétricas, através da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo, salvo raras exceções, mas sempre QUEIMANDO alguma coisa.
O maior impacto ambiental vivenciado atualmente pelo planeta advém da termoeletricidade, citando como exemplos o recrudesicimento do efeito estufa (e, por conseguinte do aquecimento global), da chuva ácida, etc.
Assim, imaginemos uma frota de veículos não 100%, mas ‘apenas’ 50% elétrica: DE ONDE VIRIA TANTA ELETRICIDADE? É óbvio que das usinas termoelétricas! Permitam-me avançar no imaginário, aí os apagões iriam ‘pipocar’ pra tudo que é lado!
Solução racional para poluir menos nossa Terra, o nosso único planeta, surgiu aqui, no nosso amado Brasil: ERA O PROALCOOL, criado sob a égide do meu velho professor coronel Urbano Ernesto Stumpf. Houve um tempo no qual quase ninguém tinha carro a gasolina, tinha sim carro a álcool (SOMENTE A ÁLCOOL / DIFERENTE DE FLEX), tempo em que a frota de caminhões da Coca-Cola era de Chevrolet a álcool, quando a Volkswagen fabricava caminhões Dodge a álcool, e quando eu viajava até o estágio nos ‘ônibus vermelhos do CTA’, 100% a álcool; e – notem – o álcool combustível dos primórdios era péssimo comparado ao de hoje, rebatizado de ETANOL, nada além do nome científico do ÁLCOOL.
Na Suécia, onde é custoso fabricar ETANOL, uma frota de ônibus SCANIA-ETANOL serve o povo; no Brasil os ‘esquerdopatas’ SUCATEARAM O PROALCOOL: por mera birra contra os militares, os ‘ônibus vermelhos do CTA’ foram vendidos a peso, jazem num ferro-velho de Cruzeiro-SP.
Eu concordo que veículos elétricos são muito superiores, a partir do momento de eles gerarem a sua própria energia, oriunda do SOL.
Até lá devemos nos dar por satisfeitos em POLUIR O MÍNIMO POSSÍVEL!
Vocês, nobres amigos brasileiros, USEM SOMENTE ETANOL.
Vocês, nobres amigas brasileiras, IDEM!
Vosso carrinho teima em não ‘pegar’ nas manhãs frias?
BASTA NÃO ‘AFOGAR’ SEU CARRINHO COM ETANOL, NEM MISTURAR ETANOL COM GASOLINA: É FLEX SIM, MAS, OU ETANOL, OU GASOLINA, POIS A MISTURA – bastando o carro ficar parado da noite para o dia – NÃO FUNCIONA.
Lembro que a VW resolveu o problema da partida a frio com etanol (álcool), “serpenteando” eletricamente (aquecendo) o coletor de admissão.
Rodrigo MARTINIANO.
. . . . .

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Silvio 7 de julho de 2021

Perfeito o seu comentário. Aliás, depois de duas semanas falando sobre o desastre de Fukoshima um órgão de imprensa teve a coragem de fazer uma reportagem sobre os carros elétricos que estavam “virando febre” em Tókio. Óbvio que não citaram (isto se o jornaleiro que fez a reportagem sequer tem a capacidade de estabelecer o nexo causal entre uma coisa e outra) que estes carros são abastecido, dentre outras fontes, por energia proveniente de usina termonuclear.

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Paulo Roberto Malty 8 de julho de 2021

Parabens pelo comentario, conciente.

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Leonardo 8 de julho de 2021

Caro Itamar, você está muito mal informado.
A maior parte da energia elétrica produzida no Brasil é hidrelétrica, não poluente, ficando menos de 10% atualmente para as termelétricas que queimam combustíveis. Estas só entram em operação quando a demanda é superior à capacidade das hidrelétricas. Com a entrada de novas usinas hidrelétricas em funcionamento em 2022 e 2024, e com a ampliação das instalações aeólicas e fotovoltaicas, a queima para geração de energia elétrica tende a desaparecer em no máximo 5 anos. Não se usa mais carvão em usinas termelétricas.
A poluição causada pela queima dos motores veiculares a combustão é quase 12.000 vezes maior do que aquela hoje necessária para produção de energia elétrica para carregar estes veículos, lembrando que esta será ainda menor nos próximos anos.
As novas baterias de lítio não são poluidoras como as de chumbo-ácido, e devem se tornar padrão para uso veicular. A poluição destas baterias é bem menor se comparadas às atuais de chumbo-ácido usadas nos veículos para dar a partida hoje nos poluidores motores à combustão… ou você não se lembrava que os carros atuais já usam baterias, estas muito mais danosas ao ambiente?
Lembre-se, ainda, que toda tecnologia evolui. Hoje já temos em testes baterias elétricas veiculares que se carregam em 15 minutos com autonomia de mais de 800km, e com durabilidade de 12 anos para perder 80% de sua capacidade. Isso vai evoluir ainda mais. As atuais baterias já possuem células recicláveis que poderão ser reaproveitadas sem a destruição da sua caixa, como acontece com as atuais que estão no seu veículo que precisam ser totalmente descartadas gerando, novamente, elevada poluição ambiental.
Também não se esqueça que motores elétricos estão cada vez menores, e não estão mais usando caixas de câmbio, e que fundir os atuais motores pesados e suas caixas de câmbio sim, provocam muita poluição.
E, ainda, não se esqueça que os motores de combustão ainda descartam litros de óleo lubrificante em média a cada 10.000km, e que parte desse óleo também é queimado com o combustível. Sua embalagem também é altamente poluidora e descartável.
E ainda temos as refinarias de petróleo, que provocam elevada poluição para extrair derivados como óleo, gasolina e diesel.
Já estamos trabalhando no brasil para disponibilizar projetos de recargas de carros elétricos, e logo essa tecnologia chegará para ficar com inúmeras vantagens.
Acho lamentável leigos no assunto fazerem comentários que desconhecem e ainda são aplaudidos por outros ainda mais mal informados.

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Brandao corredor 9 de julho de 2021

A verdade – nua e crua! – é que o planeta está destinado à falência. Impossível o ecossistema suportar mais de 7 bilhões de indivíduos com toda a demanda de alimentos, energia e consumo; seja menor ou maior! Contagem regressiva, senhoras e senhores. Quanto tempo? Bem, aí já é um exercício de adivinhação. Lixo atômico, demanda por madeira, gás carbônico, disputas por água, lixo eletrônico, produção de alimentos, esgotamento do solo, mais e mais gado confinado com consequente desmatamento para reservar pasto e produção de ração, etc… Quem sobreviver (?!) verá!…

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ADJAIR BERTOCHI 12 de julho de 2021

POSITIVO E OPERANTE. ESTOU CONTIGO

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Silvio 7 de julho de 2021

Você quer comprar um elétrico, compre.
Mas aqueles que te “fazem a cabeça” já mudaram de discurso e você nem percebeu.
Vou lhe ajudar: quando quiser ficar “causando” por ai diga “mudanças climáticas”.
O Sid te manda lembranças…

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yuri 8 de julho de 2021

Carros à combustão nunca venderam tão bem, a procura por SUVS nunca esteve tão alta, e os carros elétricos nada mais são que uma tecnologia sendo empurrada ideologicamente sobre os consumidores.

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Junior 7 de julho de 2021

Verdade bem lembrado, atenção estagiário da uma atenção aqui.

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Teles 7 de julho de 2021

Quando a gente fala que a Toyota é uma montadora diferenciada, com alta confiabilidade e durabilidade, ninguém acredita… Alguns deixam de comprar seus carros apenas pq o acabamento interno é mais simples que a média de mercado e perdem uma excelente compra…..Não tem 1 Toyota ai nessa lista…

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Jonas Carraro 7 de julho de 2021

Recentemente adquiri um Toyota Corolla Cross…todo mundo falava pra comprar no novo compass só porque tinha muito softtouch, um kit multimídia de 10 polegadas e botão para o freio de mão…entretanto quando analisei os valores tangíveis e intangíveis, percebi que o carro da Toyota tinha uma relação potência x consumo muito melhor, um cambio muito mais moderno (10 velocidades), uma carroceria ligeiramente maior e bem mais leve (170 kg a menos), um porta malas maior e um tempo de garantia bem maior (5 anos) do que o carro da JEEP….não vou discutir design e marca, pois muitas vezes são preferências pessoais….estou gostando bastante do carro por sinal…

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Ron 7 de julho de 2021

Gosto é gosto.

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IVAN VASCONCELLOS 7 de julho de 2021

Fora o Renault Captur, uma casca modernosa em cima do velho (Dacia)Duster.

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Fernando B 7 de julho de 2021

Creio que faltou o câmbio Power shirt, cuja Ford afirmava veementemente que a trepidação era característica do produto 🤪

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Diego 8 de julho de 2021

E era uma característica do produto mesmo. O DSG seco fazia (faz) o mesmo. O problema foi a Ford não reparar os erros de projeto logo no início. Bom, pelo menos o fizeram e atenderam os consumidores. Antes tarde do que nunca.

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