Carro bomba: 6 modelos que ‘explodiram’ por erro do fabricante

Falhas graves em projetos de veículos não são tão incomuns, mas quase sempre são corrigidas à base de recalls: nos casos citados, nunca houve solução

Por Alexandre Carneiro 05/07/20 às 09h54

Fabricar um carro é tarefa bastante complexa: cada veículo tem milhares de peças, que precisam ser unidas com perfeição. Nesse processo, muita coisa pode dar errado… A história da indústria automobilística é cheia de exemplos de veículos que, por diferentes motivos, apresentaram falhas graves. Assim como um verdadeiro “carro bomba”, eles “explodiram” após algum tempo, bem nas mãos dos proprietários.

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O AutoPapo fez um listão relembrando 6 desses modelos, todos produzidos pela indústria nacional. Embora tenham existido muitos outros exemplos, a matéria mantém o foco em casos que não tiveram qualquer tipo de solução: o fabricante não fez sequer um recall para tentar sanar os problemas. O consumidor pagou o pato, e ficou por isso mesmo! Confira:

Carro bomba: 6 modelos que, devido a erros do fabricante, ‘explodiram’ nas mãos dos proprietários

1. Volkswagen Kombi a diesel

carros raros volkswagen kombi double cabine pickup a diesel de frente
Ao contrário das demais versões, a Kombi movida a diesel logo apresentava problemas

A Kombi é sinônimo de resistência e de facilidade de manutenção, certo? Bem quase sempre, pois há uma exceção a essa regra: a versão a diesel. Tal opção de motorização foi lançada em 1981 e podia equipar as configurações picape (com carroceria de cabine simples ou dupla) e furgão.

O motor não tinha semelhanças com o boxer a ar utilizado no modelo até então. A unidade foi desenvolvida a partir do 1.6 refrigerado a líquido, que, nas versões a gasolina, equipava o Passat. Por causa disso, a Kombi a diesel exibia um radiador na dianteira, embora mantivesse a arquitetura com mecânica na traseira. A potência ficava em 50 cv, e o torque, em 9,5 kgfm.

Mas o maior problema desse propulsor não era o desempenho, e sim a durabilidade. O departamento de engenharia da Volkswagen falhou ao criar o sistema de arrefecimento. Consequentemente, o 1.6 a diesel trabalhava constantemente acima da temperatura ideal. O resultado não poderia ter sido outro: rapidamente começaram a surgir casos de motores fundidos com baixa quilometragem.

A Volkswagen arcou com os reparos apenas quando o problema ocorria dentro da garantia. Se esse prazo já tivesse chegado ao fim, restava ao proprietário do carro arcar com o estouro da “bomba”. Houve, inclusive, vários casos de veículos reparados dentro do período de cobertura que voltaram a manifestar o problema posteriormente.

Com o aparecimento de cada vez mais reclamações referentes a motores fundidos, a Kombi a diesel logo ganhou má-fama e foi rejeitada pelos consumidores. A Volkswagen acabou retirando essa opção do catálogo já em 1986.

Quase todos os exemplares com esse tipo de motorização receberam algum tipo de adaptação. A receita mais comum era simplesmente trocar toda a mecânica pelo velho e confiável boxer a gasolina. Porém, também surgiram algumas receitas para controlar a temperatura da unidade a diesel, que incluem aplicação de um radiador mais volumoso e uso de bomba d’água com maior capacidade de vazão.

2. Ford Belina 4×4

ford belina 4x4 vermelha lateral
Única perua 4×4 da indústria nacional pecava pela ausência de diferencial central

Hoje, já com status de carro antigo, a Ford Belina 4×4 é disputada por colecionadores. E não é para menos: afinal, além de ser um modelo bastante raro, trata-se da única perua com quatro rodas motrizes já fabricada no país. Mas o motivo da produção ter ocorrido apenas entre os anos de 1984 e 1987 está diretamente relacionado a problemas no mecanismo de tração, justo aquele que deveria ser seu maior atrativo.

A questão é que o sistema de engenharia da Ford não aplicou um diferencial central à perua. Sem esse recurso para compensar as diferenças de rotação, o diferencial traseiro e o eixo cardã sofriam enorme desgaste.

Consequentemente, esses componentes começaram a apresentar falhas precoces. A revista Quatro Rodas chegou a ter uma Belina 4×4 em sua frota de longa duração em 1985: com cerca de 10 mil quilômetros, o sistema de tração já começou a ter problemas de funcionamento.

A Ford sabia das limitações do projeto, tanto que, no manual do proprietário do modelo, advertia que a tração 4×4 só deveria ser usada em pisos de baixa aderência, em linha reta e em velocidades de até 60 km/h.

Porém, isso não era suficiente para preservar os componentes: é que a Belina tinha uma suspensão traseira de curso longo, que acabava forçando o diferencial e o eixo cardã quando o veículo passava por irregularidades no piso, mesmo em baixa velocidade. A picape Pampa, que teve um sistema 4×4 semelhante, era menos propensa a falhas justamente por utilizar molas semi-elípticas no eixo traseiro, que limitavam o curso do conjunto.

Ao contrário das demais versões da Belina, que sempre foram muito bem-aceitas no mercado, a 4×4 acabou sendo rejeitada. Na linguagem de hoje, teria sido considerada um verdadeiro carro bomba nos anos 80 e 90. O projeto acabou entrando para a história muito mais por causa da ousadia que devido à operacionalidade.

3. Chevrolet D20 4×4

chevrolet d20 azul picape caminhonete frente
Produção da D20 4×4 durou apenas alguns meses

A Ford não foi a única a ter problemas com sistemas de tração 4×4 no Brasil. A Chevrolet também cometeu um pênalti ao desenvolver um mecanismo semelhante para sua linha de picapes grandes. Essa versão ficou tão pouco tempo no mercado que muita gente nem sabe que ela foi fabricada: a existência breve, contudo, foi causada justamente pela falta de durabilidade.

Os indícios de que algo não ia bem com o sistema de tração da Chevrolet surgiram cedo, logo na apresentação da D20 4×4 à imprensa, em 1989. O evento de test drive incluía uma pista off-road, onde os jornalistas poderiam testar a tração total. Uma parte dos veículos simplesmente quebrou ao tentar percorrer esse trajeto.

O problema estava nas juntas universais que levavam a tração às rodas dianteiras, subdimensionadas para o torque da picape. Em uma situação de maior esforço, a peça acabava se rompendo.

Consta que seria preciso desenvolver um novo componente, pois o fornecedor da GM não tinha um similar mais reforçado para pronta entrega. Diante dessas dificuldades, a fabricação da D20 4×4 foi encerrada menos de um ano após o lançamento. A picape nunca mais teve outra versão com tração nas quatro rodas.

Pouquíssimas unidades foram fabricadas, mas acabaram sendo vendidas normalmente, sem as devidas correções. A bomba, mais uma vez, estourou na mão de quem as comprou e, de repente, viu-se com um carro sem tração 4×4 bem diante de um obstáculo.

4. Fiat Marea 2.0 20V

fiat marea prata de frente: modelo foi rotulado como carro bomba
Erro da Fiat ao estipular prazo de troca de óleo do motor foi decisivo para o rótulo de ‘carro bomba’ que o Marea recebeu

Eis o modelo mais lembrado quando o assunto é carro bomba. Pobre Marea: as chacotas alcançaram tamanha proporção que acabam, muitas vezes, nem condizendo com a realidade. Ao contrário de outros veículos da lista, ele não tem falhas crônicas conhecidas no projeto ou na fabricação. Mas a Fiat tem, sim, uma parcela de culpa para tamanha rejeição.

Nas primeiras unidades do Fiat Marea, que chegaram ao mercado em 1998, o plano de manutenção prescrito pelo manual do proprietário estipulava o prazo de troca de óleo do motor para até 20.000 km. O fabricante manteve a recomendação prevista para o mercado europeu, onde o sedã e a perua Weekend também eram vendidos.

Ocorre que, para o Brasil, esse prazo era inapropriado. Além das especificidades climáticas, há diferenças na gasolina: a formulação do combustível nacional era pior duas décadas atrás e, para completar, a adulteração já era prática comum entre os donos de postos na época.

Resultado: alguns proprietários que fizeram aquilo que, em tese, é certo (seguir as recomendações do manual) sofreram com problemas sérios nos motores de seus veículos. O mais comum era o surgimento de borra, na qual o óleo lubrificante transforma-se em uma espécie de graxa. Quando esse mal não é descoberto precocemente, não há salvação da retífica.

Esse problema somou-se à dificuldade de manutenção característica da linha Marea: os motores de cinco cilindros que equipavam o modelo são complexos e ocupam praticamente todo o espaço do cofre. Além de exigirem muito conhecimento e ferramentas específicas por parte dos mecânicos, esses propulsores são importados e, portanto, têm peças caras.

A Fiat chegou a recomendar trocas de óleo com metade da quilometragem inicialmente prevista, mas era tarde. Muitas unidades só apresentaram o problema após o término da garantia, e os proprietários tiveram que arcar com os prejuízos.  Talvez, se o fabricante não tivesse errado em uma informação tão essencial quanto o prazo de troca de óleo, o Marea, hoje, não seria visto como carro bomba.

5. Dodge 1.800

dodge 1800 azul de frente
As primeiras unidades do Dodginho apresentaram defeitos graves e variados

A Chrysler é geralmente lembrada por ter produzido o Dart e o Charger, verdadeiros sonhos de consumo durante a década de 1970. Mas a história da empresa no Brasil inclui também um veículo de porte menor: o 1.800, posteriormente rebatizado de Polara. Essa mudança de identidade ocorreu justamente por causa de sérias falhas de produção.

O lançamento do 1.800 data de 1973, ano que foi particularmente movimentado para o setor automotivo. Praticamente ao mesmo tempo, chegaram ao mercado também o Chevrolet Chevette e o Volkswagen Brasilia. E os problemas começam justamente aí: para não ficar atrás das empresas concorrentes, a Dodge teria apressado exageradamente o desenvolvimento de seu novo produto.

As unidades do primeiro ano de fabricação sofreram uma série de defeitos, que afetavam diversos componentes: falhas no carburador, na transmissão, nos freios, na direção e no acabamento logo começaram a “pipocar” em veículos ainda novos. As queixas dos vários consumidores insatisfeitos fizeram o modelo ganhar o apelido de “1.800 Problemas”.

Ciente das falhas e do rápido surgimento de uma má reputação para o modelo, o fabricante empreendeu esforços para corrigi-las. Os veículos produzidos nos dois anos seguintes trouxeram melhorias, mas o estrago já estava feito. Com um carro visto como bomba pelos consumidores, a Chrysler recorreu, por fim, a uma jogada de marketing: mudar o nome do 1.800.

O modelo passou a ser chamado de Polara a partir da linha 1976, que foi lançada com uma ousada ação publicitária. A Chrysler dizia que havia feito uma série de alterações no projeto, todas tomando como base sugestões e críticas feitas por clientes. Um dos slogans da campanha apresentava-o como “o carro que respeitou a opinião pública”.

No fim das contas, a história teve final feliz apenas para quem comprou as unidades já aperfeiçoadas. Alguns dos donos dos primeiros exemplares passaram por um verdadeiro calvário tentando solucionar os problemas em garantia. Na época, ainda não havia Código de Defesa do Consumidor (promulgado só em 1990), o que deixava proprietários de produtos defeituosos com poucos recursos legais aos quais recorrer.

6. JPX Montez

jpx jipe jeep azul de frente eike batista
Jipe produzido pela JPX tinha problema crônico de superaquecimento

Em meados dos anos 90, havia apenas um jipe nacional: o Toyota Bandeirante. Um empresário brasileiro, então, achou que poderia explorar esse nicho com um novo produto. A ideia era oferecer um projeto mais moderno e, assim, vencer licitações de vendas de veículos 4×4 às forças armadas. De quebra, a produção poderia atender também à demanda civil. O idealizador e gestor dessa empreitada era o polêmico Eike Batista.

Assim nasceu a JPX, cuja fábrica, instalada em Pouso Alegre (MG), começou a produzir o jipe Montez regularmente em 1994. O projeto foi comprado pronto da francesa Auverland, que fornecia veículos para as forças armadas daquele país. Mas havia um problema: o motor original, um 1.9 a diesel de origem Peugeot, foi considerado fraco para a topografia brasileira.

Embora a própria Peugeot já fabricasse uma versão turboalimentada desse mesmo propulsor, a direção da JPX optou por instalar um turbocompressor por conta própria. O equipamento elevou a potência de 70 cv para 90,5 cv, mas provocou um efeito colateral: superaquecimento. Os veículos começaram a ferver em pleno uso off-road, fazendo com que o Montez recebesse o inglório apelido de “chaleira de trilha”.

Ciente desse problema, que ocorreu inclusive com os veículos militares, a JPX aplicou à linha 1996 do Montez um radiador maior, grade dianteira mais arejada e um capô com respiros laterais. Porém, a insistência do fabricante em usar sua própria versão turboalimentada do motor 1.9 fez com que as alterações não desarmassem a “bomba”: eram insuficientes para conter o calor, e os problemas de superaquecimento do carro continuaram.

No fim da década de 1990, os modelos da marca, que incluíam, além do jipe, também uma picape, estavam totalmente desacreditados. As vendas minguaram e a produção perdeu o ritmo. Em 2001, a empresa finalmente adotou o motor turbinado pela própria Peugeot em algumas unidades. Mas era tarde demais: naquele mesmo ano, a JPX fechou as portas.

Os proprietários nunca receberam do fabricante uma solução definitiva para o defeito. Depois do fechamento da empresa, passaram a enfrentar também a falta de peças. A maioria dos veículos utilizados pelas forças armadas saiu de atividade precocemente devido a esses dois problemas. As unidades sobreviventes são mantidas por determinação de seus donos, que buscaram soluções por conta própria.

Fotos de divulgação

124 Comentários
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    Magrão 26 de julho de 2020

    Aqui só pra lembrar de qualquer francês com cambio AL4 , ou os power-shift da Ford ou qualquer automatizado trancomotion da Fiat e VW. Todos esses ficaram na mão com quebras desses câmbios.
    Em relação a motores, os 1.0 16V da VW foram muito citados aqui , mas o pessoal se esqueceu dos 1.0 EA111 que equiparam FOX, VOYAGE e Gol que com pouquíssimo tempo de uso ja estava batendo , outra que nunca assumiu o erro e sempre jogava a culpa ao consumidor. Menção honrosa para motos Honda CB300 e XRE300.

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    elioricardoalves 9 de julho de 2020

    O kadett Eduardo GSI foi um pouco melhor o isolamento acústico era melhor e usava o motor 2.0 o problema era o preço na época assustava poucas unidades dessa versão via nas ruas via mais a versão 1.8 até táxis

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    marcus mendes 8 de julho de 2020

    Os Tipos 1.6 importados da Itália, com injeção mono ponto eram problemáticos. Mas, a versão 1.6 MPI nacional não apresentaram problemas, e inclusive eram mais potentes que os Italianos.

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    Edvaldo C.b. macedo 8 de julho de 2020

    A respeito do marra, foi o melhor carro fabricado pela FIAT, basta trocar o óleo a cada 8.000 ou 10.000km no máximos. O problema está nos mecânicos que não conhecem o produto (burros), é um carro que requer técnicas de conhecimento e muita leitura (fiat). É só estudar

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    Evailton 8 de julho de 2020

    A perfeição só de DEUS o homem e falho.louvado seja DEUS por isso.

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    Rogério 8 de julho de 2020

    Esqueceram de mencionar o gol 1.0 16 v 2001, com o problema de lubrificação no motor

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      Leandro 8 de julho de 2020

      Esse gol/parati 1.0 16v foram um dos piores carros que a VW fez e é rejeitado até hoje. Bem lembrado!

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    Marcos Antonio 8 de julho de 2020

    Olá tenho uma Marea até hoje ela é 99 até agora gasto com manutenção periódica nunca parou está com 158.394 km um carro maravilhoso gosto muito não tenho interesse nenhum de parar com ela e se achar outra bem conservada compro

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      Ruben ovalle 8 de julho de 2020

      Justamente,quem fale que Marea e bomba,bomba são os mecânicos nossos que sao troca peças,eu até o dia de hoje tive 6 mareas piruas,foi sempre tuda satisfação,bomba são nossos mecânicos.

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    Nilson Santiago Garcia 8 de julho de 2020

    Poxa como vocês podem esquecer da fiat Elba,uma verdadeira merda sobre rodas,eu chegava ter vergonha em sair com ela.eu tentava adivinhar o que ia quebrar, mas ela me surpreendia simplesmente parava que nen uma mula empacada,cheguei a pensar Meu Deus até aids se passa pra frente e eu mão consigo passar está bosta.Ate que um dia meu pesadelo acabou.apareceu um anjo e comprou a Fiat Elba Mas nao acabou por ai nao .vem ai a o capilolo 2 . FIAT TIPO SO SER TIPOZERO.

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    Américo 7 de julho de 2020

    Nossa essa do Eick Batista foi D+…o cara é foda!!

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    JAIR GREGÓRIO 7 de julho de 2020

    Eu tive uma marea 2.0 20 v weekend , pensa num carro bom , era preta coisa mais linda bem cuidada , fiquei uns 4 anos com ela , no final tive o problema relatado na matéria, o o Leo virou borra e tapou a peneirinha e não passou oleo para a lubrificação , so que wsse prlblema ocorrwu porque eu tinha outros carros e so usava ela pra viajar e um dia minha epapsa saiu para a estrada e antes de começar a viagem já deu o alerta de óleo, ela parou num posto o frentista olhou estava tudo normal , ela saiu e 1 km a frente o carro parou , dai eu gastei uma grana Boa , mas tirando isso foi um dos meus melhores carros .

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    J.P.B 7 de julho de 2020

    Comprem um fusca e vão ser feliz pelas estradas desse “Mundão”,kkkkkk

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    Nicolau jorge budib 7 de julho de 2020

    Os primeiros Monza 1.6……o coitado do meu pai comprou um….bomba rara.

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    Maurício 7 de julho de 2020

    As últimas bombas da indústria automobilística nacional são os Ford Fiesta e Focus com câmbio Powershift.

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    Luciano Gonçalves de Almeida 7 de julho de 2020

    Do Monza álcool 2.0 Ale a GM errou em que e acertou em que

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    Cesar Valmor Oliveira 7 de julho de 2020

    Pessoal , vocês esqueceram de falar nas Variant e nos TLs que escapava a vareta do acelerador sem contar que quando um carburador dava excesso de gasolina caia bem em cima das velas e lá ia o carro começar a pegar fogo . O tristeza tinha que correr atrás do extintor que hoje nem vem mais nós carros.

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    julival melo 7 de julho de 2020

    E, em primeiro lugar, a AMAROK.

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      Malta 7 de julho de 2020

      Na minha região marok de graça e caro.

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    Jose Eduardo Studenik 7 de julho de 2020

    Esqueceram do Tempra 16V
    Quando o carro morria e as lâmpadas do painel acendiam,vc podia encostar e abrir a carteira com força pra pagar o conserto da correia dentada e as 16 válvulas empenadas. Tive um dos primeiros 16V, quebrou a correia com baixa quilometragem lá no Tocantins, e como o motor era lacrado era só de guincho e direto pra concessionaria

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    Edivald 7 de julho de 2020

    Mareia e so prós bons me desculpe.

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    Sérgio 7 de julho de 2020

    Esqueceram dos veículos russos que vieram pra Barueri e daqui sumiram

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      fabiano 7 de julho de 2020

      Os Lada Samara que derretiam o painel sob o sol kkkkkk

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    Renato 7 de julho de 2020

    Carros são máquinas desenvolvidas com tecnologia aperfeiçoada com tempo e através da experiência obtidos por projetos inovadores do passado. Ousadia e inovação hoje,pode sim ser um fracasso no presente, mas lição aprendida para ser aperfeiçoada no futuro. É assim mesmo que funciona engenharia e reengenharia. Uma tecnologia recém lançado em um carro deve amadurecer por mais alguns anos no mercado antes de decidir pela compra.

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      Magrao 26 de julho de 2020

      Exato. Todos esses modelos, e muitos que não foram citados, bastava as montadora assumir os erros de engenharia e construção e corrigi-los,igualmente como fazem em outros mercados europeus e americanos. Parar de ficar com essa ladainha de que no Brasil não tem mecânico que presta, que brasileiro não sabe cuidar de carro , isso mata qualquer projeto, e eu sinceramente acho bem feito.

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    Fernando 7 de julho de 2020

    Esqueceram do câmbio powershift da Ford que matou fiesta e focus.

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      hugo 7 de julho de 2020

      Bem lembrado, isso porque já temos o código de defesa do consumidor

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    Gilberto 7 de julho de 2020

    Vamos se atualizar ei Onix sedan que pega fogo até dentro do pátio dá montadora

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    Jean Ricardo 7 de julho de 2020

    Me desculpe aos amantes de carros que explodiram, mais descordou em relação a Belina 4×4, nós tivemos uma prata linda ano 84 a álcool de segunda mão, graças a tração que ela possuía nós conseguimos chegar até nossa residência depois de uma pescaria a uns 80 km de casa, demorou um pouco sim mais chegamos, pena que não está mais na família.

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    Elton da Silva Oliveira 7 de julho de 2020

    Artigos dos carros suas curiosidades muito bom

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      Geovane 7 de julho de 2020

      A verdade que não presta não nem pra sucata

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    Carmy Faria da Silva 7 de julho de 2020

    Na verdade, carro precisa é de dono, quando o cabra só quer andar e não faz as manutenções necessárias, aí qualquer carro vira bomba, e o pior de tudo é que essa bomba só explode na mão de quem compra o usado “semi-novo”.

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    Vitor Hugo 6 de julho de 2020

    Tivemos coisas piores por aqui: FIAT Tipo, que pegava fogo; Pointer/Logus, super problemáticos; Agile, da GM; Ford Power shift; pickup Troller; e outros mais.

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      Luis Fernando Duarte Fonseca 7 de julho de 2020

      Tenho uma Fiat Tipo 1.6 ie Importada ano 1994 à Gasolina toda completa ar,direção hidráulica, vidros elétricos e této solar, hà uns 17 anos e nunca me deu problema algum, lógico e evidente, que cuido bem dela com manutenção periódica e já fiz motor e suspensão, nunca tive problemas com éla, viajei pra longe várias vezes é nunca me deixou na mão, carro muito bom atinge uma velocidade de 170/180 Kms., sem e problemas de ferrugem por que sempre mantenho sua pintura que é preta, sempre em dia . Sobre pegar fogo, foi um lote que foi fabricado aquí no Brasil que realmente pegava fogo, más isso foi logo solucionado, acho que foram as fabricadas entre 96/97. Outrossim informo, que as Fiats Tipo 1.6 Ie e 2.0 ainda continuam a serem fabricadas na Europa quase toda, principalmente na sua Terra Natal ” Itália”, com enorme aceitação na Turquia, existem até a Diesel. Você sabia ? É só entrar no Google e pesquisar, a minha é de cor preto fosco cadilac, toda completa, rodas, pneus aro 15 – 95/65 de causar inveja a qualquer um, outrossim informo, que lamentávelmente não faço parte do Club da Tipo, entre no Google e veja as jóas atrás que existem por lá e todas em pleno uso normal e diário como qualquer outro carro. Abs…

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        elioricardoalves 9 de julho de 2020

        Luís o Fiat tipo os primeiros vieram de fora teve problemas com incêndio da direção quando veio o multpoint 4 bicos e resolveram o problema já era tarde ninguém queria com receio quem teve o carro no Seguro na época beleza eu não sei se a fiat arcou com o prejuízo na época

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      Cristiano 7 de julho de 2020

      Esqueceram do gol grande ônibus lotado KKK

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      Jefferson 7 de julho de 2020

      A minha Tipo pegou fogo horas depois que saí da agência!! Kkkk

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    Sergio Luiz Kachel 6 de julho de 2020

    Tive um Marea sedan 98, fiquei 10 anos, rodei 83.000 km, castiguei ele nas estradas com velocidades de até 170 km/h ultrapassagens rápidas, com uma excelente aerodinâmica, faço as manutenções preventivas corretas. Nunca tive problemas, foi só amor, só felicidades.

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      sitta 7 de julho de 2020

      positivo .. tenho uma com 225 mil 10anos com ela ..e so foi troca correia e oleo de qualidade nunca dexou na mao

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      Marcus Vinícius 7 de julho de 2020

      Comigo também. Tive um Marea 99 2.0 aspirado que era um sonho! Sempre dei manutenção de qualidade e no tempo certo. Excelente carro! Mas, graças a usuários negligentes e aos “mexânicos” ganhou essa fama de carro bomba. Se for bem mantido, é um carro maravilhoso!

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    Gilberto Andreoli 6 de julho de 2020

    Esqueceram de dizer o principal, o povo não usava o óleo Sintético, quando muito o óleo semi-sintético e muitas vezes o mineral devido ao preço, resultado a borra, fora o estrago no radiador de óleo que é de alumínio.

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    Charles 6 de julho de 2020

    O problema maior do marea era a complicaçao para mecher no motor poresemplo troca a correia dentada tinha que arranca o motor fora entre outros defeitos sistema de injeção ruim no fim todo carro que vem da agentina nao da certa aqui no brasil marea tempra fiesta focos pode ver que da *

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      elioricardoalves 9 de julho de 2020

      Charles soube da correia dentada com um passageiro sou taxista custei a acreditar vi em revistas que é verdade onde moro tem uma não sei o ano tá barato mas hoje é loucura e também o motor e importado tem uma Oficina aqui ao lado tem uma jogada lá tem tempo

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    Josenildo Avelino 6 de julho de 2020

    Faltou o golf glx mexicano eu tive um câmbio automático uma verdadeira bombo relógio,fervia o tempo todo ,o câmbio era um.lixo e o motor não aguentava,como todos os wv um bosta.

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    LUIZ CARLOS 6 de julho de 2020

    Tive um Marea Wek, 2.0 98, durante 14 anos e nunca tive problemas. Manutenção em dia. Ótimo carro.

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      Mauricio 6 de julho de 2020

      Tbm nao posso reclamar tive um weekend 2.4 top d mais

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      Leonardo 7 de julho de 2020

      Estive para comprar um desses,era 2.5 eu acho… vendo seus comentários,,,deu vontade 😑…

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    Marcio Alexandre 6 de julho de 2020

    E os irmãos niva, lada e Samara? Que deram muito dinheiro para mecânicos, curiosos e afins.

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    Cleyton Dos Santos Silva 6 de julho de 2020

    O fiat tipo? Como poderam esquecer?

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    Lucas 6 de julho de 2020

    Na verdade a má fama do Marea tinha sim origens mecânicas. Nos motores 5 cilindros, ocorria deficiência de lubrificação no 5° cilindro de algumas unidades, fora isso, no Marea Turbo, a dona Fiat conseguiu a proeza de montar a ventoinha do radiador de óleo AO CONTRÁRIO, puxando ar quente do cofre pra fora, ao invés de ar fresco de fora pra dentro. kkk

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    Evaldo Otto 6 de julho de 2020

    Tenho um Marea guardado….215.000 km…chega aos 200 km facilmente… manutenção em dia nada acontece.. ano 1998 modelo 1999 142 Hp.. uma máquina !!! …

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      Silva 6 de julho de 2020

      Tenho um Marea 1.8 16v. 2001 o carro é maravilhoso e muito econômico. Não esqueça,
      Carro, é manutenção preventiva.

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      JAIR GREGÓRIO 7 de julho de 2020

      Tive um weekend, foi um dos meus melhores carros

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    Celsowas 6 de julho de 2020

    esqueceram do VW Pointer nas lista. o carro era extremamente baixo, enroscava o escapamento em qualquer lombada e o sistema de frenagem era péssimo, travava com qualquer freada. sem contar que foi produzido por dois anos apenas, o que levou seus proprietários a ficar com um mico na mão.

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    Leonardo Pastorelli Pinas 6 de julho de 2020

    O New Fiesta sedan não longe do Marea com inúmeros problemas elétricos e de câmbio,a manutenção é cara muitas das vezes o valor compra se outro veículo já possui e da trabalho para vender.

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      Jeane 6 de julho de 2020

      Tenho o fiesta Hatch, espero que não seja bomba, mas diretamente tá no concerto.

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        Rodrigo 7 de julho de 2020

        Leve ele ao teatro também kkkk

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      Renato 7 de julho de 2020

      Tenho um new fiesta sedam 10/11 com 150 mil km q nunca deu nada…talvez vc como dono não condiz do o veiculo…kkk

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    Elizeu 6 de julho de 2020

    Tive um Escort Zetec 97. Que bomba!!!
    O disco do pedal da embreagem era de plástico e quebrava o tempo todo. O sistema de arrefecimento era horrível e o motor fervia com facilidade…

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      Rossano Teixeira Silva 6 de julho de 2020

      Tive um, bomba mesmo, mas a peça da embreagem mandei fazer num torneiro, de metal, nunca mais tive problema

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      Silvio vale 7 de julho de 2020

      Muito bem lembrado .o Scott Zetec 97 acredito que foi o pior de toda família .defeitos pra todo lado e prejuízos pra quem teve…o ano 96 com motor vokswaguem na minha opinião o melhor ..

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        elioricardoalves 9 de julho de 2020

        Tive um com motor volks 1.8 era bom só um defeito o relê da injeção pifafa do nada o carro morria parecia bomba do combustível não era e o relê dizem que resolve com solda fria não sei se é verdade tirando isso o carro foi bom era 96

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    Jr. 6 de julho de 2020

    Faltou .tipo o temprao gol gti.o apollo.o pointer..

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      Luiz Ambrozini 6 de julho de 2020

      Tipo! Tive um 95 veio da Itália zerinho para mim. Nunca tive problemas?, mas o motor era meio fraquinho. É seu valor despencou após algumas unidades terem sido incendiadas. Mas valeu a experiência. Ótima estabilidade!

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      Renato 7 de julho de 2020

      Gol GTI ce ta de brincadeira!!!

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    Pierre alves nunes 6 de julho de 2020

    Existem carros que dão mais manutenção sim mas o maior problema é que o brasileiro não faz a manutenção adequada dos carros e a grande maioria não entende nada de mecânica,juntando a isso,tem aqueles mecânicos que também não conhecem o projeto e não tem capacidade de mexer em determinados veículos e ficam criticando o carro.

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      Jr Lima 6 de julho de 2020

      Isso mesmo, o brasileiro quer um carro bom, bonito e barato. Sempre coloco óleo para 10mil troco com 5 mil rodado. Faço a manutenção preventiva em meus carros. Hj tô com C3 2015 sou segundo dono, mas não tenho o que reclamar está com 37 mil rodados. Um veículo com quase 5 anos tudo em dia. Principalmente carros 16 v esse tem que trocar óleo e líquido de arrefecimento sempre no prazo certo.

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      Jr Lima 6 de julho de 2020

      Quem faz o carro é o dono, se vc mantém as revisões, trocas de peças,usa um bom combustível não existe carro ruim. Lógico que há modelos mais atrativos,já possui 5 carros e nenhum deles me foram ruins. O brasileiro quer um carro para tudo, não fazem manutenção e só vivem reclamando dos automóveis. Meu sonho é comprar um tipo top de linha para ter na minha garagem. 1.6 ou 2.0 turbo.

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    Carlos 6 de julho de 2020

    Muito boa informação

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    Ricardo 6 de julho de 2020

    Li praticamente todos os comentários e não vi ninguém citar o Fiat 147 e o Spazio, se é loko deu trabalho para os proprietários hein.

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      Claudisleide 7 de julho de 2020

      Esses ae foram tão ruins que ninguém nem lembra deles kkkk.

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      Leonardo 7 de julho de 2020

      Pô…fiat 147 você foi puxar longe kkkkkkkk eu era moleque KKK era o “fino” na época KKK.

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    José Roberto 6 de julho de 2020

    Gol GTI, Fiat Tipo, entre as motos o Xzelao 350 e tantas outras experiências ruins.

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    alguem que nao e voce 6 de julho de 2020

    faltou o Tipo Zero

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    Fernando Bueno de Moraes 6 de julho de 2020

    faltou a Fiat “TIPO”

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      Leandro Lima 6 de julho de 2020

      Faltou o fusca,isso sim

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        Marcelo Wercher de Castro 6 de julho de 2020

        Tá brincando?Tenho um Fusca 1969,trabalho todos os dias (ando 75quilometros para ir e mais 75 de volta) o guerreiro NUNCA me deixou na estrada ,apenas óleo bom ,gasolina comum, amor ao dirigir e respeito(é um FUSCA)!

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      Antônio Carlos Oliveira 6 de julho de 2020

      Eu tive um tipo 1.6 importado, depois um Tempra ouro 16v, tenho saudades do tipo, mas sei que o nacional deu trabalho

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      Sergio Fontes 6 de julho de 2020

      Tipo brasileiro.?
      O que você espera de um projeto italiano, fabricado no Brasil, com motor produzido na Argentina e o sistema de injeção Alemão (Bosch).
      Com menos de mil km, voltei pra reclamar e antes de eu falar qualquer coisa, o gerente perguntou: a porta traseira? Está fazendo barulho?

      Sofri por mais de 5 anos.

      A cada 3 meses tinha que refazer o módulo.

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    Vagener 6 de julho de 2020

    Na minha opiniao diplomata 6 cilundros e que e carro bom. Depois disso os inportados civic hondas dificil dar problemas

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      Brittao Preparações 6 de julho de 2020

      Tem muitos carros ruins. Gol 1.0 16v é bomba.
      Gol g5.Fox motor ea 111 pior que todos citados.

      Marea não é um carro ruim.o que estraga nossos carros são as gasolinas dos postos, Marea se feita manutenção corretamente difícil dar problemas assim como qualquer outro carro.
      Peças e manutenção não são baratas é o proprietário muitas vezes não quer pagar o preço ai fala mal do carro.
      Agora falar mal do gol gti.fala sério. Carro é top.o que da problema é a injeção e os donos quer fazer gambiarra.

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    Cláudio 6 de julho de 2020

    Bom dia! As inovações a época ,criatividade e ousadia dos fabricantes nos trouxeram a tecnologia de hoje. Meu irmão tinha um Fiat Premio 1.5, também uma bomba. Não falaram do tão comentado C4, ficasse um carro com muita tecnologia embarcada.

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    Fernando 6 de julho de 2020

    E o Chevete 1.0?

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      Ricardo 6 de julho de 2020

      Esse era uma bomba já na época, porém hoje é buscado por colecionadores.

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      Fernando Bueno de Moraes 6 de julho de 2020

      verdade, era uma bomba.

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    Paulo Bispo 6 de julho de 2020

    Olá bom dia, vocês se esqueceram do Troller 3.2 TGV um carro com defeitos crônicos na turbina, bomba injetora e nos bicos injetores, quem paga os custos desses projetos fracassados são sempre os clientes, é Brasil!

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    Edilson 6 de julho de 2020

    Só faltou falar do Fiat Tipo, Gol 1.0 16v, Fiat Stilo

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      Ricardo 6 de julho de 2020

      O Tipo era um carrão, você esta sendo injusto. Já o Gol 1.0 16V, tira o sono de muita gente até hoje.

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        Hudson 6 de julho de 2020

        Gol só presta o quadrado, com motor AP 1.6, 1.8 ou 2.0, G3 e G4 com os motores citados e a partir do G5 com motor EA 111 ou EA 211 1.6.

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        Everton José Benedito 7 de julho de 2020

        Realmente o gol motor AP pois o cht misericórdia!!!
        É uma retifica por ano!

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    Rodrigo 6 de julho de 2020

    Sou um feliz proprietário de um Brava HGT 1.8 16v 2000, Marea Weekend HLX 2.4 20v Aut 2003 e Marea HLX 2.4 20v Aut 2005, completamente originais.

    São carros muito avançados para a sua época. Basta fazer a manutenção correta e lembrar que não são 1.0, que serão carros para toda a vida.

    Só quem tem ou teve um e soube tratá-lo corretamente e com o carinho que merece, sabe o prazer que o ronco dos 5 cilindros causam.

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      Marcelo 6 de julho de 2020

      Vc esta corretíssimo

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      Antônio Carlos Oliveira 6 de julho de 2020

      Eu lembro que meu mecânico falava mal dos mares, por conta de uma ferramenta caríssima que as concessionárias da zona norte de sp compartilhavam, e claro este motor não era prós fracos

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      Rodrigo Schneider 6 de julho de 2020

      Também tenho três Marea, e amo todas elas, são maravilhosas e proporcionam muita alegria e drenalina pra mim e minha família….

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        Euloko 8 de julho de 2020

        Com certeza muita adrenalina sim, estão dentro de uma bomba relógio kkk

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      Marcelo 6 de julho de 2020

      Positivo amigão, só aprender a dirigir é cuidar ,simples assim

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      Eduardo carvalho gregorio 6 de julho de 2020

      Bom que está feliz porque é casamento até que a morte os separe

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    Marco 6 de julho de 2020

    E a Brasília que pegava fogo ninguém fala ?

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      Paula Tejando 6 de julho de 2020

      Pega fogo até hoje!

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      Hgodoy 7 de julho de 2020

      Tenho uma brasilia 1980 a 40anos na familia alem de um compass com meses de uso faço pequenos trajetos aos finais de semana para recarregar a bateria nunca deu problema meu mecânico afirma tem mais confiança em uma viagem com ela a um carro semi novo desconsiderando o conforto e claro

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    Alessandro 6 de julho de 2020

    E o Fiat Tipo que pegava fogo ?

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    CARLOS BARBOSA 6 de julho de 2020

    Uma vez eu fui fazer um passeio em Santa Catarina RS, meu ex-cunhado tinha um Fiat marea 2.0 20v. O carro era muito confortável para dirigir, ao voltarmos para São Paulo de madrugada o carro bateu o motor, tivemos que chamar um guincho, onde nos levou até um posto de gasolina, estava muito frio dormimos em uma pensão, os colchões estavam congelados, foi horrível para dormir, Quando o dia amanheceu o guincho nos levou para casa em Indaiatuba SP. Meu cunhado deixou o marea na oficina, NUNCA mais voltou para buscá-lo. Kkkkkkk

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    Luiz 6 de julho de 2020

    Esqueceram do Gol / Parati 1.0 16V Turbo

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    Gean 6 de julho de 2020

    Só esqueceram de citar a maior jaca,o vw Gol 1000 16v simplesmente o pior de todos.

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    Ronan Vitor Vieira 5 de julho de 2020

    Alguém se lembra que o Fiat Stilo saía uma roda traseira e que infelizmente, graças a este fato inusitado, muitos acidentes ocorreram?

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      elioricardoalves 9 de julho de 2020

      Eu lembro a roda de acordo com a quatro rodas era de ferro fundido ela estorava no cubo pessoas morreram a fiat tirou o dela da reta tentaram resolver com o cubo de aço importado se não me engano teve problemas também a revista fez uma ressalva o palio usava o mesmo tipo e não teve problemas vai entender soube que a m $$$da da fiat não arcou com os prejuízos ela na época alegou que a roda se soltava depois do acidente hoje é difícil ver uma na rua

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    Nelson 5 de julho de 2020

    Faltou o Apollo e o Verona

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      Gilberto 6 de julho de 2020

      Estes até que não eram tão ruins !;;

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    Junior 5 de julho de 2020

    Com relação a Marea 2.0 20v, existe uma história bem longa sobre o motivo de terem problemas, envolve a lei que proibia greves na Itália (onde os motores eram feitos). A questão de troca de óleo nunca foi o problema!

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    Fabiano 5 de julho de 2020

    Boa noite, gostaria de saber sobre o Fiat brava 1.6 16valvulas que é um excelente carro pra mim, só que muitos falam mal do carro e qual seria o problema pra ser tão criticado assim, obrigado.

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      Silas 5 de julho de 2020

      A junta da bieleta sempre foi motivo de grande ruído no mercado automotivo

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        De de tu vou te ligo bom bjs dez esse imprimir ficar 5 de julho de 2020

        Bom vlw vlw com cheio vindo vou bombom ninguém shalom

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        Pedro 6 de julho de 2020

        Existe o Logus o pior carro da vw

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        Erick 7 de julho de 2020

        O Logus era um Escort disfarçado, mas feito de um jeito menos descarado do que o Versailles/Santana e o Verona/Apolo. Trabalhei na VDO em 1997. O painel de instrumentos dos dois carros era exatamente o mesmo.

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      Reinaldo Silva 5 de julho de 2020

      Não tenho q reclamar desse modelo de carro ando 171km a cada dois dias e com a GRAÇA DE DEUS nunca me deixou na mão somente faço as devidas manutenções preditiva.

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        Jr Lima 6 de julho de 2020

        Né isso querem carros apenas para rodar… Sem fazer as manutenções.

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      Jose Luiz 6 de julho de 2020

      A imprensa brasileira e predominantemente volkista, pois a velharada foi Criada dentro de um fusca. Por isso a implicancia e a constante desmerecimento das outras marcas. Principalmente aquelas que Tiraram os velhotes da lideranca, como foi o caso da fiat e o palio.

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      Milton 7 de julho de 2020

      Na verdade o Brava é outro carro ,mas levou a fama do Marea. Tive um Brava 2002 1.6 completinho ,ótimo carro.

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        Eduardo 7 de julho de 2020

        Bom mesmo era o Kadett, tive 5, nunca me deram problemas

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        Eduardo 7 de julho de 2020

        Bom mesmo era o kadett, tive 5 e nenhum problema

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