Fiat ‘culpa’ Inmetro por consumo de Toro 1.3 turbo: quem tem razão?

Para a fabricante, metodologia aplicada não reflete modo de uso no mundo real; comparamos outros motores turbo e aspirados para ver se o 'problema' se repete

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Toro 1.3 turbo tem consumo pior do que a antecessora com propulsor 1.8 (Foto: Fiat | Divulgação)
Por Eduardo Rodrigues
31 de maio de 2021 10:30

Consumo de combustível é uma paixão do brasileiro. Nem tanto pela apreciação a eficiência energética dos motores, mas sim pelo preço que pesa no bolso dos motoristas. Mas o consumo é um dado cercado de variações… Relevo das vias, clima, trânsito, forma de dirigir, peso dos ocupantes e da carga, motor turbo, estado de conservação da mecânica do carro e até o estado de humor do motorista podem afetá-lo.

Para auxiliar os consumidores na compra de um carro novo, o Inmetro desenvolveu seu teste padronizado e a etiqueta de eficiência energética. O exame é feito em laboratório, com condições controladas e iguais para todos os carros. O veículo roda sobre um dinamômetro simulando um ciclo urbano e um ciclo rodoviários e assim chega aos números da etiqueta. E fica a questão: será que os números são mesmos fiéis à realidade?!

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O teste é feito desse jeito para haver uma forma neutra e imparcial de comparação entre os carros, tirando as variáveis que são encontradas no mundo real. Claro que os motoristas podem não encontrar os mesmos números. Um belo-horizontino, por exemplo, pode obter consumo mais alto devido aos morros de sua cidade enquanto um brasiliense pode conseguir consumo mais baixo por causa do relevo mais plano da cidade e suas vias expressas.

Ainda assim, com os resultados do teste do Inmetro o consumidor pode deduzir que o carro X pode ser mais eficiente que o carro Y e fazer a sua escolha.

Fiat X Inmetro: consumo do motor turbo

etiqueta consumo de combustivel programa inmetro
Foto: Shutterstock

A nova Fiat Toro equipada com motor 1.3 turbo virou manchete pelo motor novo, que deveria ser mais econômico, mas acabou sendo mais beberrão que o antigo 1.8 E.torQ no ciclo rodoviário com gasolina e igualou com o antigo usando etanol. No ciclo urbano, a picape equipada com o motor novo conseguiu consumo menor, mas foi uma diferença pequena conforme podemos ver na tabela abaixo:

Versão Cidade (gasolina/etanol) Estrada (gasolina/etanol)
Toro Endurance 270 9,4 km/l / 6,5 km/l 10,8 km/l / 8 km/l
Toro Endurance 1.8 9 km/l  / 6,3 km/l 11,1 km/l / 8 km/l

A justificativa da marca é que o teste padronizado do Inmetro não valoriza motores turbo e que no mundo real a picape com o motor GSE 1.3 turbo deverá gastar menos.

Essa informação de que o teste não ajuda aos novos motores turbinados despertou nossa curiosidade. Fomos atrás dos dados oficiais de outros carros que possuem motores aspirados e turbo na mesma geração para ver se a justificativa da Fiat cola.

Volkswagen Polo 1.6 MSI X 1.0 TSI

vw polo 200 tsi comfortline cinza de frente
Foto: Volkswagen | Divulgação

O hatchback alemão oferece um motor 1.6 16v aspirado de 117 cv e o 1.0 TSI de 128 cv, ambos da mesma família EA211. O cambio automático Aisin de seis marchas também é o mesmo, tornando a comparação mais justa. Segundo a tabela do Inmetro, o motor turbinado é mais econômico tanto na cidade quanto na estrada, independente do combustível. A diferença é pequena, principalmente com o etanol, mas na gasolina o motor TSI aumenta sua vantagem.

Versão Cidade (gasolina/etanol) Estrada (gasolina/etanol)
Polo 1.6 MSI 11 km/l / 7,9 km/l 13,8 km/l / 9,6 km/l
Polo 1.0 TSI 11,6 km/l  / 8 km/l 14,1 km/l / 9,8 km/l

Volkswagen Golf 1.6 MSI X 1.0 TSI

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Foto: Volkswagen | Divulgação

A dupla de motores EA211 da Volkswagen repetem nessa comparação, mas a transmissão agora é manual. O Golf 1.6 tem a desvantagem de ter apenas cinco marchas, contra seis do 1.0 turbo. O peso extra do hatch médio faz o torque do motor 1.0 TSI mais necessário na condução diária. No teste de laboratório o motor turbo levou vantagem em todas as variantes mais uma vez, tendo como destaque a diferença de 1,3 km/l na cidade com etanol.

Versão Cidade (gasolina/etanol) Estrada (gasolina/etanol)
Golf 1.6 MSI 10,1 km/l / 7,0 km/l 13 km/l / 9,2 km/l
Golf 1.0 TSI 11,9 km/l  / 8,4 km/l 14,3 km/l / 10,1 km/l

Hyundai HB20 1.6 X HB20 com motor turbo (1.0 TGDI)

hyundai hb20 turbo 2021 visto de frente em estrada
Foto: Hyundai | Divulgação

A Hyundai oferece nos modelos topo de linha do HB20 o motor 1.0 turbo de 120 cv, a potência é menor que os 130 cv do motor 1.6 aspirado. A vantagem do 1.0 fica no torque de 17,5 kgfm a 1.500 rpm, contra 16,5 kgfm a 4.500 rpm do motor 1.6.

Na tabela do Inmetro, o HB20 equipado com motor 1.0 TGDI levou vantagem sobre o 1.6 em todos os ciclos, mas com diferença pequena entre os motores. Foram usadas as versões Evolution com cambio automático de seis marchas para a comparação.

Versão Cidade (gasolina/etanol) Estrada (gasolina/etanol)
HB20 1.6 11,5 km/l / 7,8 km/l 13,9 km/l / 9,8 km/l
HB20 1.0 TGDI 11,8 km/l  / 8,2 km/l 14,2 km/l / 10,2 km/l

Ford Fiesta 1.6 X 1.0 Ecoboost

new fiesta ecoboost style exterior 1
Foto: Ford | Divulgação

Pouco lembrado, o Fiesta 1.0 turbo era um carro interessante na linha da Ford enquanto foi oferecido. Esse motor foi premiado no exterior e chegou a equipar até o sedã médio-grande Mondeo na Europa.

Aqui veio apenas em versões mais equipadas do Fiesta, sempre acompanhado da transmissão Powershift e movido apenas a gasolina.

No Programa Brasileiro de Etiquetagem, o Fiesta equipado com o motor turbo ficou a frente de seu irmão com motor 1.6 aspirado e garantiu nota B na categoria, ante a nota C  do Fiesta 1.6.

Versão Cidade (gasolina/etanol) Estrada (gasolina/etanol)
Fiesta 1.6 11,2 km/l / 7,8 km/l 14,9 km/l / 10,3 km/l
Fiesta 1.0 Ecoboost 12,2 km/l  / – km/l 15,3 km/l / – km/l

Conclusão

A justificativa da Fiat não colou. No teste padronizado, todos os carros comparados com motor turbo obtiveram números de consumo menores. Alguns mais próximos entre os motores como o HB20 e outros com vantagem maior para o motor turbo como o Fiesta e o Golf.

Os motores turbo modernos apresentam o torque máximo em baixas rotações e, por isso, exigem menos aceleração para manter o ritmo do transito e encarar subidas. Na prática esse uso menor do acelerador junto do deslocamento menor resulta em consumo menor – e no teste o mesmo deve se repetir.

104 Comentários
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Eduardo 6 de setembro de 2021

Imagino que a Fiat pensa na Toro com o conjunto do Compass 4Xe que promete até 50km/l (o que me parece irreal) segundo algumas reportagens. Será um rival a altura para a Ford Maverick hybrid, que promete quase 18 km/l, tendo tração 4×2, que será lançada em breve.

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Luiz Henrique Boldarini 30 de junho de 2021

Pessoal eu tenho uma Fiat toro 2021 motor 1.8 e fui fazer um teste drive da 1.3 turbo foi uma tremenda decepção ou seja o que a caminhonete nova toro tem preço maior o resto é enganação

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ADILTON DOS SANTOS 7 de junho de 2021

A Toro tem 2 toneladas, não tem como arrastar esse peso todo sem beber muito, o carro é pesado com projeto antigo

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Fabiano 26 de junho de 2021

concordo amigo, mais eles deveriam ter penssado nisso antes, eles são engenheiros,já começa pela capacidade de carga a strada aquenta mais peso do que ela, vai entender né.

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Odair José de oliveira Oliveira 6 de junho de 2021

Não, posso fazer. Até agora não chegou o meu produto.

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Auder Dias 4 de junho de 2021

Mas então, já foi explicado em alguns sites que esse consumo da nova Toro é para ser levado a nível de comparação em relação a Toro 2.4 Tigershark, mesmo ela tendo saído de linha e não sobre a 1.8, sendo assim, ficou mais econômica sem dúvida!!

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Roberto 4 de junho de 2021

inmetro sempre ajudou a Fiat !!!! Será que esqueceram de avisa que a Toro 1.8 a alcool fazia 6,5 Km / l na cidade ???? Kkkkkkkkkk Se forem falar a verdade não faz nem 4 KM/L ….eu posso falar pois já tive todas as toros !!!!! Se vc quiser um carro menos Gastão …compre a Diesel , mas nunca acredite na Inmetro,!!!!!!!

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Jorge 3 de junho de 2021

Já que estão reclamando da eficiência e do método dos testes , abandonem logo o motor a Combustão e acelera o desenvolvimento de carros elétricos com preços que o povo possa pagar

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Roberto 4 de junho de 2021

Agora a inmetro chutou o balde !!!!!! Kkkkkkkkkk 6,5 a 8,0 a alcool kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Só se for na descida com motor desligado !!!!!
Ou alguém acredita nesse órgão ??????

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Comentarista Virtual 3 de junho de 2021

Carro tem que ser elétrico. Muito melhor e mais fácil de fazer a manutenção, não faz barulho, não polui, é  melhor para dirigir etc… Carro elétrico é outra coisa!

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Lupércio 3 de junho de 2021

Concordo plenamente, mas a onde o governo vai enfiar a gasolina sendo que hoje todos nós sabemos. Mas vamos aguardar até 2040.

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Welton 3 de junho de 2021

Não acredito que esse método de avaliação de consumo seja o motivo em questão, o motor 1.3 GSE da Fiat produz 185cv e 27,5kgfm de torq, enquanto o TSI 1.4 e o Ecotec 1.4, produzem 150cv e 25kgfm em média. O real motivo do consumo é o tamanho da turbina.

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Raul 3 de junho de 2021

Pra mim o grande erro é comparar consumos de carros com potência e torque diferentes,e de aspirado com turbo. Proposta da reportagem mal elaborada.

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Magnus 3 de junho de 2021

Ta mas, como não cola a justificativa da Fiat, se os motores do comparativo todos turbos foram superiores aos aspirados? Eu acho que a Fiat sim, cola a justificativa por simplesmente o resultado dos testes e também porque todo mundo já sabe que sim, são mais econômicos!

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Wilson de Oliveira Sousa 3 de junho de 2021

Concordo Marcos, a Toro soh faz isso mesmo. Acontece que o próprio Inmetro já está reconhecendo que a maneira deles de avaliar o consumo eh inadequado e excelente para as montadoras e utópico , não se pode avaliar consumo de carro pelo momento instantâneo do computador de bordo do veículo. E sim o que está no tanque do carro, o único e verdadeiro eh completar o tanque e no clik abrir o km parcial e no reabastecimento também no clik e verificar o km e dividir pela quantidade de litros e ter o consumo real e verdadeiro. Vc quer ver utopia sobre consumo de veículos, compre a revista 04-rodas e no Ranking de Consumo, veja os absurdos no consumo eh de tirar o fôlego , carros fazendo de 15/km/lt para cima. Horrível e tapa na cara do consumidor. Infelizmente.

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Wilson de Oliveira Sousa 2 de junho de 2021

O Inmetro infelizmente tem contribuído de forma a valorizar consumo menor nos veículos de forma errada. A verdadeira forma de avaliar o consumo é encher o tanque no clik da bomba e abrir a Km parcial e ao reabastecer também no clik , pegar a Km percorrida e dividir pela quantidade de litros de combustível e vc terá o km por litro de forma original e verdadeira. Exemplo: Hb20 manual só faz 8,40km/lt; T-Cross turbo 1.0 automatizada faz 8,25/km/lt; Renegade 1.8 automático faz 6,9km/lt. Ecoespt só faz 7,1km/lt, todos usando gasolina. Tenho comprovantes para provar. E mais o computador de bordo avalia somente o momento instantâneo e não atesta a verdade que é o combustível no tanque do carro.

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Roberto 4 de junho de 2021

NUNCA ACREDITE NA INMETRO !!!!!

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Jaime Del bel 2 de junho de 2021

Os carros com a desgraça do equipamento turbo, me fez perder 15.000.00 reais pois comprei uma tracker por 80 mil e vendi por 65 mil pois fazia 4.5 km litros sem contar ter com o famigerado de liga nas paradas e ao sair dava tranco levei concessionária e disseram que era característica do carro estava com 15.000 km.

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ENAX 2 de junho de 2021

Qual a tolerância das medições? A diferença é tão pequena que se for feita outra medição deve dar resultado diferente… Nenhum dos outros carros testados tem diferença de potência tão grande quanto a do Toro, logo não servem como comparação…

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João Gaspar Farias 2 de junho de 2021

O Torque de 270 kg não faz diferença nas retomadas? Pisa-se menos para retomar a velocidade, e Isto faz diferença no consumo. Essa diferença de 300 metros por litro é muito pequena para ser significativa.

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Leandro 1 de junho de 2021

Acho que a diferença na potência justifica a diferença no consumo, o motor turbo é sim mais eficiente porque gera mais potencia com menor deslocamento, a Fiat tentou justificar sem analisar o resultado

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Comentarista 1 de junho de 2021

Tem uns bobos que ao invés de fazer o comentário na página sobre a matéria fica aqui lendo e respondendo o comentário dos outros. Tem cada mané! 🤣🤣🤣

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Valdir 2 de junho de 2021

A toro é mais pesada e quanto aos carros mostrados são mais leves
É claro que serão mais econômicos
Um teste feito pelo ADJ confirmou que a toro fez 11 km litro na estrada com etanol mais econômica que teste do imetro

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Ivã Garcia Donoso 2 de junho de 2021

Mas é ate mais pesada com o antigo 1.8 então deveria beber bem mais com o antigo, SQN

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Alexandre Berzotti 1 de junho de 2021

O tempo dirá se é mais gastão ou não, teremos o Compass e a Toro pra comparar com as versões anteriores de motores.
Eu aqui feliz com o consumo do Onix Plus, carro já com 72000KM fazendo entre cidade e estrada 16KM/l na gasolina comum.

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Everaldo Moretto 2 de junho de 2021

E se você usar gasolina aditivada no seu ônix vai fazer diferença na quilometragem?

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Alexandre Berzotti 9 de junho de 2021

Vou encher um tanque com aditivada e depois posto aqui. Se você ativou a notificação por email, receberá a resposta.

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Wilson de Oliveira Sousa 2 de junho de 2021

Ótimo. Experimente encher o tanque e no clik da bomba e abra o km parcial e ao reabastecer no clik também, veja a km parcial e dívida pela quantidade de litros de combustível e vc terá o consumo verdadeiro e original. Faça isto, nos não temos nenhum veículo que faça mais de 10,/km/litro de combustível rodando nas cidades. A não ser que a gasolina seja pura, pior não temos . Faça e tire essa dúvida.

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Zé das couves 3 de junho de 2021

Eu tinha um uno mille fire 2002 e na cidade de SP a média era de 12,5km/l.

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Alexandre Berzotti 9 de junho de 2021

Wilson, eu coloquei na resposta que é entre cidade e estrada e não somente na cidade. Ando no dia a dia mais ou menos 50km estrada e uns 40km na cidade. Garanto a você que meu Onix Plus faz entre 15 a 16 km/l. Acabei de fazer teste na bomba e nesse último tanque fez 15,9 e o computador bordo marcou 15,6.

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Emerson Orlando da Silva 1 de junho de 2021

Óbvio que o carro com motor turbo o rendimento é maior mais sobre a manutenção não foi citada em nenhum momento a manutenção do carro turbo ela é superior ao do carro com motor aspirado outra o carro com transmissão automática o consumo é maior enfim para quem tem grana para gastar e comprar um carro desses consumo não importa.

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Nilson Moura 1 de junho de 2021

O certo é fazer o teste na rodovia.

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Roque S. Braga 1 de junho de 2021

Simples e descomplicado.
Se um carro recebe turbo, tende a ter uma média de consumo bom, na recepção de um motor de menor cilindrada.
O que acontece é que um motor menor, com muita tecnologia embarcada, ter um consumo que não justifique sua aquisição, por que não ter um motor com maior capacidade volumétrica, que vai entregar o mesmo torque e potência a um prazo muito maior que dos modelos com caracol?!
Os carros estão enfrentando a aparente estratégia dos televisores de tubo em sua saída – muda-se o formato, aumenta-se a pixelagem, ninguém quer e compra as de plasma.
O veículo elétrico é a nova necessidade, mas tem poréns. Um é que lá na Califórnia, os veículos elétricos estão sendo substituídos por modelos a combustão, por causa da autonomia.
Então é algo que tem de se ponderar com crítica, porque uma coisa é ter um carro com indução forçada, manutenção mais complexa e sensível em muitos aspectos com um carro com aspiração natural, cuja manutenção não vai ser tão preocupante, lembrando que Toros serão levadas para ambientes hostis, com poeira, essas coisas. E carros turbo a gasolina são mais delicados, não importa quão resistentes se tornaram neste tempo.
A se ponderar. Não me contra-responda agora, aguarde que o tempo é o melhor definidor.

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Tiago Pozzer 1 de junho de 2021

Reportagem bem fraca. Tinha que ter relacionado a diferença de potência entre as comparações. E óbvio que quanto maior o ganho de potência, menor vai ser o de consumo.

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Rogerio Dutra Clemence 1 de junho de 2021

Matéria tendenciosa. Em momento algum citou que a potência e o torque do novo motor é muito maior que do antigo. Ele bebeu o mesmo tanto que o antigo, porém entregou maior potência e torque.

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Rodrigo 1 de junho de 2021

Automóvel da Fiat produzido no Brasil são todos uma porcaria…

Com tanta tecnologia…fabricam um carro mais beberrão do que o modelo antigo. (Toro que não é Toro).

Vergonha!!

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ROBERTO 4 de junho de 2021

CONCORDO

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Jose 1 de junho de 2021

certamente deve haver erro, tenho uma Vulcano a diesel e faz 15.5 rodando na estrada e cidade.

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Giovani Tagliari 1 de junho de 2021

Amigo ali são as versões a gasolina….

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Carlos Augusto Ferreira dos 3 2 de junho de 2021

Tenho uma toro a diesel com 7 mil km rodados e só faz 8 km/l

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jose 2 de junho de 2021

é possivel que venha a melhorar, a minha hoje está com 70 mil km. no primeiro ano fazia media de 12 km l.

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Wilson de Oliveira Sousa 2 de junho de 2021

Excelente, vamos fazer um teste, encher o tanque e no clik da bomba abra a km parcial e ao reabastecer no clik da bomba veja os km percorridos e dívida pela quantidade de combustível e veja quanto o seu carro faz na real. Vc vai ter uma supresa original. Tenho T-Cross modelo Confortline 1.0 , recebi 04/20 e desde venho fazendo avaliação com esse sistema que é o único e verdadeiro, ele iniciou fazendo 6,5km/litro, hoje está com 8.700km, faz 7,90 a 8,20km/litro. Infelizmente o Inmetro já reconhece que está fazendo de maneira inadequada aferição de consumo.

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Gaspar 2 de junho de 2021

Wilson meu t-cross CL também faz isso na cidade e olha que aqui tem muito morro (MG). Mais eu consegui fazer no asfalto andando na média de 90 a 110 km/h 15.5 na gasolina e 12.5 no etanol.

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Roberto 4 de junho de 2021

Já é minha segunda volcano , faz 14 …..na estrada mas na cidade nenhuma conseguiu fazer 8 KM / L
Fui enganado na compra de uma Toro 2.0 alcool e gasolina ….. o carro parece que estava com o tanque furado !!!!! Cai no conto da Inmetro , deveriam processar esse órgão …..

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Hildemir dias 6 de junho de 2021

A verdade é uma só é beberrona e acabou fim de papo

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Diego barin 1 de junho de 2021

Parece, mais uma vez, que o problema do brasileiro é o “português” (diga-se interpretação de texto). Não vi comparação de Toro com Hb20 ou Polo ou outro qualquer, mas sim destes modelos aspirados com turbos. O que a matéria quis mostrar foi que a disparidade da Toro (aspirada e turbo) não acontece em outros modelos. Que a “desculpa” da Fiat não cola. Ainda acho que o melhor é aguardar para que os usuários tirem suas conclusões. Teste do Inmetro são apenas balizadores padronizados. Aceita que quer.

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Marlon Stefani 1 de junho de 2021

Compararam carros HATCH E ESPORTIVOS que são muito mais leves e com os motores turbo que estão a tempos no mercado com uma camionete que é UTILITARIO. Daqui a pouco vão usar o mesmo critério para comparar o Fusquinha com a FERRARI.Pelo amor de Deus a Toro pesa 1.600 kg e o turbo ainda está sofrendo ajustes. Mesmo os modelos Hatch mais leves não tiveram nenhuma variação muito expressiva. O INMETRO não leva em consideração a qualidade da gasolina e o estilo de pilotagem do condutor bem como outras variantes. Lógico que um motor zero kilometro é mais travado e mais Gastão pelo fato dos pistões estarem muito justos ainda no motor. Fica a pergunta, pra que fazerem uma camionete com turbo e módulo SPORT se os MÃO DE VACA querem economia.

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José Mello. 1 de junho de 2021

Motor turbo é mais eficiente, mais potente, mais econômico só não faz milagres.

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Josely Vasconcelos 1 de junho de 2021

Vocês compararam apenas os dados do Inmetro. Para saber se a “justificativa” da montadora colou ou não, teriam que testar os carros usados nesse comparativos, testar na pista mesmo, e comparar o resultado com os dados do Inmetro. Aí sim poderiam afirmar algo.

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Frederico 1 de junho de 2021

Exato! Desde que os testes na pista usem sempre a mesma metodologia e condições para diferentes veículos.

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Sandro 1 de junho de 2021

Vale lembrar também que este motor 1.3 turbo aposentou foi o 2.4 e não o 1.8. As comparações deveriam ser feita entre os 1.3 e o 2.4 tem quantidade de cv mais próximos um do outro

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Rogerio Dutra Clemence 1 de junho de 2021

Exatamente. A matéria tendenciosa e desprovida de imparcialidade. Parece que escreveram-na no intuito apenas de ter o que falar. Seguir a onda.

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Wilson 1 de junho de 2021

Mas ele veio para substituir o 1.8 e não a 2.4.

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NB 1 de junho de 2021

Eu quero uma diesel, pra poluir, pra detonar, pra passar a boiadada

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Leonidas 1 de junho de 2021

Na Fiat Toro 1.3 são 4 cilindros, +- 50 cv a mais que os 1.0. E 4 bicos cuspindo combustível, os outros carros são 3 cilindros, bem mais leves, comparar uma Toro com um HB20, um polo, são propostas diferentes…

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Jarbas Ferreira 1 de junho de 2021

Ademir Schmidt,tenho uma também, a sua pode fazer este tanto de Km/l puxada, né?
Se for pra reclamar de consumo de combustível, anda de busâo.

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Carlos Alberto Palazzini 31 de maio de 2021

Tem razão o leitor que lembrou bem que o comparativo foi feito com motores diferentes, alho e bugalho, 1.3 x 4 cilindros e 1.0 x 3 cilindros!!! Queriam o que, o Fiat tem 1 caneco a mais!!! Por isso também tem muito mais potência e torque!!! Queriam o que? Consumo ligeiramente maior sem dúvida mas com muito mais potência, é simples assim….

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Márcio 31 de maio de 2021

E analisando o que a Fiat declarou no uso diario, qual a média? Quais números vcs chegaram? Não fizeram o teste? Hummmm, mais do mesmo como sempre….

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Jailson Mendes 31 de maio de 2021

Esqueceram de levar em consideração que os carros que vocês compraram tinham praticamente a mesma potência. Com diferença de apenas 10cv entre o aspirado e a respectiva versão turbo. No caso da toro, são quase 50cv a mais e o consumo praticamente igual. Acho que falta testarem ambos os carros para aí sim tirar alguma conclusão.

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Jorge 31 de maio de 2021

Uma decepção o motor turbo e outra decepção e a Strada com motor 1.3 aspirado que não empolga em nada. As vezes dá vontade de empurrar para ver se vai.
Fiat se orienta que a concorrência está muito bem.

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Roni oliver 31 de maio de 2021

Gosto de carro da Fiat, mas acho q deveria ter diminuído um pouco a potência tipo uns 160 CV q andaria bem visto a 1.8 com 139 CV sem aumentar tanto o consumo, pois quem disser q espera consumo de motor dowsin 1.3 como de 1.8 da era crisler BMW dos anos 90 é pedir demais, sem falar na manutenção q será infinitamente mas cara, vacilou no consumo.

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Eduardo 31 de maio de 2021

Todos os turbos da matéria são 1.0, menos a toró que é 1.3. ????

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Henry 31 de maio de 2021

Acho que vocês esquecerem que alguns desses carros são 3 cilindros, enquanto o da Fiat é 1.3 4 cilindros. O que justifica ter mais potência e consumo aparentemente igual.

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Pedro Oliveira 1 de junho de 2021

como tem idiota nestes comentarios. oque foi mostrado no comparativo , foi a diferenca do consumo entre carros com oou sem turbina, em nenhum momento fez comparacao com a toro. alias tenho uma toro 2.4 volcano e estou satisfeitissimo com seu consumo, praticamente o mesmo daminha strada adv 1.8

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Eduardo 31 de maio de 2021

O pessoal está precisando melhorar, e muito, a interpretação de texto.
O objetivo da matéria não é verificar se os dados do Inmetro representam o mundo real, mas sim a afirmativa da Fiat de que a metodologia do Inmetro não favorece os motores turbo. Isso está no 6º e no 7º parágrafos.

Sobre a metodologia do Inmetro, ela não se propõe a representar a “vida real”, que é diferente para cada pessoa, pois cada um dirige de um jeito, em uma cidade diferente, com cargas diferentes. O que o teste faz é isolar essas variáveis e comparar os motores em situações idênticas, estabelecendo uma eficiência energética comparada entre eles.
Agora que já claro o objetivo da matéria, leia de novo e aí as coisas farão sentido para você.

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Fernando Miranda 31 de maio de 2021

Tem q desenhar. O brasileiro não sabe interpretar texto.

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Teixeira 31 de maio de 2021

Carro a combustão fazer menos 20km na cidade é um Absurdo. Por isso os elétricos irão dominar ….nesse ponto Inaceitável…em pleno século XX ainda falarmos disso.

Temos que boicotar

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Zé Ruela 31 de maio de 2021

VW TSI manda lembranças!!!kkkkkkk

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Cesar 31 de maio de 2021

A comparaçao com outros modelos testados não é parâmetro. O novo motor Stelantis é quase 50cv mais potente que o E-Torq. Se como outros fabricantes acrescentasse 10 a 20cv apenas, certamente seria mais econômico. Mas se o foco é economia, compra im KA.

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Ademir Schmidt 31 de maio de 2021

Tenho Fiat Toro 1.8, faz 12km na rodovia e 9,50 cidade.

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Jarbas Ferreira 31 de maio de 2021

Tenho uma 1.8 picap Toro muito boa mas daí fazer 12km/l na estrada e 9,5km/l na cidade SÓ SE FOR PUXADA POR OUTRO VEICULO.
A minha na cidade com gasolina fez 5,0km/l, e olha lá, na maioria, se pisar mais um pouquinho não faz 4,0km/l. Na
estrada 8,0km/l se não passar de 90km/h.

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Francisco Ângelo Gomes Chaves 31 de maio de 2021

Se você tivesse optado por uma toro flex 1.8 com câmbio manual, não teria esse alto consumo, tenho uma toro flex manual 20/20, show de bola, chega a fazer 9.9 a 10 km/l com gasolina aditivada e ar ligado e na BR a média é 13.5 km/l.

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Leonardo Jorge da Rocha Silva 1 de junho de 2021

Eu acho que as pessoas esquecem da rotação por minutos.Se vc controlar o pé na faixa de 1500 até 2000 e nas machas corretas. Vcs vão ver que o carro vai ficar econômica. Tive um tuckon que falam que beberrona. Fiz 10km

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MAYCON MARTINS PRADO 1 de junho de 2021

Eu tive 3 Fiat Toro 2 flex e tenho 1 diesel o consumo não eh de 4 km por litro falando no álcool aq dentro 7.5 gasolina 9.5 na estrada faz 10 e 12.5 pra mais dependendo da viagem .não queira compara um carro no trajeto curto .e nem com pessoal q não tem custume de dirigir

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Celso Paiva 31 de maio de 2021

Mentira na cidade sem ligar o ar e com álcool nunca consegui fazer mais de 4km litro tentei de tudo rodei 25.000 km e desisti

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alecs 31 de maio de 2021

concordo com o R.Gabriel que disse tudo que pensava.

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Gabriel 31 de maio de 2021

Eu sinceramente não sei porque ainda insisto em ler essas reportagens do autopapo! Completamente antiprofissionais, pouco embasadas (como sempre) e cheia de “achismos”. Reclamar do consumo de quase 10KM/l de etanol em um picape que pesa mais de 1,5t é um pouco exagerado por parte do Boris e agora essas comparações meio descabidas, sei lá sabe?!

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Fernando Miranda 31 de maio de 2021

Ele reclamou? Quem reclamou do cosumo auferido foi a Fiat

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Marcos Geraldo Do Vale 31 de maio de 2021

O Boris tá caducando sem noção.

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Roberto Gabriel 31 de maio de 2021

Com a relação a esta polêmica, há um aspecto que não fora lembrado em nenhum comparativo a respeito da Toro 2022, que eu tenha visto. O motor 1.3 turbo da Fiat veio a substituir o motor 2.4 tigershark e não o 1.8 que equipa a Toro desde o início e que continuará a equipa-la. Portanto, o comparativo correto, tanto em matéria de consumo quanto em matéria de desempenho, seria entre o 1.3 turbo e o 2.4 tigershark que foi substituído pelo primeiro. Eu, particularmente, ficaria muito entusiasmado em ver tal comparativo!

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Jorge Nicolau 31 de maio de 2021

Também Boris, hoje vc pegou pesado, comparar o motor Ford Ecoboost premiado por 6 anos consecutivos como o melhor motor do mundo na categoria com um motor Stelionatis, é pácábá.

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bruno alves vasconcelos 5 de junho de 2021

Fiat é FERRARI amigo…Ferrari é maior marca de esportivos do mundo e é filha da FIAT

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José Adolf 31 de maio de 2021

O consumo do aspirado é praticamente o mesmo do motor turbo (ambos com potências parecidas e desempenhos parecidos) por uma razão bem simples, ambos possuem baixa eficiência, próximo dos 30% como toda máquina a combustão. Como não faz muita diferença no consumo, hoje ainda opte sempre pelo aspirado, que é um motor muito mais simples, muito mais durável, requer muito menos manutenção e a manutenção é muito mais barata. Com certeza a economia de combustível que você terá com o turbo irá para o ralo com as manutenções. Em menos de 100.000km já terá trocado turbina e bicos injetores do motor turbo e jamais pagará com a suposta economia de combustível. Se compra carro e vende com 40 mil km, então OK, pode escolher qual quiser. Quem quiser conhecer uma história legal, procure sobre o primeiro campeonato mundial de F1 da Ferrari. Todos usavam motor 1.6 turbo e a Ferrari ganhou aquele campeonato com um 4.0 aspirado que era mais econômico que o 1.6 turbo! O 1.6 andava mais, era mais potente, porém gastava mais, parava mais vezes para abastecer e quebrava mais. O 4.0 aspirado ganhou aquele campeonato por ser mais econômico, durável, confiável, etc. Uma história linda que mexe com esses conceitos de motores. Depois do título da Ferrari, todos voltaram para os motores aspirados e só voltaram pro turbo décadas depois. Então, hoje, podemos estar evoluindo ou aprimorando o que ficou no passado. Muita modinha e blá blá blá, mas a história e a verdade é essa. Até os veículos e bondes em 1900 eram elétricos, mas perderam a parada para os combustíveis. Hoje, mais de 100 anos depois estamos voltando para os elétricos… Eu vou continuar com a gasolina, gosto da fumaça, do barulho e até das trocas de óleo, regulagens, etc, mas sei que está virando peça de museu.

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XNA 31 de maio de 2021

Que péssimo jornalismo…

Se a declaração de que o teste do InMetro neste motor não equivale a realidade, o que vcs fazem?

Vão lá e pegam mais números do InMetro de outros carros e motores que não tem nada a ver?

O correto seria levantar a bunda da cadeira, ir lá e pegar uma TORO 1.8 e outra 1.3 Turbo e andar nas duas e tirar sua conclusão.

Outros sites fazem assim. Vão lá e andam no carro.

Vcs querem tirar conclusão sem levantar a bunda da cadeira.

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Fernando Miranda 31 de maio de 2021

O inmetro fez isso. O testo do imetro é da mesma forma pra TODOS os carros do Brasil. TODOS. E a nova Toro saiu pior que a anterior. O resto é choro de fãboy de marca de carro.

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Fernando Miranda 31 de maio de 2021

Hahaha Brasil nunca vai dar certo. Aqui tem fã de marca de celular. Fã de marca de carro. Fã de político. Hahahaha não pode criticar o celular, a marca do carro ou o político de estimaçao que eles ficam bravos. O Inmetro faz o MESMO teste em TODOS os veiculos. Simples. O Inmetro não pode pegar todos os carros e sair dirigindo nas ruas de todas as cidades (com morro, sem morro….) então o testo é feito nas mesms condicoes. Assim q gente pode comparar os modelos similares. Dificil entender isso?

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Jo 2 de junho de 2021

Exatamente. A maioria das pessoas não sabe interpretar texto.

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Marcelo 31 de maio de 2021

Olha, o que eu noto é que esses consumos medidos pelo Inmetro são sempre “otimistas”. Logo, se a Fiat reclamou que o consumo medido pelo Inmetro (otimista) é falso, imagine o consumo real dele 🙂

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Wilson de Oliveira Sousa 2 de junho de 2021

Vc tem toda razão . A revista 04/rodas do ano passado, tem avaliação que Camaro faz 7,40km/litro. Pode? O Inmetro já tem ciência que estão fazendo avaliação de maneira inadequada .A maneira mais original e verdadeira e não tem constatação eh encher o tanque no clik da bomba e abrir o km parcial e no reabastecimento também no clik da bomba e ver os km percorridos e dividir pela quantidade de litros de combustível e vc terá o consumo verdadeiro e original.

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Comentarista 31 de maio de 2021

Esses carros a combustão já era! Carro tem que ser elétrico para acabar com essa queima de combustíveis fóssil a preços de ouro e que só irritam o consumidor na hora de abastecer.

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COMENTARISTA 31 de maio de 2021

Que pais você vive? Se for no Brasil pode ter certeza que quando a frota de Elétricos começar a crescer surgirão taxas a rodo, aumento da energia elétrica, bandeira vermelha, etc.

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Henrique 31 de maio de 2021

Não fez o menor sentido este comparativo! Nenhum! Faz o seguinte, pegue uma toro 1.8 e depois no mesmo circuito uma 1.3 e veja o resultado! Simples assim! Todas as etiquetas do inmetro são muito fora da realidade para o mercado da minha região pelo menos! É sabido que carros 3 cilindros turbo chegam a fazer mais de 20 km|l na br mas nenhuma etiqueta não chega nem perto destes números mas na vida real sim é possível!

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JOSE ANGELO DA SILVA 31 de maio de 2021

Comparação injusta. Devem comparar os carros com potência semelhante como fixaram.com os outros veículos. Logo a toro 1.3 turbo deveria ser comparada com o motor 2.4 que aproxima a mesma.potencia.

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Lucas 31 de maio de 2021

Parabéns pelas análises da reportagem. Elas são críticas e bem embasadas.

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Dudu 31 de maio de 2021

A Fiat está certa, teste do Imetro não reflete a realidade. Na prática o consumo é sempre maior, essa é a verdade. Alguém já viu toro flex fazer o que o Imetro diz? Eu nunca.

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Luciano 31 de maio de 2021

Não importa que consiga maior economia fora dos testes.
Os testes devem ser realizados da mesma forma pra possibilitar comparar e isto o Inmetro está correto.
A Fiat não conseguiu projetar um motor mais econômico. Isso é fato.

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Victor sousa 31 de maio de 2021

A Fiat não estava pensando no bolso do brasileiro quebrado que vai comprar um mobi de 45k eles fizeram um motor com potência o suficiente para um Veículo de 1700 kilos e reclamar que 9,5 km/l é pouco? Outro ponto é a pessoa desembolsar 145k para comprar a Toro 22 e querer comparar com argo na gasolina fazendo 16km/l

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Alessandro Estinatti 31 de maio de 2021

Esse mesmo motor turbo teve um resultado melhor no Compass no quesito eficiência. Seria interessante vcs fazerem uma comparação da evolução do Compass T270/2.0 aspirado X Toro T270/1.8 aspirado. Pois dentro do mesmo fabricante c/ o mesmo motor/câmbio tiveram evoluções diferentes. É verdade que a Toro era 1.8 e o Compass 2.0, mas a distância do aspirado pro turbo no Compass é menor que na Toro, 139/185cv e 166/185cv, teoricamente era pra Toro ter um resultado melhor. Fica aí a sugestão…

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Leandro 31 de maio de 2021

A Toro freedon peso total 2600
Enquanto os suv pesa bem menos
A Toro tá fazendo 7.5 na cidade com gasolina pelo peso do carro
Tá bom o consumo
Agora quem quiser economizar
Dinheiro com gasolina anda de bike ou a pé 👍

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Henrique 31 de maio de 2021

Está enganado Fiat Toro pesa 1600kg e a Compass pesa 1541kg pra mim essa diferença é irrisória.

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José Roberto 31 de maio de 2021

Irrisória? Precisa conhecer melhor o tópico de engenharia : ralação peso x potencia

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Henrique 31 de maio de 2021

Você deixa de levar alguém no carro por que ela pesa 60kg? Não estamos falando de esportivos mas carros de passeio , sugiro que coloque dois carros iguais um com duas pessoas dentro e outro com uma e veja a diferença absurda(ironia) de performance.

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Ademir Schmidt 31 de maio de 2021

Tenho Fiat Toro 1.8, faz 12km/l na rodovia e 9,50km/l na cidade.

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Marcos Geraldo Do Vale 31 de maio de 2021

Puro engano tenho uma toro Flex 2.4 com 186cv que pesa pelo manual 1740 kg e não dá mais que 5 km por litro na cidade e 9 na rodovia,se preocupasse com consumo compraria um carro 1.0

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