NGK: aditivo nada resolve e ainda danifica as velas

Cuidado! O uso de aditivo para o óleo do motor do carro pode te dar dor de cabeça... Não sou eu quem falo, mas sim um estudo da NGK. Veja:

Aditivos podem ser prejudiciais ao veículo
Aditivos podem ser prejudiciais ao veículo (Foto: Montagem AutoPapo | Ernani Abrahão)
Por Boris Feldman
13 de maio de 2021 07:30

As empresas que produzem aditivos para o óleo do motor do carro ficam bravas quando a gente diz que eles não servem pra nada e podem até reagir com os aditivos originais numa reação química danosa ao motor. E o mesmo em relação ao aditivo para gasolina.

Se não forem os detergentes dispersantes para evitar a formação de depósitos carboníferos, muito cuidado com os que anunciam: “maior desempenho, menor consumo”, pois é tudo ‘conversa para boi dormir’ e também podem prejudicar o motor.

VEJA TAMBÉM:

Prova disso foi um estudo feito recentemente pela NGK, produtora de velas entre as melhores do mundo, que disse ter analisado velas danificadas em motores e concluído que: o problema vem do aditivo para o carro que promete mundos e fundos.

Mas não prestam para nada, e ainda prejudicam o motor e as nossas velas! Clique aqui e confira, na íntegra, o estudo completo da NGK sobre esses aditivos.

Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
36 Comentários
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Rau Medina 27 de julho de 2021

Eu coloco no tanque de gasolina 10 bolas de naftalina, o motor fica mais potente.
Porém não aconselho ninguém a fazer isso.

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Ronco 1 de junho de 2021

Campanha do mal contra a Militec? Quantas matérias negativas já foram contra a Militec? 20? 30? Quando termina? De 2 em meses sai uma? Tá no calendário? Agosto de 2021: fazer outra matéria negativa contra a Militec?

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Marcus Bruno Quiroga 1 de junho de 2021

A perseguição escancarada repetitiva e subjetiva contra a Militec continua? Essa turma não tem limite?

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Duda 31 de maio de 2021

Rasgou o diploma de jornalista e virou troll?

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FUTURO 30 de maio de 2021

Dinossauro bully

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Domingos Palves 21 de maio de 2021

Sr. Boris, creio que sr. deveria pedir aposentadoria, pois sua matéria é horrível. Antes de publicar essas matérias, seria interessante o sr. submetê-la à apreciação de outras pessoas.

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Paulo 20 de maio de 2021

Boa tarde eu uso sempre o militec no motor nunca tive problemas com isso não ao contrário percebo que os desgastes de peças já diminuíram bastante o motor trabalha bem melhor se realmente danifica igual a ngk diz não chegou a me prejudicar ainda não.

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Marco 20 de maio de 2021

O estudo da NGK é sobre a presença de ferro na GASOLINA e não aditivo no óleo do motor!

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Junior Saldanha 20 de maio de 2021

Esse óxido de ferro é usado para adulterar gasolina.. não só em ativos

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Isacar mecânica multimarcas 20 de maio de 2021

Bom dia a todos , sou proprietário da Isacar mecânica multimarcas , engenheiro mecânico formado , e mecânico de carros desde os 15 anos de idade.
Boris , infelizmente o senhor misturou alhos com bugalhos , a matéria específica aditivos de combustíveis , esses por sua vez , entregam pouco ao funcionamento eficiente do veículo. Concordo. Porém , existe aditivos no mercado , que respeitam o consumidor e tem uma engenharia de ponta na formulação do produto , inclusive sem incidência de ” ferro ” , mas ainda assim oriento meus clientes a buscarem um posto de procedência para abastecimento. Referente aditivos de óleo , nós particularmente da Isacar mecânica multimarcas indicamos os condicionadores de metais. 😅👏 Quer conhecer um pouco mais sobre o universo automotivo ? Siga nós @isacarmecanica , até lá 🚘🚘🚘🙏

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Lucas Henrique 19 de maio de 2021

A matéria da ngk e sobre aditivos para gasolina e não para o óleo do motor, como diz a notícia.

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Lúcio Almeida Titara 17 de maio de 2021

Esse cidadão deixou de ter credibilidade quando passou a defender a gasolina brasileira como sendo a melhor do mundo.

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Leonardo 15 de maio de 2021

Vale o mesmo para a gasolina aditivada da Petrobrás?

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Adão Neves Silva 14 de maio de 2021

Olha seu Boris ultimamente vc só tem falado bobagens chamando os mecanicos de picaretas sem estar no dia a dia desses profissionais! Eu confio mais no mecanico sim pois só eles sabem se a peça pode ou não pode ser trocadas e nao por alguém que só porque entende de carros acha que entende de peças!!!! Falar do que não sabe isso sim é picaretagem!!!!

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Eliane de Araújo Pires 14 de maio de 2021

Oi Boris! O que são os detergentes dispersantes e onde podemos encontra-los (com qual é em qual produto)? Tenho um Uno Mile Economy ano 2013 que amo muito, faço todas as revisões no período certinho e atualmente como pagamos caro por gasolina ruim, estou seguindo uma dica sua abastecendo com gasolina comum e colocando aditivo. Então gostaria de saber sobre os detergentes dispersantes e qual aditivo você indicaria. Obrigada

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Marcus Paulo 20 de maio de 2021

Eliane, os aditivos já vem na formulação do óleo. O ideal é você comprar um óleo de procedência, no manual do carro você encontra o óleo indicado pelo fabricante.

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luno 14 de maio de 2021

Parei de ver a matéria quando vi o autor.

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William 14 de maio de 2021

Informação estranha, pois o link da NGK fala sobre óxido de ferro, e não de aditivo, acho que isso é Fake News.

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Octávio Nepomuceno 14 de maio de 2021

Aditivos vem de fábrica até… No meu Fiat só uso Paraflu, não entendi , como vai funcionar o carro sem aditivo ou mesmo água ? Essa acho q vcs deram mancada

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Naldo 14 de maio de 2021

Ele ta falando de aditivo para oléo ,paraflú é pra radiador.

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Jorge Nicolau 14 de maio de 2021

Pô Boris, me ajuda aí!
Na matéria vc cita aditivos para óleo lubrificante e o estudo da NGK fala de aditivos para o combustível.

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Irineu 100 paciência 16 de maio de 2021

Velhote tá caduco

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Kelson macedo 20 de maio de 2021

Kkkkkkkk vdd 😎

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Ronaldo Machado Pereira 13 de maio de 2021

Cadê o estudo??? Cabeça de bacalhau??? Ou enterro de anão???
Conversa fiada.
Ô Boris, te considero muito, mas esse dogmatismo “espiritual” não cola sem provas. E não será apenas um estudo de apenas uma fábrica com grandes interesses comerciais que vai provar isso.
Ou será falta de patrocínio da Wynn’s ou da Bardahl?
Presenciei testes dos aditivos, passei a usar aditivos, uso carros antigos e carros velhos beirando 300.000 km com motores limpos e impecáveis, exijo deles, acelero muito e muito forte, e não tenho problemas. Atribuo isso aos aditivos que uso.

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Samuel Souza 13 de maio de 2021

Bom, aditivo no óleo eu não utilizo, pois a embalagem do óleo vem lacrada, os óleos têm grande carga de aditivos e o próprio fabricante do veículo já indica qual o óleo lubrificante utilizar, portando, aditivo para o óleo, nunca! Estou falando de mim. Porém, aditivo para o combustível já é diferente… Sempre utilizo tanto no etanol quanto na gasolina, não confio muito no combustível que sai ali na bomba e ainda falo… Utilizo aditivo AC Delco, aquele da embalagem cor cinza que a própria GM fabrica e diversos usuários utilizam nos seus diversos automóveis. Não… Não tenho certeza de que é fabricado pela GM, mas lá em baixo no rótulo tem sua marca… General Motors do Brasil, com endereço e tudo. Como a GM iria por sua marca em um produto que danificaria seus e outros veículos? Deixo no ar.

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Domingos Pereira Alves 13 de maio de 2021

Uma reportagem lamentável. Tem uma crítica, mas sem fundamento,sem declinar os produtos testados, etc., fazendo referência a uma pesquisa “secreta”, mas endoçada por um jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem. Tai!

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Emerson Silva 13 de maio de 2021

Poxa sempre as mesmas pautas. Qualquer pessoa que prese seu carro sabe que o óleo que é recomendado pelo fabricante já vem com o próprio aditivo. E sem a fonte de pesquisa, o leitor tem que se dar ao trabalho de procurar, considere mais o seu leitores!

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Bruno 13 de maio de 2021

Pois é. Já li que ele entrou nessa de polemizar para ganhar visualizações no site e no canal. Muita gente está fazendo isso hoje. É o novo mundo digital… mostrar nudez, apelação, criar intrigas e conflitos…
Recentemente ele veio falando um monte de bobagens lá dos anos 80 sobre limpeza de freios, sem saber que muitas coisas mudaram, até as normas, a constituição das pastilhas, etc. Isso gerou tanta discussão e visualizações que ele recriou o mesmo assunto, deixando bem claras as suas intenções.
E ainda ficou xingando os profissionais que fazem o serviço e que seguem as normas técnicas de picaretas. Picaretas se eles não orientassem, e a decisão é do cliente.
Está na hora dele se aposentar.
Não basta isso ainda trouxe aquele falastrão comprado do Jeremy Clarkson para o site dele, com uma tradução que beira o ridículo e para falar só bobagens de quem o patrocina. Até lá fora o cara está sendo desprezado. E temos muita gente boa aqui que conhece de carros que poderia colaborar muito.

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Denilson 13 de maio de 2021

Mais uma superficialidade sem argumentação técnica.
A NGK “disse ter analisado”… cadê a fonte? Onde está o estudo? Como foram os critérios do teste?
Qual a amostragem? Qual a iniciativa que levou ela ao teste?
Cadê a fonte? E o link?
AutoPapo já foi um site que eu gostava de seguir, hoje só busca criar polêmicas para conseguir visitação. Uma pena.

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Bruno 13 de maio de 2021

Exato. Não sou só eu que percebi isso.

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William 14 de maio de 2021

A NGK fala de oxido de ferro, que não tem nada haver com aditivo….

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Leandro Pereira Da silva 13 de maio de 2021

Usar o óleo que o fabricante indica para o motor já é o suficiente. Eu uso a risca e nunca tive problemas. Meu carro já está com 200.000.00 e ainda tá silencioso e sem vestígios de borra pois recentemente troquei bomba de óleo e o mecânico se admirou por as paredes do bloco e demais componentes visíveis serem limpinhas. Como so uso combustível aditivado nunca precisei fazer descarbonização no sistema de admissão, somente troca de componentes como velas, limpeza, de bicos.

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Alexandre 13 de maio de 2021

Parceiro, vc utiliza o combustível já aditivado no posto ou vc compra o aditivo e o mistura no tanque?

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Leandro Silva 13 de maio de 2021

Amigo uso já aditivado do posto. Só um detalhe: sempre usei combustível do posto Shell. Todas as vezes que tentei mudar de posto tive problemas com falhamento depois de abastecer, principalmente posto BR. Com 200mil km só fiz limpeza de bicos 3 vezes mas nenhuma delas por apresenta problemas e sim por prevenção.

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ADRIANO DE SOUZA MOTA 13 de maio de 2021

Top ve power

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Daniel Zamora 15 de maio de 2021

@Leandro Pereira da Silva: A carbonização da sede das válvulas ocorre apenas em motores que possuem exclusivamente injeção direta. Se seu veículo se enquadra nesta categoria, independente de utilizar combustível aditivado, com 200 mil km já haverá bastante acúmulo. Os depósitos são infelizmente normais, e ocorrem por conta do sistema de recirculação de gases do cárter, que joga os vapores na admissão, e como não existe injeção indireta, no coletor de admissão, para “limpar” as válvulas, acaba ocorrendo acúmulo de resíduos. O uso de gasolina premium (e não apenas aditivada) ajuda minimamente a reduzir os depósitos, mas o que faz mais diferença é a utilização de óleos 100% sintéticos e de alta qualidade. Ainda assim, isto apenas reduz a carbonização, não a elimina totalmente.

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