Alô Mercedes e Renault: estou de volta!

Depois de anos ausente do mercado brasileiro, a Ford retorna com a linha Transit. Modelo terá versões que comportam 14 e 17 passageiros

Ford Transit está de volta ao mercado brasileiro
Ford Transit está de volta ao mercado brasileiro (Foto: Montagem AutoPapo | Ernani Abrahão)
Por Boris Feldman
22 de setembro de 2021 07:32

Depois de sete anos ausente do mercado brasileiro a Ford traz novamente a linha comercial Transit, dessa vez importada do Uruguai, para continuar concorrendo com Mercedes Sprinter e Renault Master.

A linha Transit é uma das mais premiadas do mundo e chega em duas versões, como minibus ou furgão. E duas distâncias de entre eixos que possibilitarão comportar o motorista mais 14 ou mais 17 passageiros.

O motor é o mesmo da Ranger produzido na Argentina: um 2.2 turbo diesel com 160 cv.

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Não, a Ford não tem fábrica no Uruguai. A Transit é montada CKD por uma empresa local terceirizada onde a marca norte-americana investiu U$ 50 milhões, mas que monta também comerciais para a Citroën, Peugeot e Hyundai, todos vendidos no Brasil.

Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
6 Comentários
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Polvo 24 de setembro de 2021

A Ford deveria criar algum modelo que atenda famílias, uma minivan para concorrer com Spin ou até mesmo o arcaico Doblò.

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jo 22 de setembro de 2021

Se eu precisar, vou comprar dos concorrentes. Ford não valoriza o cliente brasileiro, então não merece crédito da minha parte.

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João Oscar Pizzolato 22 de setembro de 2021

Lá fora o mercado mais competitivo com preço acessíveis , aqui alto preços com imposto enorme em todas as Vans . Porém o fiel da balança e a confiança na Marca a Ford saiu igual a VW e agora e pior não tem mais concessionárias para reposição peças e atendimento . Reposição de peças ficará ruim igual Citroen a marca fica fraca de mercado e ninguém comprar para ter problemas e pior na revenda.

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Jeff 22 de setembro de 2021

Podiam chegar de líder…. com o tão sonhado câmbio automático como são vendidas “lá fora”. Mas…. mais do mesmo. Perderam a chance de se destacar.

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TDenger 22 de setembro de 2021

Justamente. As montadoras não conseguem enxergar o mercado “familiar” para esse tipo de veículo no Brasil. Identificam apenas para prestação de serviços. Um modelo “executive”, onde o proprietário é o motorista, para uso doméstico, é totalmente desconsiderado. O que não acontece fora do país. Um exemplo é a Mercedes Vito. Fora daqui configurações executivas, cambio automático, portas automáticas. Aqui apenas com câmbio manual. Tinham é que acabar com esse protecionismo e abrir o mercado.

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JUSTMAN 22 de setembro de 2021

Por quanto tempo…
Dois anos?
🙂

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