Você pode comprar – sem saber – um carro que detesta!

Cada dia se tem notícia de mais parcerias entre marcas no mundo automotivo. Isso pode confundir o consumidor na hora de comprar o carro

comprar carro Renault Sandero e Fiat Argo
Comprar carro: Renault Sandero ou Fiat Argo (Foto: montagem AutoPapo | Ernani Abraão)
Por Boris Feldman
28 de abril de 2021 21:30

Cada dia vem a notícia de uma nova fusão, ou associação ou parceria entre marcas de automóveis. Você pode comprar um carro da Renault com mecânica Nissan ou um Mitsubishi, com mecânica Renault, pois existe uma aliança dessas três marcas.

Em um passado distante, a Peugeot e a Citroën se uniram sob a PSA. Num passado mais recente, Fiat e Chrysler se tornaram FCA. E agora estão todas elas sob o mesmo guarda-chuva, Stellantis. Você acha que comprou um Jeep Renegade, mas está levando, na verdade, um Fiat 500X.

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Peugeot e Citroën dividiam mecânica, mas agora vão receber os novos motores Firefly da Fiat. Mas vale lembrar que os novos modelos Fiat receberão plataforma do novíssimo Peugeot 208, ou seja, a marca do carro que você comprar poderá ser uma grande enganação.

Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
35 Comentários
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Luciano 6 de maio de 2021

RENGO….

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Ricardo Carlos. 6 de maio de 2021

Fusão, não é apenas as montadoras que estão se unindo, pois tem várias empresas no mesmo barco isso, diminui os gastos e impostos, resumindo o que quer o cliente é preço justo, qualidade ok

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Marcerlandio 6 de maio de 2021

Ford e GM são superior as outras

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Rennan Marcus 6 de maio de 2021

O poder de escolha virou uma ilusão, de fato. Ao menos na década de 90 era cômico ver alguém dizer que preferia o Apolo e outro dizendo que o Verona era melhor; ou que o Versailles dava um pau no Santana. O vilipêndio das marcas hoje em dia faz a gente ter saudade da Autolatina rsrs.

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Agnaldo Forte Pereira 6 de maio de 2021

Queria destacar existem dois tipos de união de Montadoras:
1. À princípio uma aliança para um determinado projeto, nesse caso é a união de forças para diminuir os custos de desenvolvimento e certificação das peças e sistemas, por exemplo a caixa automática do Mustang que foi desenvolvida em conjunto com a GM para o Camaro;
2. A união de duas Montadoras para juntas desenvolver todos seus veículos. Daí surge uma nova Companhia que terá desenvolver o portfólio das duas empresas, nesse caso começa a falta de investimento para todos os produtos. E daí a briga separação como foi a Autolatina, que acabou quando a VW não quis emprestar o Projeto AB9 para a versão Ford, que seria o modelo Ford GOL!

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Octávio Nepomuceno 5 de maio de 2021

Amigos, o que importa é a beleza do carro, no fim das contas ninguém repara motor, suspensão, essas coisas. Se fosse como vcs falam , o Etios seria líder isolado de vendas, pq é o melhor carro em custo benefício no Brasil

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Welton 5 de maio de 2021

Já se trata de prática antiga.

Envemo,Gurgel e miura.

Mecânicas VW.

Enfim ,vai ser difícil comprar 100%marca x ou y.

Excelente documentário.

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Waldir da silva 6 de maio de 2021

Vdd tive um verona da ford com motor 1.8 da vw

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Gustavo de Souza 5 de maio de 2021

Ou seja, se tem algum preconceito sobre uma marca, vamos ter que reverlos. Coloca logo os carros elétricos pra rolo e aí agente parte do zero com as novos conceitos.

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marcelo 30 de abril de 2021

Fala zezé, bom dia cara..

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Welton 5 de maio de 2021

Já se trata de prática antiga.

Envemo,Gurgel e miura.

Mecânicas VW.

Enfim ,vai ser difícil comprar 100%marca x ou y.

Excelente documentário.

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Marcos 30 de abril de 2021

Triste é comprar um Jeep Renegade com motor Fiat, se eu comprasse sem saber e depois descobrisse ficaria muito revoltado.

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Ivan 5 de maio de 2021

Triste é não saber da onde vem o motor do seu Renegade que é o da Toro

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Sulaiman Ibrahim Abdel Aziz 30 de abril de 2021

Carro na minha opinião e Americano sou Chevrolet até a morte, Francês e Italiano nem de graças só abra uma excessão Ferrari e Lamborghini kkkkk.

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cicero 30 de abril de 2021

lembrando que lamborghini e da marca volk e audi

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Charles 5 de maio de 2021

E a Ferrari da Fiat, rsrsrsrsr

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Edson 6 de maio de 2021

E lembrando que GM só fabrica coisa boa nos EUA, pois aqui usaram plataformas mais que ultrapassadas, da década de 90, para construir e vender coisas que só no Brasil chamavam de carros, com tecnologia antiga, conceitos ultrapassados, sem investimentos nas plantas, tudo pra encher o bolso da matriz, e só acordaram quando perderem quase todo o mercado para os japoneses. Daí investiram em novas plataformas e novos carros, que ainda assim só parecem bons aqui, pois seriam porcarias lá na América

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Márcio Andriow 30 de abril de 2021

Minha mãe teve um gol cht e um palio 2010 com motor chevrolet 1.8. Ótimos carros. Vale lembrar que o fiat 500 utiliza a plataforma do ford ka europeu.
No ramo das máquinas agrícolas, na New Holland que é uma marca fiat utilizava motores mercedes benz e há mais de 30 anos desenvolveu as plataformas de corte da massey fergunsson, pois a plataforma desta marca apresentava muita perda de grãos na colheita.
Fusões e parcerias são normais no mundo automotivo.

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Viana 30 de abril de 2021

Qual é a grande enganação , se a união das montadoras de automóveis é de acordo com as leis e, de conhecimento do público e divulgado no mundo inteiro ?

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geri 29 de abril de 2021

no Uruguai o celta nosso é vendido pela suzuki

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Ruan 30 de abril de 2021

Mas o celta nem é Chevrolet eu acho, é opel, bom o corsa eu garanto que é opel

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Matheus de Oliveira 5 de maio de 2021

Na verdade o Celta é um Corsinha, o Corsa B kk. Ele é opel sim. Se não me engano, ele saia da planta da Gm daqui e recebia só o logo da suzuki lá

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Alberto Niedermeyer 29 de abril de 2021

A Mercedes Benz a maioria dos carros tem motor Renault

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Roni oliver 29 de abril de 2021

Quanta bobagem escutei, desde quando é bom para o consumidor uma empresa engolindo a outra e diminuindo a concorrência. Pois essas junções só tem um objetivo aumentar lucro e cortar gastos de produção.O Brasil q antes tinha apenas as 4 Grandes VW, Ford, Fiat e GM só teve carros bons depois de mais concorrência dos importados se não opala, fusca etc venderia até hoje.Vc antes comprava Ford motor AP, VW motor cht da Ford e isso nunca prestou, infelizmente essas junções são boas apenas para as montadoras.

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Lafayette Magalhães 29 de abril de 2021

Essa miscigenação é antiga, lá nos idos tempos da 2a guerra já havia Jeeps sendo licenciados mundo a fora como Mitsubishi e Toyota, aqui Willys.
Em tempos de Autolatina, tivemos VW e Ford misturados, e a Fiat andou licenciando Fiats em vários países, a Rússia é um exemplo! Até a Renault andou fabricando pick-up Chevrolet c/k na Argentina, a verdade é que as marcas tradicionais fazem bons carros!

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Daniel 29 de abril de 2021

Imagina se lançam um 308 Marea? Vai ser um estouro!

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Paulo Henrique 29 de abril de 2021

Uma bomba ! Kkkkkkk

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Lívio Davi 30 de abril de 2021

😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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LUIZ 29 de abril de 2021

Acho ótimo,porque esses consumidores brasileiros, tão entendidos, vão ter que diversificar, sair, até sem saber, das mesmices das famigeradas VW e GM, valorizando outras marcas também!

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Felipe 29 de abril de 2021

Amigo lamento informar mas as boas soluções para o consumidor ficam de fora. Ex: Autolatina. Logus e Pointer receberam a péssima suspensão do Escort europeu. Bastaria usar balanças com buchas deitadas para serem resistentes como as suspensões dos VW da época. A bucha deitada acompanha o sobre e desce da suspensão durante a utilização do veículo e… dura muito mais. O Escort europeu usava buchas em pé nas balanças. Os Peugeot usam o mesmo sistema que o Escort. Pode pegar qualquer carro com buchas deitadas e rodar no mínimo 150.000km com as balanças originais devendo apenas efetuar as manutenções preventivas. Agora carros com buchas em pé necessitam troca das balanças ou ao menos as buchas em no máximo 70.000 km nas mesmas condições.

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LUIZ GUILHERME BARROS SANTOS 7 de julho de 2021

Parabéns ! Finalmente alguém que sabe o que está falando !! Tive diversos carros ( uns 30 ) durante minha vida ( tenho 75 anos). E, os da Linha Fiat ( que tem bandejas de suspensão com buchas “em pé”) viviam dando problema e era preciso trocar as bandejas com frequência. Hoje possuo um Ford, cujas bandejas tem buchas “deitadas” ( o carro está com 100.000 km e a suspensão ainda é a original !!

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Paulo 29 de abril de 2021

Muito pessimismo seu Boris. A troca de tecnologia é benéfica entre as partes.

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Jorge Nicolau 28 de abril de 2021

Eu sempre fiz isso, mas ao contrário, sempre gostei muito da Volvo, mas ao invés de comprar um Volvo C30 comprei alguns Ford Focus que na essência eram o mesmo carro com roupas e custos de manutenção distintos.

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Luiz Alberto Beretta 5 de maio de 2021

O motor do Renegade não tem nada de Fiat. É originalmente BMW/Crysler e equipava os Mini-Cooper e alguns carros feitos na Europa. A Fiat comprou a licença para fabrica-los na fábrica do Paraná. Bom motor só que bebe mais que a concorrência.

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Diego 6 de maio de 2021

O motor do Renegade flex é o etorq que num tem torque nenhum… Beberrão e não anda nada…

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