Acidente destrói De Tomaso Pantera de até R$ 1 milhão no Rio

Batida entre um Citroën C4 Cactus e o clássico foi registrada em vídeo; seguro não deve conseguir arcar com o prejuízo

Por AutoPapo 22/01/21 às 10h30
frente do de tomaso pantera 1974 vermelho
Uma unidade do De Tomaso Pantera em boas condições vale de R$ 500 mil a R$ 1 milhão (Foto: De Tomaso | Divulgação)

Um De Tomaso Pantera vermelho 1974 foi vítima de colisão traseira no Rio de Janeiro. Um Citrën C4 Cactus acertou o Clássico que tem preços entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. Confira imagens do acidente.

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O vídeo foi publicado no Instagram pelo jornalista Alberto Polo Júnior e divulgado pelo Autos Segredos.

De acordo com a mídia especializada, o Pantera era presença certa nos eventos de clássicos na capital.

Importante lembrar que, mesmo que o Citroën tenha seguro, dificilmente o De Tomaso será recuperado. Isso porque o prêmio da cobertura não deve ser suficiente para arcar com os custos de um possível reparo ou da indenização total.

Sobre o De Tomaso Pantera

O Pantera é equipado com motor Ford V8 351, de 5,8 litros com 310 cv de potência a 5.400 rpm. O propulsor é ligado do câmbio manual de cinco marchas com tração traseira.

O conjunto motriz é capaz de levar o De Tomaso Pantera aos 100 km/h em apenas 5,6 segundos. Já a velocidade máxima é de 260 quilômetros por hora.

15 Comentários
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Mansur Staim 26 de junho de 2021

Tive a oportunidade de visitar a fábrica na Itália, pesquise a Detomaso participou da F1 durante dois ou três anos na década de 60, os bólidos da década de 70 tinham os mesmos propulsores Ford da F1 V8 Coswordh motor localizado na parte Central do carro, um foguete de 2 ou três lugares. Att Mansur

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Sergio 25 de janeiro de 2021

Acho que realmente poderia ter complementado com informações novas e não só as suposições. Tipo o que o motorista do C4 estava fazendo que não viu um carro desses parar no semáforo.

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PAULO 22 de janeiro de 2021

O Jornalista simplesmente saiu escrevendo sem noção de nada e movido pela inveja pensando “se ferrou” sentado no seu Ka 1.0 sem ar financiado em 60 meses tentando azarar o proprietário da Ferrari.

Como diria um humorista “”Não tenho dó do dono da Ferrari, tenho dó de quem tem um carro popular sem seguro, financiado em 60x. Este sim esta ferrado”.

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Marcones 24 de janeiro de 2021

Então no seu entendimento quem é pobre e tem carro financiado não pode emitir opinião? Além do mais o jornalista em questão não escreveu sem noção de nada e nem tem inveja de nada, seu comentário é muito sem noção, isso sim.

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Paulo 24 de janeiro de 2021

A palavra pobre é sua e não minha. Quanto ao jornalista mantenho minhas palavras e podia escrever até mais criticas, pois como jornalista deveria ir atrás do dono da Ferrari, do dono do outro carro e fazer uma matéria real e não com suposições de valor de cobertura de seguro, que o carro não será consertado e outras bobagens de jornalista “meia boca”. Este jornalista ou projeto de jornalista precisa estudar mais e saber que o valor de seguro para terceiros que escolhe é o segurado, que falar de valores sem conhecer as partes é informação mentirosa, que o dono da Ferrari pode ter simplesmente descido da sua máquina e dito “tudo certo e não esquenta a cabeça”, que o dono da Ferrari pode ter descido e saído correndo por medo de sequestro e por ai vai. Fazer matéria de gente grande e não produzir FAKE NEWS. Quanto ao KÁ financiado, fica em paz que Deus ajuda quem trabalha.

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Leonardo 26 de janeiro de 2021

Onde tem Ferrari na reportagem? Aquilo é um De Tomaso. Quer criticar e nem sabe do que está falando.

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PAULO ROGERIO SOARES 26 de janeiro de 2021

Obrigado pela correção, mas o restante mantenho fielmente. FAKE NEWS.

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Marcones 30 de janeiro de 2021

Sua resposta ao meu comentário continua agressivo e total desconhecimento do assunto, tipico de pessoas agressivas e sem noção. Chamar o jornalista de “projeto” e “meia boca” mostra o tanto que vc não respeita quem escreve. Suas criticas poderiam ser no que vc conhece e não tentar diminuir o jornalista porque vc não concorda com ele. Sobre sua mensagem que “Deus ajuda quem trabalha” mostra que sua mensagem é muito pueril.

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PAULO ROGERIO SOARES 30 de janeiro de 2021

Mesmo não sendo jornalista tenho minhas opiniões firmes e assim continuarei sendo. O resto que escreveu é blá blá blá de quem foi criado com Danone e a mãe descasca a laranja até hoje. Críticas servem para amadurecimento, principalmente para um jornalista que quer entrar na casa do seu público e formar uma carreira de sucesso e respeito.

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PAULO ROGERIO SOARES 30 de janeiro de 2021

Relaxa, você é muito menino dodói!

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Marcones 30 de janeiro de 2021

Como disse anteriormente, vc confirma sua total incapacidade de discutir em alto nivel. Seus comentários são muito infantis, quando escreve “filho criado com Danone e mae descasca laranha até hoje”, mostra a escola que vc teve. Passar bem e amadureça.

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Igor 22 de janeiro de 2021

Também não concordei com o comentário do jornalista. proprietário do pantera pega o valor da seguradora e completa o valor restante. Depois se achar conveniente cobra do proprietário do C4 o valor restante. Não é por questão de finanças que o carro possa ser recuperado ou não.

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José Vicente 22 de janeiro de 2021

Não entendi a observação sobre a recuperação do carro. Caso a franquia do seguro seja inferior ao custo de reparação, o proprietário do C4 deverá pagar o valor a mais gasto na recuperação.

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Eladio 22 de janeiro de 2021

O jornalista presumiu que o proprietário do Cactus não tem condições de arcar com a diferença de valores.

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jose 22 de janeiro de 2021

sim – se for vendido como escravo…isso aí é papo não de gente rica, mas de gente prospera…

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