Volvo jogou 10 carros novos em penhasco para simular colisões extremas

Objetivo da ação foi estudar a deformação dos modelos e realizar testes com equipes de salvamento; veja vídeo e imagens

Por AutoPapo 14/11/20 às 10h11
bombeiros olham volvo vermelho jogado de penhasco
Equipe de resgate observa danos no Volvo jogado de penhasco (Foto: Volvo | Divulgação)

Para ajudar os serviços de resgate a se prepararem para cenários extremos de acidentes de trânsito e simular colisões mais fortes, a Volvo jogou dez carros novos em um penhasco. Um guindaste possibilitou as quedas de 30 metros de altura.

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Os bombeiros envolvidos na ação estudaram formas mais ágeis de tirar os passageiros das carcaças. Para tanto, “despedaçaram” os carros com ferramentas de resgate hidráulicas.

“Há muitos anos trabalhamos em estreita colaboração com os serviços de resgate suecos”, afirma Håkan Gustafson, investigador sênior da Equipe de Pesquisa de Acidentes de Trânsito da Volvo Cars. “Isso porque temos o mesmo objetivo: estradas mais seguras para todos. Esperamos que ninguém nunca precise passar por acidentes graves, mas nem todos eles podem ser evitados. Portanto, é vital que existam métodos para ajudar a salvar vidas”.

Todas as descobertas resultantes das colisões e do trabalho de remoção serão registradas em um relatório de pesquisa que será disponibilizado gratuitamente.

De acordo com a Volvo, normalmente as equipes de resgate recebem veículos de treinamento de sucata. Mas esses carros costumam ter até duas décadas e, em termos de resistência do aço, construção da gaiola de segurança e durabilidade geral, há uma grande diferença para os carros modernos. Por essa razão, o teste mais recente é significativo.

“No geral, só batemos carros no laboratório. Essa foi a primeira vez que os deixamos cair de um guindaste”, diz Håkan Gustafson. “Sabíamos que veríamos deformações extremas após o teste e fizemos isso para dar à equipe de resgate um verdadeiro desafio para trabalhar”.

Os diferentes modelos da Volvo foram jogados do guindaste diversas vezes. Antes das quedas, os engenheiros de segurança da Volvo Cars fizeram cálculos exatos sobre a quantidade de pressão e força a que cada carro precisava ser exposto para atingir o nível de dano desejado.

Fotos: Volvo | Divulgação

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