5 carros nacionais que nunca seriam vendidos nos países das matrizes

Comuns por aqui, projetos destinados aos ditos países emergentes não são comercializados na América do Norte, na Europa ou no Japão

Por Alexandre Carneiro 15/11/20 às 07h15
volkswagen gol 2021 vermelho em movimento
Volkswagen Gol (Volkswagen | Divulgação)

Os chamados projetos para mercados emergentes tomaram conta do Brasil. Nos segmentos de entrada, a maioria dos carros nacionais foi concebida especificamente para o mercado local, ou então para países fora do eixo Europa-EUA. Esses modelos têm produção mais barata e, consequentemente, preços mais acessíveis para o consumidor.

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Por outro lado, eles oferecem menos equipamentos de segurança e, muitas vezes, não atendem às normas de emissões de poluentes de alguns locais do exterior. Por isso, não podem ser comercializados em mercados mais exigentes. O listão de hoje é justamente sobre eles: enumeramos 5 carros nacionais que não poderiam ser vendidos nos países de origem dos fabricantes. Confira!

1. Volkswagen Gol/Voyage

Os consumidores alemães nunca puderam comprar um Gol em uma concessionária Volkswagen. O fabricante até chegou a exportar o Voyage e a Parati (derivações do hatch com carrocerias sedã e perua, respectivamente) para a América do Norte, nos anos 80, quando as crises do petróleo causaram o desembarque de vários modelos compactos por lá. Porém, não chegaram a fazer grande sucesso.

Atualmente, o foco do Gol são os países latino-americanos. Isso não chega a causar surpresa: afinal, a Alemanha é, há décadas, o mercado automotivo mais exigente da Europa. Os consumidores germânicos têm alto poder aquisitivo e grande consciência ecológica. Além disso, há exigências pesadas por parte da legislação. Por sua vez, o hatch não dispõe sequer de controle de estabilidade e de airbags laterais.

Vale lembrar que, desde a primeira encarnação, lançada em 1980, o Gol sempre foi concebido no Brasil. Por aqui, o modelo é extremamente bem-sucedido sob o ponto de vista comercial e segue fiel à proposta de veículo acessível. A atual linhagem, contudo, já tem 12 anos de mercado e está defasada diante de outros carros nacionais da mesma categoria. Recentemente, a Volkswagen suspendeu o desenvolvimento da nova geração.

2. Fiat Mobi

frente do fiat mobi trekking 2021 vermelho
Fiat tem tradição em produzir subcompactos na Itália, mas o Mobi só é fabricado no Brasil

Assim como o Gol, o Mobi é uma “jabuticaba”, como são conhecidos quaisquer artigos tipicamente brasileiros. Criado no (e para o) Brasil, o modelo é um dos carros nacionais com preços de compra mais baixos. Para manter o valor acessível, a Fiat baseou o projeto na plataforma encurtada do Uno e utilizou a mecânica Fire, gerações atrás dos propulsores fabricados na Itália.

No quesito segurança, o Mobi também está aquém do que os consumidores europeus esperam. Não há muito mais que airbags frontais e freios ABS. Portanto, é impensável vendê-lo na Itália. E olha que veículos subcompactos, com preço acessível e baixo consumo de combustível, são muito apreciados por lá.

Lançado em 2016, o Mobi chegou a ser equipado com o moderno motor FireFly, de três cilindros, unicamente na versão top de linha Drive. Porém, a Fiat descontinuou essa opção, alegando inviabilidade financeira devido à baixa demanda. É que as vendas concentram-se nas versões de entrada. A linha 2021 trouxe uma nova configuração, a Trekking, e algumas mudanças visuais; o propulsor Fire 1.0 é o único oferecido para a gama.

3. Renault Kwid

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Marca francesa Renault vende o Kwid na América do Sul e na Ásia, mas não na Europa

É verdade que o Kwid é fruto de um projeto global: a subsidiária indiana da Renault foi a responsável pela concepção. Mas a internacionalização do hatch restringe-se aos chamados países em desenvolvimento. Ele, portanto, praticamente não tem relação com a França, e deve permanecer bem longe de lá.

A Renault nunca escondeu que o projeto foi criado para ter preço baixo. Atualmente, o Kwid e o Mobi são os únicos carros nacionais que ainda oferecem versões por menos de R$ 40 mil. Ao contrário do concorrente ítalo-brasileiro, o hatch franco-indiano oferece airbags laterais de série, em toda a gama. Nem por isso, porém, o modelo foi considerado seguro pelo Latin NCAP, que deu a ele três estrelas entre cinco possíveis.

A trajetória comercial do Kwid tem sido bem-sucedida. O subcompacto é, atualmente, o produto mais vendido da Renault, superando o Sandero. Apesar de ter sido chamado de “SUV dos compactos” pelo fabricante na ocasião do lançamento, em 2017, ele é, na verdade, um subcompacto com suspensão elevada.

4. Toyota Etios

etios
Toyota nunca comercializou o Etios no Japão; gama não terá nova geração e sairá de linha em alguns anos

Outro automóvel que foi concebido na Índia e acabou sendo nacionalizado é o Etios. O hatch e o sedã são destinados a mercados subdesenvolvidos ou em desenvolvimento: além da América do Sul e da Ásia continental, são vendidos na África. A gama chegou ao Brasil em 2012, produzida em uma nova fábrica que a Toyota ergueu em Sorocaba (SP) especialmente para ela.

Apesar do alto investimento da multinacional, a gama Etios acabou tendo uma receptividade morna por parte dos consumidores. Nem o hatch nem o sedã conseguiram ameaçar os ponteiros de vendas do país, tornando-se coadjuvantes no mercado. Em outros lugares do planeta, ocorreu o mesmo: na Índia, a gama já saiu de linha, e a Toyota, por sua vez, informou que não desenvolverá uma nova geração.

O desempenho comercial inferior ao esperado geralmente é atribuído ao design sem criatividade e ao interior despojado. Não é difícil entender, portanto, porque a linha nunca chegou ao Japão, terra natal da Toyota, ou a outros mercados de ponta, como o europeu. A marca acabou reforçando a gama de carros nacionais com o Yaris, que logo ultrapassou o Etios em vendas.

5. Chevrolet Onix

novo onix 2020 chevrolet 1
Chevrolet não tem planos de vender o Onix nos Estados Unidos

O Onix é o atual queridinho do consumidor brasileiro. Desde 2015, o hatch é o automóvel mais emplacado do Brasil. O sucesso é tanto que o sedã da gama, inicialmente chamado de Prisma, passou a utilizar o nome do hatch desde o lançamento da atual geração, em 2019. Apesar da enorme aceitação no Sul do continente, a Chevrolet sequer cogita vendê-lo nos Estados Unidos, seu país de origem.

Há, basicamente, duas razões para isso. A primeira perpassa pelas características do projeto, que foi desenvolvido na China sobre uma plataforma própria, batizada de GEM (Global Emerging Markets). Ao menos o modelo evoluiu significativamente em segurança: após a primeira geração ter desempenho fraco em testes de colisão, a atual recebeu seis airbags e controle de estabilidade em todas as versões.

A segunda barreira é o porte, pois os consumidores estadunidenses costumam rejeitar compactos. O único produto do gênero que a Chevrolet vendia por lá saiu de linha recentemente, sem deixar sucessor: era o Sonic. Mais sofisticado, esse modelo chegou, inclusive, a ser importado ao Brasil, mas acabou ofuscado pela onda de sucesso do Onix entre os carros nacionais.

Fotos: Divulgação

57 Comentários
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    Marconi Brito silva 22 de novembro de 2020

    É amigos,deveriam se informar melhor viu.Nos Estados Unidos não tem compacto?Que história é essa?E o Chevrolet Spark?Menor ainda do que o Ônix. Estudem primeiro antes de fazerem reportagens como essa.Tenham mais responsabilidade.

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    GENILTON RATZKE 22 de novembro de 2020

    Me lembro nós início de 1990, o então presidente Fernando Collor de Mello, disse que no Brasil não haviam carros circulando, e sim carroças em comparação ao primeiro mundo, se passaram 30 anos e vejo que continuamos na mesma, ou seja temos carroças comparados aos veículos de primeira mundo.

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    Raphael Martins 16 de novembro de 2020

    Lamento que essa seja a visao do jornalista. Ja fui pra Europa Ocidental e vi Fox (modelo novo, made in Brazil) e Sandero, inclusive na Alemanha. Sao carros simples mas qUe possuem seu mercado.
    Os produzidos no Brasil e exportados sempre receberam melhoramentos mas não é o fato de serem simples que os fazem ficar fora do mercado europeu.
    O Brasil concorre com outros países em termos de custo de produção e exportação e como nossa competitividade eh baixa, os carros acabam nao chegando nos países europeus RICOS. Importante destacar isso, porque a Europa possui países periféricos que veriam com ótimos olhos a chegada desses populares, pelo preço CERTO, eh lógico.

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    Celso Ricardo Romão 16 de novembro de 2020

    É ridículo quererem compaparar o Gol que é o queridinho dos Brasileiros com o Mobi e a tranquera do Kwid é o fim mesmo!

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      Amarildo rossi papa 18 de novembro de 2020

      Gol é tão tranqueira quanto eles ou mais…

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    Antonio Donizeti Martins 16 de novembro de 2020

    O lixo eles vendem para os latino americanos.
    Azar de quem compra.

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    Marcelo 16 de novembro de 2020

    Mais um blá blá blá… se não está contente vai morar nos Estados Unidos. 😁

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    Ebecal 16 de novembro de 2020

    Vejo muita gente escrevendo bobagem, meu Deus!!! Como podem afirmar que brasileiro gosta de comprar porcaria? por acaso estes que escreveram não são brasileiros? Ué! escrevem bobagem e não pensam. O problema não são as montadoras! O problema são as taxas de impostos sobre cada componente do veículo! até um pneu! um disco de freio! uma simples mangueira! A própria montadora já adquire pagando imposto! E aí no final um carro montadinho na concessionária fica por quanto? Nessa, todos falam em porcaria. Bem… se as montadoras fizessem carros de verdade aqui no Brasil quantos de nós poderia pagar??? Já não são caros as porcarias que existem? E lá na Europa ou EUA, sabe quanto é o salário mínimo? sabe quanto um cara que faz exatamente o que vc faz (profissionalmente) ganha? certamente ganha no mínimo 5 vezes mais. Então eles podem pagar por um “CARRO” de verdade! mesmo que em parcelas. Aqui a responsabilidade são dos nossos governantes que não abrem mão de nenhum imposto! Um carro de 30 mil reais vai para 80 mil reais. Essa é a grande verdade! e Ninguém gosta de porcaria.

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    Ebecal 16 de novembro de 2020

    Vejo muita gente escrevendo bobagem, meu Deus!!! Como podem afirmar que brasileiro gosta de comprar porcaria? por acaso estes que escreveram não são brasileiros? Ué! escrevem bobagem e não pensam. O problema não são as montadoras! O problema são as taxas de impostos sobre cada componente do veículo! até um pneu! um disco de freio! uma simples mangueira! A própria montadora já adquire pagando imposto! E aí no final um carro montadinho na concessionária fica por quanto? Nessa, todos falam em porcaria. Bem… se as montadoras fizessem carros de verdade aqui no Brasil quantos de nós poderia pagar??? Já não são caros as porcarias que existem? E lá na Europa ou EUA, sabe quanto é o salário mínimo? sabe quanto um cara que faz exatamente o que vc faz (profissionalmente) ganha? certamente ganha no mínimo 5 vezes mais. Então eles podem pagar por um “CARRO” de verdade! mesmo que em parcelas. Aqui a responsabilidade são dos nossos governantes que não abrem mão de nenhum imposto! Um carro de 30 mil reais vai para 80 mil reais. Essa é a grande verdade!

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    wagner 16 de novembro de 2020

    ou seja só porcaria elevado ao quadrado com excesso de plástico, que só brasileiro gosta de comprar e pagar caro pela carroça, depois reclamam, vai entender

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      Leandro Barbosa 16 de novembro de 2020

      Não é nem questão de gostar e sim de poder.

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    Pegaso1 15 de novembro de 2020

    Carro bom é o meu Fiat Punto 2012…n tem pra ninguém! kkk

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      elioricardoalves 19 de novembro de 2020

      E eu estou feliz com o duster 1.6 16válvulas não é um bom motor mais serve no dia a dia ah pegaso1 meu irmão teve um Punto com motor 1.8 da GM o carrinho até que tem conforto pena que ele vendeu e chateado por ter saído de linha e aFIAT poderia usar esse motor ainda nos carros de hoje porque encerrou não entendi

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    Rodrigo 15 de novembro de 2020

    Mas é lógico que só vão vender aqui! Já viram europeu aceitar porcaria?

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    Guilherme 15 de novembro de 2020

    “O fabricante até chegou a exportar o Voyage e a Parati (derivações do hatch com carrocerias sedã e perua, respectivamente)” – sério que tem que explicar o que foi o Voyage e a Parati?!

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      Leandro 16 de novembro de 2020

      Se meu sobrinho de 18 anos ler a matéria ele não vai fazer ideia do que são Voyage e Parati. Então, sim, tem que explicar.

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    Tião da Regulagem 15 de novembro de 2020

    Pra quem ainda não entendeu, nós BANCAMOS os carros do primeiro mundo com o lucro brutal que enviamos pra Europa, EUA e Ásia. Não tem ganha-ganha, alguém tem que perder pra outro ganhar, então advinha quem são os perdedores???

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    Para2020 15 de novembro de 2020

    Outra coisa de Brasil que reparo em algumas fichas técnicas das montadoras são os motores que a mesma montadora usa em vários modelos em determinadas marcas ou mantém os mesmos motores a décadas que servem para carros de passeio ou SUV, que devido a isso perdem potencia quando estão com todos ocupantes ou precisam ultrapassar um veiculo colocando esses como de valor de entrada já caríssimos. Os melhores motores colocam os carros com os preços fora da realidade brasileira!

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    Helder Oliveira 15 de novembro de 2020

    Há anos não uso mais carros populares nacionais, na ponta do lápis não valem a pena!! Depois que comprei meu primeiro Corolla em 2008, vou atualizando e nunca mais vou saír da marca.
    Em 2015 tentei o Civic, vendi com 08 meses de uso pq não chega aos pés do Corollão.
    Eu não sei como o brasileiro ainda tem coragem de comprar um ONIX 0km, tem que se ferrar mesmo!

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      Tião da Regulagem 15 de novembro de 2020

      Tiozinho esperto, é isso aí.. rsrs

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      Leandro 16 de novembro de 2020

      Pois é, segui na mesma linha, mas no meu caso me mantive nas gerações do Civic, afinal ainda sou jovem, mas daqui uns 15 ou 20 anos penso em comprar um Corolla que tb é um baita carro.

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    Everton de paula 15 de novembro de 2020

    Esqueceram agile e fox.

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      Murilo 15 de novembro de 2020

      O Fox foi exportado para a Europa em sua primeira geração, entretanto o final da história não preciso dizer né? rs

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 16 de novembro de 2020

      Olá, Everton.
      Caro, a matéria cita unicamente veículos nacionais e que estão atualmente em produção. Como o Chevrolet Agile está fora de linha e ainda por cima era fabricado na Argentina, ficou de fora do listão.
      Já o Volkswagen Fox, como o Murilo já lembrou, chegou a ser exportado para a Europa entre 2005 e 2009.
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Luiz Fernando 15 de novembro de 2020

    Minha opinião VCS acham que países de primeiro mundo vão querer carros que não tem qualidade …Só brasileiros pra comprar esses carros , Brasil e um campo de teste o carro que sai enteiro vai ser fabricado pois os brasileiros gostam de carros (0) Não precisa ter qualidade basta ser zero pra dizer que é novo pro vizinho.. rsrsrs .

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    Carlos lima 15 de novembro de 2020

    Realmente tenho onix premier azul seelker é posso garantir o carro é de péssima qualidade até a cor dos parachoque são diferentes só vi dps de pagar é levar

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      Leandro 16 de novembro de 2020

      Não querendo defender, mas é impossível a fabricante conseguir deixar o para-choque na mesma cor da lataria, são 2 materiais diferentes. Mas realmente, quanto maior o capricho, menos diferença é pra dar.

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    Alex Pereira Nascimento 15 de novembro de 2020

    No final das contas, todo povão aqui anda de carro CHINÊS… KKKKKKKKK

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    A verdade 15 de novembro de 2020

    Com o dinheiro de um vw-gol novo no Brasil é possivel comprar um Camaro no EUA. O problema é a carga pesada de impostos. As pessoas que trabalham e consomem sustentam toda a orda de brasileiros gananciosos e que não gostam de trabalhar ou estudar. O Camaro no Brasil dever valer mais de 3 vw-gol.

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      Super carros 15 de novembro de 2020

      Pesquise… volte para o primário. O Camaro mais barato custa U$ 25.000 algo como R$ 136.000 reais… Deve ter ouvido isso a uns 15 anos e fica repetindo…

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        Vini 15 de novembro de 2020

        Nos EUA eles ganham em dólar e não em real, por isso a conversão não faz sentido.

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        Paulo Manuel 15 de novembro de 2020

        Então na verdade ele errou, com o valor que pagamos em um Gol zero, o americano compra 2 Camaros zero, pois ele recebe em dólar e nós em reais. Não se pode fazer a conversão dólar/real.

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        Adenir de Moura vertelo 15 de novembro de 2020

        Mas vc não pode esquecer que o Camaro e 25000 dólares mas eles recebe em dólares não em reais guardada as devidas proporções , o Camaro lá e mais barato que o gol aqui!

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        Bruno Vasconcelos 15 de novembro de 2020

        Carros tem que ser comparados com BIG MACS: A Equiparação mais tradicional entre paises e consumo de produtos e serviços é relacionada a BigMacs, é o que firmas financeiras e estatísticas usam… Pois o Big Mac é um produto internacional. Comparem quanto em BigMacs custa um Camos no EUA e um Gol no Brasil.

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      DRP 15 de novembro de 2020

      Há algumas matérias de demonstram q preços absurdos praticados no Brasil tem mais a ver com alta margem de lucro do que carga tributária. Já parou pra pensar q estes mesmos carros produzidos aqui e exportados para Argentina, Chile, Paraguai, etc… São vendidos lá cerca de 30% mais baratos?!
      Se produzidos aqui a carga tributária q tanto falam foi aplicada aqui. Então não acho que seja esse motivo da prática absurda dos preços no Brasil. Não nesse caso, ao menos.

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        Mauro Alves 15 de novembro de 2020

        No Brasil a ganância é estrapolada. Somos o povo mais explorado da América.

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      Ivan Antonio 15 de novembro de 2020

      Nos Estados Unidos: (Camaro 25.000/U$1.256(SM)=20 meses de trabalho. Brasil: (Gol 53.590/BR$1.045(SM)= 51 meses de trabalho. Sem levar em consideração a diferença entre os carros.

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    André 15 de novembro de 2020

    Um país que elege Bolsonaro, lotado de gentalha pobre de direita, sem discernimento crítico, de mau gosto, vulgar, burra… Não me surpreende nem um pouco que aceitem passivamente comprar carroças por preços exorbitantes e ainda achem lindo.

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      Gilberto 18 de novembro de 2020

      O que tem a ver ideologia com montadoras? Mas realmente, ao tempo de Lula e Dilma, os brasileiros só compravam carros de primeira linha e tudo era baratinho…e sem corrupção.

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    José Maria 15 de novembro de 2020

    Também só porcaria e caros. Só o Brasil que aceita isso. Aproveitando, como tem propaganda dentro da matéria.

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      daniel 15 de novembro de 2020

      kkkkkkkk concordo totalmente

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      Nascimento 15 de novembro de 2020

      O problemas são os altos impostos, o governo que uma BELA FATIA POR CADA CARRO NOVO, então as montadoras repassam para o consumidor. No Brasil somos roubados em tudo, principalmente em veículos e moradias. Sempre tem os atravessadores querendo parte do montante. Somos roubados diariamente para manter o estado pesado e ineficiente.

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        elioricardoalves 19 de novembro de 2020

        E Nascimento os veículos subiram bem de 2014 a 2020 ninguém explica isso o salário não teve grandes ganhos se for imposto E dose

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    Tião da Regulagem 15 de novembro de 2020

    Carro bom é aquele com carburador, bobina, platinado e motor de ferro fundido que eu posso consertar de boa com chave de fenda, alicate e arame; esse negócio de “dãosaizi”, turbo, injeção direta, ABS, ESC, ASR e sopa de letras é coisa de maricas, como diz o “mito”.

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      André 15 de novembro de 2020

      Ainda bem que existem países que exigem essas “coisas de maricas”. Imagine se a Europa, por exemplo, fosse essa zona que é esse país de “machões” chamado Brasil, lotado de gentalha que aceita qualquer porcaria de cabeça baixa. País sem futuro.

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    Tião da Regulagem 15 de novembro de 2020

    O que adianta termos carros modernos, seguros e alinhados com o 1º mundo? O povo mal tem grana pra trocar o óleo e esses carros bons ainda ganham a pecha de” bomba” pelos mecânicos celebridades do Youtube, que adoram enaltecer as carroças como carros ideais para o brasileiro.

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    Launer 15 de novembro de 2020

    uéu,o hb20,corolla e as versões do mercedez e mitsubichi ficaram de fora ? agora modelos obsoletos da volkswagen são obrigatórios em qualquer lista de obsolescência.

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    FABIO 15 de novembro de 2020

    Lamentável a cultura de preços absurdos e
    Carros de 5a quinta categoria. #boicotenow

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    Rodolfo 15 de novembro de 2020

    … O carro ter itens de segurança é muito bom, mas apesar de tanta legislação de segurança, mas mesmo assim houve falhas nas bolsas infláveis da Takata. É inadmissível acontecer isso, o que era para evitar a morte matar…
    … Um colega o carro deu problema no ABS da Chevrolet Blazer dele, quando freava a roda traseira arrastava. O maluco ainda viajava com o carro assim de São Paulo à Ibiúna/SP.
    … Fiquei sabendo pelo meu mecânico especializado em freios, que se não fizer a sangria dos freios e troca do fluido de freio a cada 2 anos pode estragar a válvula do ABS, que custa uma dinheirama.
    … Minha preocupação agora é o que acontece se o controle de estabilidade falhar? Vai travar a roda?

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    Bruno 15 de novembro de 2020

    Com certeza não! Mesmo que as respectivas montadoras quisessem, a legislação daqueles países não permitiria.
    A não ser com muitas modificações.
    Até o UP! No país de sua matriz, tem ASR/ ESC, ACC como segurança e até mesmo aquecimento de bancos e teto panorâmico como conforto, dentre outros.
    Brasil = Povo lixo/ Nicho besta = Grande margens = Altos impostos = Carroça.

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    Jorge Nicolau 15 de novembro de 2020

    Esqueceu do Yaris, ou alguém aqui acha que este Etios maquiado seria vendido no Japão?? O verdadeiro Yaris está anos luz à frente deste nosso Etios vestido para festa.

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      Orlando 15 de novembro de 2020

      Acertou aa mosca amigo!! Pois é – o Yaris é um Etios maquiado pra se dar bem com compradores que se impressionam com aparências.

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    cylj 15 de novembro de 2020

    perpassa pelas??? quer escrever bonito e cai no pleonasmo? o per de perpassar é já o por de pelas. Afffffff

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    calatrava1410 15 de novembro de 2020

    Quanto ao Etios, o que lhe falta é um desenho moderninho e só isso. Brasileiro não é muito chegado em qualidade, ele quer mesmo é carro grande, ou então que se pareça grande, para agradar o vizinho, hehe. Ah! e a multimídia no carro deve ser de última geração, mesmo que ele tenha tudo em seu smartphone.
    Bem, o Etios se destaca pela facilidade em estacionar, devido principalmente ao ótimo esterçamento da direção.
    Outro detalhe é a sua facilidade em contornar rotatórias. Enquanto ele faz tudo rápido e bonitinho, os outros carros parecem ser molengas por não poder acompanhá-lo.
    Quanto ao seu desenho, para quem acha o primeiro Ka o carro mais bonito do mundo, até que ele me parece estiloso.

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      elioricardoalves 19 de novembro de 2020

      Concordo calatrava 1410 tem desenho polêmico mas é bem confiável trabalhei em um táxi desse modelo muito bom hoje para particular tá caro o Toyota yaris também é um absurdo o preço

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    calatrava1410 15 de novembro de 2020

    “O Sonic, mais sofisticado, acabou ofuscado pela onda de sucesso do Onix”.
    Sério, é muito difícil entender o consumidor brasileiro.

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      elioricardoalves 19 de novembro de 2020

      O que pegou foi o imposto de importação muitos não sabem mais o Sonic era de origem coreana

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