Chevrolet Opala é clássico problemático? Veja os 10 principais defeitos

Mercado fechado às importações fez um carro cheio de problemas virar queridinho do consumidor, com quase 1 milhão de unidades fabricadas

Por Boris Feldman 08/11/20 às 15h05
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Boris Feldman enumera 10 defeitos do Chevrolet Opala (AutoPapo)

O Chevrolet Opala, primeiro automóvel fabricado pela GM no Brasil, foi exemplo típico de como um mercado fechado às importações faz um produto cheio de problemas virar queridinho do consumidor.

Assista ao vídeo!

Para se ter ideia do sucesso, foram quase um milhão de unidades produzidas de 1968 até 1992, sem modificações estéticas ou mecânicas de relevo. Porque, sem concorrência, os carros lançados no Brasil estavam entre os que mais duravam no mundo.

O Opala jamais teria resistido 23 anos na linha de montagem, fosse o nosso, um mercado disputado e tivesse mais do que apenas quatro marcas disputando-o. Coincidência ou não, ele se despediu em 1992, apenas dois anos depois que o presidente Collor reabriu as importações e as fábricas passaram a enfrentar concorrência de fato.

VEJA TAMBÉM:

Curioso que, nem a reserva de mercado salvou a Ford do fracasso com o Maverick, lançado exatamente para concorrer com o Opala. Tragédia comercial, foram pouco mais de 100 mil unidades produzidas entre 1973 e 1979. A decisão errada de fabricá-lo no Brasil fez rolar cabeça de diretor da Ford.

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Chevrolet Opala 1988: uma das últimas atualizações antes do fim da linha

Opala é nome de pedra preciosa. Mas, no carro, foi uma contração de Opel – marca da empresa na Europa – com Impala, um refinado modelo Chevrolet nos EUA. O Opala encarnava concretamente esta simbiose entre Europa e EUA: a carroceria era idêntica à do Opel Rekord, o motor equipava modelos da GM nos Estados Unidos.

Ao contrário do Maverick, o Opala tinha estilo bem europeu – que sempre agradou o brasileiro – além de confortável, espaçoso no banco traseiro e porta-malas e um ótimo desempenho, principalmente com o motor 4.1, de seis cilindros.

Eu tive Opala. Corri de Opala. Mas, o que não faltava nele era provocar dor de cabeça tanto nos engenheiros da GM como nos seus donos:

10 Principais problemas do Opala

1. O Opala bebia como uma esponja

O consumo era muito elevado pois o motor era pouco eficiente, muito antigo, com projeto inicial na década de 30 e aperfeiçoado em 1964. Mas impossível de se livrar de conceitos obsoletos como o eixo comando de válvulas no bloco.

Bebia exageradamente com qualquer dos dois motores. E também com qualquer dos dois combustíveis. Abastecido com etanol, pior ainda.

2. Omelete tecnológica

Mecânica norte-americana implantada numa carroceria europeia era uma omelete tecnológica, ao misturar ferramentas em polegadas e milímetros tanto na linha de montagem como em suas oficinas de manutenção.

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Gama 1980 recebeu uma reestilização, mas as características técniccas do projeto foram mantidas

Ferramentas, equipamentos, máquinas, tudo em dobro, na fabricação e na manutenção. A GM acabou botando um fim nessa balbúrdia técnica ao padronizar o carro em milímetros europeus.

3. Trincas nas longarinas do Opala

A mistura de origens ainda provocou problema mais grave: o Opala tinha motores antigos e pesadíssimos de 4 e 6 cilindros, com cilindradas de 2,5 e 4,1 litros, enquanto o Opel tinha motores mais leves, de 1,5 a 2,0 e 2,5 litros. O Opala de seis cilindros era quase 200 kg mais pesado que o de quatro, o que exigia muito da sua plataforma e as longarinas trincavam na região dianteira.

Além do peso, sua estrutura era frágil e chegava a se movimentar quando o motorista esterçava todo o volante. Problema sem solução durante toda a sua existência.

4. Suspensão dianteira

A suspensão dianteira era uma fonte de problemas (e despesas) para os donos do carro e obrigava a troca frequente de buchas. Um problema grave no pivô da suspensão provocava a ruptura na fixação da roda que costumava se soltar, o que deu muita dor de cabeça aos engenheiros da fábrica para resolver o problema.

5. Roda traseira do Opala se soltava

Além da dianteira, não era incomum a roda traseira também se soltar junto com semi-eixo. Eram dois fornecedores de diferencial: Braseixos e Dana. No primeiro, a fixação do semi-eixo era por junta elástica, que se rompia e o conjunto “ia embora”. No fabricado pela Dana, um flange impedia o desastre.

6. Vibração do motor 2.500

O motor de quatro cilindros era como se fosse um de seis “serrado”, para redução de custos ao aproveitar todos os componentes internos como pistões, anéis, bielas, bronzinas e outros. Mas vibrava desde que o motorista acionava o arranque.

A engenharia da GM não resolveu, mas suavizou o problema ao reduzir o curso e aumentar o diâmetro dos pistões. O que resultou numa imperceptível redução da cilindrada, de 153 para 151 polegadas cúbicas.

7. Dificuldade em equalizar cilindros

O motor do Opala era muito obsoleto e um dos problemas era a alimentação. Ela ia bem no 2500, mas no 4.100 os 2º e 5º cilindros eram mal alimentados. Aumentando-se o fluxo no carburador, resolvia-se o problema destes dois cilindros, mas provocava uma superalimentação dos outros quatro.

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Versão esportiva SS durou de 1970 a 1980

A única solução era doméstica: algumas oficinas instalavam defletores no coletor para equilibrar o fluxo. Vale a pena observar que, na Europa, a Opel já alimentava seus motores europeus com injeção de combustível…

8. Ferrugem

Opala enferrujava tanto alguns de seus componentes mais sensíveis da carroceria que virou até chacota, na época: “Se não enferrujou, é porque tem algum problema”.

Corriam até boatos para explicar o problema, entre eles o de uma metalúrgica próxima da fábrica (São Caetano do Sul) que emitia vapores ácidos em sua operação, carregados pelo vento e que chegavam na seção de estampagem. O problema era agravado pelo péssimo tratamento das chapas na etapa de pré-pintura e por não se utilizar chapas galvanizadas.

9. Ar “viciado”

Para reduzir custos, a fábrica decidiu cancelar o sistema de exaustão dos gases do habitáculo, para reduzir o ar “viciado” em seu interior. Nos modelos europeus, os gases eram direcionados para o exterior pela coluna traseira (pilar C) levados até a traseira, saindo por pequenas janelas (com membrana) atrás do parachoque.

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Opel Rekord: modelo alemão “emprestou” plataforma e carroceria ao Opala, mas tinha detalhes de estilo próprios e mecânica distinta

No Brasil, o ar viciado saía, mas entrava poeira nas estradas de terra. A solução, simplista, barata e arriscada foi de eliminar o sistema. Tanto no Opala como no Vectra.

10. Vazamento de óleo

Assim como a ferrugem, vazamento de óleo do motor era marca registrada do Opala. “Se não vazou é porque tem alguma coisa errada” brincava-se na época.

A origem do problema era uma deficiência do projeto muito antigo e os engenheiros da GM sabiam onde estava: uma gaxeta tentava inutilmente reter o óleo na extremidade do virabrequim. E o custo para substitui-la por um retentor seria quase o de projetar um novo motor. Então, manchinha de óleo sob o carro marcou presença nos 23 anos de produção do Opala…

Fotos: Divulgação

66 Comentários
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Marcos 10 de novembro de 2020

Cara até concordo com um item, quando vc fala da suspenção, agora o resto não concordo não, tenho um a 25 anos, sou o segundo dono, ( OPALA COMODORO 85 QUATRO PORTAS COMPLETO MOTOR AZUL 2.5), DURANTE ESSE TEMPO só fiz uma reforma que foi só a pintura, freio, suspenção e o ( comando do distribuidor 3 vezes), acho que tem mais gente que pensa igual.

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elioricardoalves 12 de novembro de 2020

A suspensão também concordo conheço gente que tem e sempre olhava quando ia viajar porque se o pivô quebrar mergulha no chão quanto a oxidação já ouvi relato de um dono não lembro o ano oxidou toda a frente próximo do para brisas se a outros não ouvi falar o motor mesmo o especialista dizendo durava muito frente aos de hoje

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Carlos 10 de novembro de 2020

O cara que fez está reportagem não entende nada de carros ferrugem é lógico o carro era de lata e não de plastico como os de hj em dia que não enferrujam o carro foi de presidente da polícia de bandido a caravan foi ambulância que falta de matéria hein Deus me livre

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Luciano 3 de dezembro de 2020

Boris Feldman é formado em Engenharia e Comunicação. Foi engenheiro da Metal Leve (fábrica de peças para motores) por 20 anos e editor de diversos cadernos de automóveis. Criou e produziu o programa Vrum em rede nacional pelo SBT, foi piloto de competições e vice-diretor da CBA.
Como vc me fala uma coisa dessas?

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Gallo Canos 10 de novembro de 2020

O que tem pra hoje…
Sabemos que a GM brasileira teve como o primeiro carro fabricado a Veraneio. Este era equipado com o então motor 6 cilindros de 3800 Centímetros Cúbicos que em um futuro bem próximo equipados um dos Automóvel mais cobiçado dos brasileiros. Naquela época não tínhamos tanto aperfeiçoando técnico por exemplo a relação de compressão ( diferença entre a mistura admitida pela espaço na qual a mistura ser a comprimida) era algo próximo de 8 a 9:1, isto devido o combustível não possuir a capacidade de ser comprimido sem detonar, quer dizer o combustível não possui a octanagem suficiente. Os óleos lubrificantes ainda não possuíam o nível de desenvolvimento de hoje, sua classificação API era muito baixa e com o aquecimento se tornava cada vez menos viscoso e isto poderia comprometer muito a saúde dos motores pois tinha dificuldade para manter a película protetora e os lubrificantes não possuíam ainda os aditivos sintéticos de hoje. Nos anos 80 as retíficas brasileira criaram um canal no alojamento das gaxetas traseira justamente no mancal para “empurrar” de volta o óleo lubrificante que insistia em querer sair. Após alguns anos os engenheiros criaram um detentor para vendar e melhorar a eficiência.
O sistema de arrefecimento do motor tinha lá suas limitações onde no início possuia uma hélice mecânica, isto é ligado através de correias um sistema a mais para “roubar” energia deste motor. Ainda em meados de 1975 o motor passou por modificação significa deixando de se utilizar do pistão 3 7/8 polegadas para 4 polegadas onde o projeto aproximou um pouco mais o curso do virabrequim com o diâmetro do pistão isto fez o Motor 151-S atingir mais rotações melhorando sua performance e aumentando o equilíbrio….

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Anderson 9 de novembro de 2020

Quem quiser doar um Opala problemático desses … Estou a disposição… Tão ruim que vendeu 1 milhão de unidades .. kkkkk..

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Com certeza.

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Ale RoAz 9 de novembro de 2020

Esse ódio todo… Tenho certeza que teve um V8 na época e era freguez de Opala 😉👌🏻

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Aliás um não, dois e apanhavam sempre do Opala de 6 cil.

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Pablo Clair Schramm 9 de novembro de 2020

Quem é esse velho gagá que de carro só sabe andar de passageiro, vai arrumar um lote pra capinar que de carros falamos nos homens seu gagá!!!!

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Luciano 3 de dezembro de 2020

Boris Feldman é formado em Engenharia e Comunicação. Foi engenheiro da Metal Leve (fábrica de peças para motores) por 20 anos e editor de diversos cadernos de automóveis. Criou e produziu o programa Vrum em rede nacional pelo SBT, foi piloto de competições e vice-diretor da CBA.
Vc não era nascido e o cara já projetava peças para carros e era piloto. Só isso.

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Luiz Carlos Schroeder 9 de novembro de 2020

Tive um opala cupê 75 comprei em 81 bem usado e nunca deu problema ,tenho hoje um comodoro 80 e é só alegria se cuidar roda melhor que carro atual

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Com certeza.

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Waldir 9 de novembro de 2020

Tive uma Caravan ano 79 que né foi roubada e um Opala ano 82 a álcool e não tive problemas, carros gostosos de dirigir.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Com certeza. O problema no Brasil é que há uma puxação de saco para a Volks, chega a ser nojento e não é de hoje.

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Sergio Viana 9 de novembro de 2020

Tive 8 opalas inclusive SS confortaveis pode viajar sem medo nao te deixa na mão. Como qualquer carro é necessario manter mecanica em dia, nao deixou faltar oleo e agua no radiador é so ser feliz. O carro é tão cheio de problemas,que eu discordo, pois para comprar um em boas condições hoje terá que pagar um pouco caro. Ei!! Você nunca teve um? Recomendo.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Só quem teve sabe o que está falando.

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Alvarenga 9 de novembro de 2020

Tão problematico quanto qualquer outro carro daquela época. As coisas evoluem, a durabilidade geral dos veiculos melhorou muito, mas antigamente era assim mesmo, veiculos aparentemente robustos mas cheios de defeitos. Todos, não apenas o Opala.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Verdade.

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José Leandro Janz 9 de novembro de 2020

Eu não posso falar mal de opala, possui se não me engano 19 de 76 a 98 nunca dirigi um carro tão bom quanto os opalas. Minha vida vera arrancadas, cavalos de pau e corridas de rua. Puxei reboque toda minha vida fabriquei minha primeira carretinha em 88. Tenho ela até hoje nunca vi defeito eu amava.e ainda vou restaurar um. Ju estou com uma Renault Duster virei trilheiro. Viajo em torno de 40 mil km por ano. Tenho 71 anos. Amo aventuras em 4 rodas.Agora estou no oeste baiano viajando em estradas de terra. Em dezembro estarei de volta a Brasília.

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DanielPart's 9 de novembro de 2020

Maravilhosa e Totalmente Verdade Sobre o ” Mito ” nacional. Praticamente o Primeiro Carro Híbrido da GM. Sábias e Belas Palavras Mestre Boris. .

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Gleiton linden 9 de novembro de 2020

Tive um opala 71 , muito inteiro , na época que lançaram o Ômega , o Opala era vermelho , 3 marchas ,com a palanca atrás do volante , nunca tive problemas , chamava mais atenção do que o Ômega , saudades desse carro , saudades dessa época.

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DalterLS 9 de novembro de 2020

Não vi problemas,apenas queixas de quem não gosta do carro.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Com certeza.

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Josue severo 9 de novembro de 2020

Faltou problema dos vidros,nós modelos duas portas.obs(GM tem muito problemas até hoje).

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Ubirajara 9 de novembro de 2020

Possuí dois Opala,um 1978 2.5 e um Comodoro 1980. Nunca tive problemas sérios com eles, somente corrosão. Até hoje sinto saudades deles.

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Vicente 9 de novembro de 2020

Tive um opala 2100, e os únicos defeitos eram : beber demais e lataria muito frágil. Mas o conforto era total e andava muito bem.Cheguri a andar a 265 km/h na castelo(auando se podia fazer isso).

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Ronaldo de M Maurílio 9 de novembro de 2020

eu tive um 4 porta câmbio em cima perto do volante, de vez enquanto a marcha trepava

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José claudenir marconato 9 de novembro de 2020

Tive vários, diria que 8, opala, Caravan e tbm um 4100 72 . Nunca tiver estes problemas, e garanto não os comprei zero mas de boa procedência. Algo está errado neste comenyario

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Carlos 18 de novembro de 2020

Corrosão na chapa ordinária, defeitos crônicos
na mecânica cinicamente ignorados pela montadora, infiltração de água, plásticos de péssima qualidade… Mas lá vem os defensores histéricos babando e de olho saltado,”Aaaiinnn, tenho um opala há trocentos anos, já andei com ele a 300 por hora debaixo d’água, nunca troquei óleo e nem pneu furou, carro dos bons tempos, não essas porcarias de plástico, nhemnhemnhem…”

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Carlos Eduardo dos Santos 9 de novembro de 2020

Sou super fã de opaloes,já tive um cigano 1970,e conheço esses problemas,sem falar em engastalhar marcha,mas um classico, abraço a todos.eduardo.

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Adilson Schonell 9 de novembro de 2020

Tenho um Opala 4.1 Comodoro 1990
Tá com 240.000 tô com ele desde 92.
Fiz 200.00 com ele e deu pouca manutenção
Tá todo original, lataria sem ferrugem.
O carro é ótimo. Um clássico.

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Luís Gomes 9 de novembro de 2020

kkkk, muito bom ! Foi um bom carro. Só que ficou defasado nos meados dos anos 70.

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Darione 9 de novembro de 2020

Tive uma caravana 79 e um Comodoro 91. Este último fiquei com ele 14 anos.
Vendi já tem 10 anos,andei 300.000km e sinto saudade dele até hoje.
Fazendo a manutenção corretamente e sabendo pisar, foi o melhor carro que já tive.

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Cidinei 9 de novembro de 2020

Possui dois opalas. Os únicos ploblemas foram trincas nas longarinas. Motor muito pesado.

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Odair 9 de novembro de 2020

Num país que idolatra o Fusca que não tem porta-malas espaço interno e.muito menos conforto é de se esperar!!!!

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Então, essa é a questão, aqui no Brasil a puxação de saco para a Volks chega a dar nojo.

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Odair, 9 de novembro de 2020

Num país que idolatra o Fusca que não t porta malas espaço interno né conforto vai esperar o que????

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Nanael 9 de novembro de 2020

Com todos esses problemas, o índice de sobrevivência é enorme, vejo Opalas e Caravans trabalhando duro em feiras e serralherias sem dar problemas, mesmo com idades já avançadas… fora que eles, “frágeis” como são, fazem muita falta nas fazendas com pouca infra estrutura.

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Ronaldo de Pádua Tomaz 9 de novembro de 2020

Discordo de seu infeliz comentário amigão.
Possuí uns 10 OPALAS, e até hj sinto saudades.

Somente alegrias…

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Cido 9 de novembro de 2020

Tenho um Diplomata 1988 e um Maverick 1978 ja tivemos mais de 20 opalas e 15 Mavericks unico problema que requer muita atenção é a suspensão dianteira devido os pivos do resto nao tenho reclamações meu diplomata ja esta com 500.000 km rodados originais em perfeita condições com tudo funcionando perfeitamente na minha opiniao é o carro de mais cofiabilidade e durabilidade que ja tive

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Mauro S. 9 de novembro de 2020

Interessante. Há poucas semanas tive de desviar de uma roda, com semieixo, que se soltou da traseira de um Opala.

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Elias 8 de novembro de 2020

Tive um Opala 1980, 4 cilindros, 2 portas. Rodei uns bons 60 mil Km com ele, antes de vendê-lo. Acho que ele era todo errado, porque não tive nenhum dos problemas citados no artigo. Deve ter sido defeito de fábrica…

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Ricardo Mario 8 de novembro de 2020

Tenho um Gran Luxo 71 desde 0m. Ciente de problemas crônicos, fiz refôrço das longarinas, troca do diferencial Braseixos por Dana, substituir freio a tambor por disco. instalação de servofreio. Ficou mais confiável mas sempre foi o melhor carro que já possuí. Opala sempre será o carro de maior sucesso no Brasil

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Ricardo Mario 8 de novembro de 2020

Em tempo: meu Opala “problemático “ está apenas com 600.000km e em perfeitas condições de uso.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Com certeza, o que vc fez na realidade foi ajuste que o próprio tempo pede. Abcs.

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Mauro Bastos 8 de novembro de 2020

Me desculpe mas acho um pouco de exagero nos defeito do OPALA, tive somente 7 opalas do 77 ao 82 nenhum deles deu os problemas descritos, á não ser pela ferrugem no porta malas, nisso eu concordo. Mas garanto que teria outro se pudesse

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Gean 8 de novembro de 2020

Só a questão do pivo e longarinas EM ALGUS MODELOS QUE FORAM MALTRATADOS POR SEUS DONOS é real .fora isso uma mentirada só soltar roda kkkkkkk mas esperar oque da uol ,é noticia polemica só tra ter audiencia ,fazem o mesmo com os esportes, noticias e fora a militancia politica nojenta…

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Corretíssimo, e o Boris se vendendo.

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Roberto de Carvalho 8 de novembro de 2020

Tive a oportunidade de ter e lidar com os opalas.Tive um Diplomata 4.1, 88 movido a etanol que pegava facil no frio.O motor era bem potente mais o resto do conjunto não ajudava muito, a cx de câmbio ,diferencial e suspensões não acompanhavam o motor.Os modelos 2.5 de 5 marchas tinha um conjunto mais coerente com o carro .A cx de câmbio ,diferencial conversavam melhor com esse motor. Se o nosso opala fosse equipado com o 6 cilindros de 2.5 do Opel mais leve que o 6 cilindros dos impala mto mais antigo e pesado,provavelmente teria cido melhor carro.

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ADRIANO OJEDA 8 de novembro de 2020

Concordo plenamente com a matéria, grande parte dos brasileiros gostam de carros ruins, carros que na Europa e EUA, iriam sair de linha em pouco tempo.

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Victor L. Schelkunow 8 de novembro de 2020

Nossa um exagero por parte do jornalista !!! Meu pai foi proprietário de seis Opalas ( 70 – 74 – 77 – 78 – 80 – 81 ) e nenhum deles apresentou problemas graves . A única verdade nessa matéria é em relação a ferrugem ! O que era um problema crônico em todos os carros de todas as marcas existentes no Brasil !

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Paulo 8 de novembro de 2020

Interessante! Tive 2 opalas 2500 zero km (1976 e 1979 com 4 marchas – o primeiro com freio de mão entre os bancos e tanque de 65 litros) – não tive nenhum dos problemas relatados, porém a suspensão com pneus radiais não era das melhores, mas o consumo não era dos piores – lembro que passei a usar um giglê de rural willys (se me recordo era o 28) e o consumo era em torno de 10,5 – 11,5 km/ litro na estrada, mas deixou saudades a 3a marcha que ia de 40 a 120 km/ h….

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Marcos Antônio Suominsky 8 de novembro de 2020

Meus vizinhos tiveram Maverick ,dorgao,e opala. Um dia perguntei para eles se o opala era beberam. E me responderam: depende muito do pé de chumbo que está atrás do volante e também da regulagem e dos cuidados com a manutenção do motor.Nao e só sentar a bunda no banco e pisar. Tenho um opala 76,nao vou negar que deu problemas,mas já vi em algumas viagens que fiz com o opala MUITOS CARROS NOVOS parados na beira da estrada com problemas mecânicos eu viajando tranquilamente.Basta fazer uma manutenção adequada que evita-se muita coisa.

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José Roberto Lima 9 de novembro de 2020

Eis a questão. Manutenção.

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alexandro 8 de novembro de 2020

Os primeiros anos de produção realmente confere com as descrições ,mas tenho a impressão que com o Diplomata muitos defeitos,foram remediados,até pouco mais do que precariamente,tanto assim,que o próprio Alfa 2300 usou o diferencial do Diplomata até ser descontinuado…Agora,fala a verdade,no início da nossa indústria só vinha projeto que falhou,e entre esses o Opala!

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Iranildo 8 de novembro de 2020

No fim do seu comentário vdd 🤣🤣🤣

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Cláudio Chuqui 8 de novembro de 2020

Em casa tivemos mais de 10 opalas e discordo em 80% dos problemas apontados nessa matéria, foram desde os primeiros até os últimos modelos, tanto 4 cilindros quanto 6 cilindros. Tivemos um Opala que somente em nossa mão virou 3 vezes e quando vendemos estava bom. Fico triste em ver uma matéria dessa.

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claudio Vega 8 de novembro de 2020

Na verdade o opala teve três motores, você esqueceu do 3.8

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Jean Bida 8 de novembro de 2020

Não vale essa citação… é exatamente o mesmo motor…o que VC se refere ao outro motor é como falar que o AP 1.6 e 1.8 são distintos..

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Ricardo Sanchez 8 de novembro de 2020

Apesar desses problemas citados, que nem todos veículos apresentavam tive 02 Opalas e 01 Caravan, todos 6 cilindros. Carros inesquecíveis e motores de muita durabilidade.

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Eduardo Pimentel de Souza 8 de novembro de 2020

Antigamente, acredito que os motorista respeitavam mais as regras de trânsito e eram mais prudentes, fora que o próprio trânsito nas estrada e nas ruas era menos carregados e quanto mais a gente volta, mais evidente fica essas situações…se o povo tivesse a mesma consciência que a uns 50 ou 60 anos atrás, provavelmente o número de acidentes seria proporcionalmente pouco.

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Fabrício 8 de novembro de 2020

Interessante, mesmo com tudo isso o motor rodava tranquilamente nada menos do que um milhão de kilometro, e não se viam acidentes como hoje.

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Ricardo 8 de novembro de 2020

Puro saudosismo nostálgico. Os motores antigos não rodavam um milhão de quilômetros nem em sonho. E, para a frota existente na época, existia muito acidente e de elevada gravidade, pois os carros não tinham os limitadores eletrônicos de velocidade e não tinham ABS e a estabilidade dos carros atuais.
Alguns dos problemas relatados na matéria era comum a todos os carros da época: ferrugem era muito comum em poucos anos de um carro em cidades litorâneas, vazamento de óleo meu pai só veio esquecer o que era isso nos anos 90 (mesmo tendo diversos carros antes disso), suspensão só quem aguentava as estradas brasileiras eram Jeep/Rural que tinha suspensões com feixes de molas, trincas na estrutura da carroceria eram comuns em diversos carros que não tinham chassis (os monoblocos) por causa da condição das estradas brasileiras. Pouca coisa é problema específico do Opala, era comum da época.

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Nelson 8 de novembro de 2020

Verdade Ricardo…só motor da scania rodava um milhão de quilometros nessa época, quanto a segurança era o que tinha a época para todos, ferrugem vinha de fabrica em todos os fabricantes, a suspensão dianterira do opala realmente era problematica, exigindo manutenção constante caso contrario se quebrava um pivo e a roda caia…levando o paralamas ao funileiro no minimo, uma vez estava chegando em casa de madrugada, voltando da balada e o motor apagou…se quebrou a engrenagem do comando que é de celeron, material meio fraco para essa função, de resto muito conforto e desempenho…e saudade.

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Fabio 9 de novembro de 2020

Naquela época as mulheres não dirigiam…

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