Flex não reconhece combustível: isso realmente acontece?

Há quem diga que o carro bicombustível precisa rodar ao menos 10 quilômetros após a troca do combustível; isso, porém, só vale para modelos mais antigos

Por Alexandre Carneiro 22/09/18 às 12h00

Na hora de abastecer, vem à tona na cabeça de alguns motoristas uma espécie de mantra: o carro flex não reconhece combustível imediatamente após a troca, a menos que circule por algum tempo. Há quem, por precaução, aumente bastante o trajeto e rode 10 ou 15 quilômetros ao sair do posto. Mas, afinal, trata-se de um procedimento realmente necessário?

AutoPapo consultou fabricantes de sistemas de injeção, a indústria automobilística e a Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil) e responde: essa prática tem algum fundamento, mas não é essencial, ao menos nos modelos mais novos. É que o carro flex que não reconhece combustível tem se tornado coisa do passado. A regra de rodar um pouco mais após o abastecimento é útil apenas veículos bicombustíveis mais antigos, com sistemas eletrônicos menos sofisticados.

Flex não reconhece combustível: isso realmente acontece?
Foto Volkswagen | Divulgação

O setor de engenharia da Renault, marca que oferece unicamente modelos flex em sua gama de carros de passeio no Brasil, confirma que o sistema de injeção precisa de algum tempo para detectar qual combustível está utilizado, seja ele etanol, gasolina ou a mistura dos dois em qualquer proporção. Esse período é chamado de aprendizagem.

Todavia, de acordo com a empresa, trata-se de um procedimento bastante breve, que, em um carro atual, na maioria das situações não leva mais do que 3 minutos. “Com a evolução dos chamados sistemas calibráveis (compostos por software e componentes), a aprendizagem se tornou mais rápida e muito mais precisa”, esclarece a Renault.

Em carros mais antigos, sistema flex não reconhece combustível tão rapidamente

Nos veículos mais flex antigos, os softwares eram mais lentos e tinham menos parâmetros para seguir. O sistema de injeção não levava em consideração, por exemplo, a leitura da boia do tanque. Tais limitações podiam fazer com que a aprendizagem de combustível não se iniciasse ou que a adaptação não fosse totalmente executada.

Nesses casos, pode-se dizer realmente que o flex não reconhece combustível tão facilmente, pois o veículo podia tentar a partida com pouco combustível, ou ainda com excesso dele. O resultado é que alguns proprietários simplesmente não conseguiam ligar o carro pela manhã, se o tanque estivesse abastecido com etanol.

“A correção para isso era sempre rodar em torno de 10 quilômetros ou 15 minutos”, lembra a engenharia da Renault. Isso vale para os primeiros carros bicombustíveis, que surgiram a partir de 2003. Após 15 anos de mercado, há muitas unidades com a tecnologia mais antiga ainda em uso.

Nesses casos, vale a recomendação de rodar um pouco após alternar o uso de etanol com o de gasolina e vice-versa. E fica mais uma dica: é melhor manter o veículo circulando, e não funcionando em marcha lenta, situação na qual o sistema flex não reconhece combustível com tanta agilidade. “Na condição de veículo parado, o tempo pode ser até 5 vezes maior”, adverte a Renault.

Aprendizagem: a adaptação à gasolina ou ao etanol

Os especialistas consultados pela reportagem, contudo, são unânimes em afirmar que esse período de identificação diminuiu drasticamente, a ponto de fazer com que, atualmente, a recomendação de rodar com o carro após o abastecimento não seja mandatória. “O sistema evolui constantemente. O uso e a aplicação de maior capacidade de processamento da eletrônica faz que novas funções acrescentem maior robustez ao flex”, salienta Fábio Ferreira, diretor de engenharia da divisão de Powertrain Solutions da fabricante de injetores Bosch.

“Os sistemas atuais são bem eficientes em reconhecer qual combustível está no tanque”, acrescenta o engenheiro Henrique Pereira, integrante da Comissão Técnica de Motores Ciclo Otto da SAE Brasil.

Pereira esclarece que o procedimento de adaptação começa ainda no posto, assim que o veículo é ligado. “Durante o abastecimento, há movimentação da boia do tanque, indicando que o nível de combustível aumentou. Ao detectar essa alteração, o sistema entra em alerta e começa a fazer uma série de medições”, afirma.

Esse curto período de aprendizagem inclui ainda a queima de uma pequena quantidade do combustível que estava sendo utilizado anteriormente e permaneceu retida na tubulação do veículo. “Quase sempre o tanque fica localizado atrás, e o motor, na frente. A gasolina ou o etanol que já estava na linha de combustível será injetado antes”, explica o especialista da SAE.

Para a Renault, atualmente não há nem como estipular uma distância específica para o carro percorrer até que a identificação ocorra. “Depende da troca de combustível e da forma de condução do veículo”, pontua. De qualquer modo, o motorista não deve se preocupar. “Esse período de identificação não compromete o uso do carro, pois os ajustes da quantidade de combustível injetada são feitos em milissegundos”, conclui Ferreira, da Bosch.

Menor propensão a erros

Segundo o especialista da SAE Brasil, mesmo que o motorista chegue ao seu destino instantes depois de abastecer, o procedimento de detecção de combustível não será abreviado: assim que o veículo for religado, ele recomeçará automaticamente. Portanto, não há mais esse problema de que o sistema flex não reconhece combustível. “O término dessa adaptação ao combustível se dá apenas quando não houver mais variação do sinal da sonda Lambda, o que indica que o tempo de injeção está ideal”, acrescenta o setor de engenharia da Renault.

Flex não reconhece combustível: isso realmente acontece?
Foto Bosch | Divulgação

Se o processo de identificação for interrompido, o que poderá ocorrer, de acordo com a Renault, é alguma dificuldade para o motor pegar, caso o veículo tiver sido abastecido com etanol após rodar com gasolina. Porém, isso não chega a ser preocupante. “Hoje os veículos possuem estratégias de contorno para um erro de aprendizagem, fazendo com que o veículo ligue após a segunda ou terceira tentativa”, pondera o setor de engenharia da empresa.

Desse modo, a partida do motor é assegurada mesmo com os adaptativos errados. Ou seja: mesmo se o carro não pegar da primeira vez, basta insistir e fazer mais algumas tentativas que a partida acontecerá. Desse modo, proprietário não fica mais na mão, ou melhor, à pé, como num passado recente.

Sonda Lambda é responsável pela identificação do combustível

Na grande maioria dos veículos, o sistema flex não reconhece combustível presente dentro do tanque: a identificação ocorre após a queima. O componente que faz essa leitura chama-se sonda Lambda, ou sensor de oxigênio, e fica posicionado no escapamento, perto do motor.

“A sonda Lambda mede a quantidade de oxigênio presente após a queima, porque a gasolina e o etanol são consumidos de maneira diferente”, destaca Pereira, da SAE Brasil. O sistema de injeção eletrônica detecta mudança de combustível justamente ao perceber perturbações nos sinais emitidos pelo sensor. A partir de então, vai ajustando o ponto da injeção até a queima se estabilizar.

28 Comentários
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    Luis 28 de agosto de 2020

    Conversa fiada, carros mais novos dão o mesmo problema quando se faz a troca de combustível. Tenho um Sportage 2018 c 11000 km q tem me estressado muito. É só trocar p ter uma furreca falhando e andando aos trancos. Se não é flex de verdade,pq vender como se fosse?

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    Helio Kazuo Kiriyama 22 de agosto de 2020

    Discordo em alguns pontos, a sonda não consegue corrigir o tempo de injeção de forma plena tanto é vdd, na partida da manhã aonde acontece o maior estresse de variáveis ( temperatura se estiver muito frio, ciclo de trabalho inicial, os parâmetros de referência estiver fechado,e falta de inforrmação do dono do veículo e as vezes do próprio reparador, ) e na leitura de diagnóstico a proporção esta muitas vezes diferente do convencional, 80%, 20%, 100%, estando 50%, o sistema atua mas não de forma plena, e o veículo não vai pegar com facilidade e se pegar, deixando o dono do carro muito put… de raiva, Mas uma curiosidade , no começo o sistema flex, já existia na vw por leitura do ph antes da queima, sendo que a leitura era exata, só que era de alto custo na época, ai tiveram a grande idéia de fazer uma media ponderada, deixando o sistema no meio termo, aceitando gasolina 100% e etanol, só que o combusitvel tem que ser programado pelo scanner, tem que mudar nesse sistema toda vez que trocar de combustível, como estamos no pais tropical que é quente , não estando na estação de inverno o carro vai pegar, caso contrário terão dificuldades pois o sistema não esta programado com o tempo de injeção correto dependendo da estratégia de ignição de modelo e marca e época.

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    Jane Gonçalves 11 de julho de 2020

    Estou na mesma situação com meu classic 2014 flex. E na troca de combustível não importa se ando 5, 10 ou 20 km, toda vez que faço a troca do combustível, no outro dia pela manhã o FDP não pega. Ontem mesmo fiz mais uma tentativa, esgotei todo o álcool, coloquei gasolina, rodei aproximadamente 13 km e agora pela manhã o carro não pega. Daí, toda vez é a mesma coisa, o mecânico vem, passa o aparelho, reprograma para o combustível do qual abasteci e ele volta a funcionar. É lamentável tanto transtorno.

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      Humberto 11 de setembro de 2020

      Seu mexânico tá bagunçando seu carro…

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    Carlos Machado 26 de junho de 2020

    Pessoal, sempre ouvi muitos problemas sobre a injeção e câmbio (automático ou semi) em motores Ford. Recomendação: comprem um Honda (eu tenho 2 – um Civic e HRV) ou Toyota e jamais terão esses ou quaisquer outros problemas. Perguntem a qualquer mecânico.

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    Terezinha 26 de maio de 2020

    Comprei um Ford Ka Freestyle 1.0, modelo 2020 e senti que o carro esta muito, mais muito fraco, levei na concionaria eles fizeram a atualização do software e o carro continuou do mesmo jeito. Na semana passada abasteci ele com álcool andei bastante no dia e no dia seguinte o carro não quis mais ligar, começou a engasgar, liguei para o mecânico e ele me falou para fazer um procedimento (ligar o carro com o pé na embreagem e no acelerador e ir soltando o acelerador aos poucos até pegar), fiz e o carro funcionou, no outro dia a mesma coisa, carro não liga, nem com os procedimentos. Então levei para a concionaria e eles estão em dizendo que deve ser o combustível. Mas dai como isso pode acontecer, uma vez que o carro é flex? Já abasteci diversas vezes com álcool e nunca tive esse problema. O que devo fazer?

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      Renan Luiz Bezerra Vaz 14 de junho de 2020

      O meu ta dando o mesmo problema que o seu, levei na concessionária, fizeram a mesma atualização, sempre quando ligo a primeira vez no dia ele da uma engasgada mas liga, depois fica normal. Estou gastando o combustível para trocar para ver se resolve o problema.

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      Jane Gonçalves 11 de julho de 2020

      Estou com o mesmo problema em meu classic 2014 flex. O carro não pega a gasolina de jeito nenhum.

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    João Fagundes 20 de fevereiro de 2020

    O meu Agile 2012 tem dificuldade de pegar mesmo quando eu abasteço com o MESMO combustível. E já troquei até o MÓDULO DE INJEÇÃO. sempre precisou andar uns quilômetros para reconhecer o MESMO combustível. Se tiverem alguma ideia de como Resolver esse Problema me ajudem . Obrigado.

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      Lucas Rodriguez 23 de maio de 2020

      As vezes o problema está na sonda que não lê o combustível, com isso, o carro não da partida… Meu carro estava parado na garagem por conta que a sonda não fazia a leitura da gasolina, a sonda afirmava que o carro só estava no alcool sendo que só abastecia ele com gasolina… Gastei 100 pra arrumar o carro

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      alexandre 2 de julho de 2020

      Já peguei carros da GM com problema de bobina que altera o A/F

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    Donizeti 10 de janeiro de 2020

    Ase sondas vão ler o combustível do momento da queima. Se estava com metanol (somente)no tanque e vc colocou gasolina as sondas vão ler o combustível que está no circuito, isto é do filtro de combustível até a queima. Depois disso elas vão ler o novo combustivel; seja metanol; gasolina ou ambos.

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    Edson 20 de dezembro de 2019

    Li, li e li e não vi como faço pro sandero que parou de funcionar pela troca de combustível voltar a andar… obrigado!

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      Rubao monkey 20 de abril de 2020

      Amigão faça o seguinte . O carro tem que estar com a bateria carregada que ok. Pode fundo no acelerador e de apartida até que perceba que o motor entrou em funcionamento va tirando o pé aos poucos até ele estabilizar ande um tempo entre dez a quinze minutos ele ficará zerado

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        Yarles martins 22 de setembro de 2020

        Verdade só assim meu prisma do ano 2018 dá a partida pela manhã,quando faço a troca de Etanol pela gasolina no dia seguinte.kkkk

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    Regina memória 4 de novembro de 2019

    Carro da Peugeot ano 2016/2017 automático Alure com problema de reconhecimento de combustível. Um absurdo! comprei varias bateias pensando que era bateria descarregada! levando para a concessionária , sempre a mesma coisa , seu carro não apresentou nada! Por ultimo falaram em reconhecimento de combustível? de um carro desse ano? novo? sim , orientaram ( o ao abastecer o caro teria que rodar de sete a dez quilômetros ! Um absurdo ! assim fiz. Agora, estou abastecendo sempre que vou trabalhar ( 5 km de minha residencia ao trabalho ) ja abasteci duas vezes . Estou aflita!

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    DANIEL DE OLIVEIRA COSTA 8 de outubro de 2019

    Bem, minha esposa possui um HB20 S 2015/2015 e o fato de não detectar o combustível quando abastece num posto é frequente. O carro roda em média a mesma quantidade de km e até que se queime a ultima gota de gasolina não detecta o novo abastecimento.Quando abastece em outros postos postos não acontece isso. Eu tenho um Ford Ka 2020 SE 1.0 Plus e abasteci no mesmo posto hoje, o carro ta com 808 km rodados e aconteceu que o abastecimento foi detectado, pois, o mostrador é analógico, mas não alterou no computador de bordo a autonomia com aquela nova quantidade abastecida.

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    Cristian Cabral 24 de maio de 2019

    Tenho uma Palio Adventure 2006 1.8 com motor GM. Por questões de preço, aqui no sul não compensa usar Alcool pois o preço cobrado é um “assalto” R$ 4,00..Ou seja, voce é OBRIGADO a usar gasolina a R$ 4,70. Meu carro sempre apresenta problema quando identifica gasolinas adulteradas, e isso está se tornando frequente aqui em Porto Alegre. Semana passada abasteci num posto local (megapetro) e pedi gasolina ADITIVADA. Passados 30 minutos de uso meu carro começou a falhar e consumir demais, 5 km/l e normalmente faz 8,5 na cidade c/ gasol. Resultado, gasolina batizada, o carro entendeu que tinha alcool no tanque. Rodei até acabar e coloquei uma DTClean da Ipiranga. Já rodei os 20 litros que botei e nada de voltar pra gasolina…Já sei que vou ter que gastar mais, abastecer de novo e ir pra estrada rodas uns 20 km pelo menos. Isso ocorreu também a 2 meses atrás e o mecânico falou tá com gasolina mas a leitura é para alcool, ou seja, gasolina ruim….So que desta vez não deixei por menos, abri uma reclamação na ANP (Agencia Nac. de Petrol.) e também na ouvidoria da Megapetro. Consumidor sempre pagando o pato…

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      Everton lemes 12 de agosto de 2019

      Cara tô com mesmo problema no meu Sonic , cada vez que abasteco algumas vezes entende como álcool e o carro fica ruim até eu colocar uns litros de gasolina octapro daí ele roda q é uma blz, advinha sou de Sapiranga perto de POA.

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    Marcus 23 de maio de 2019

    Esta matéria pelo jeito foi escrita no futuro, pois de 2003 para cá os carros continuam dando o mesmo problema se trocar o combustível e já parar ele na garagem sem andar uns 5, 10 km.
    Meu Corsa bastava rodar 5km, meu Fit também, mas agora estou com um Kia Picanto que tem aquele motor do HB20 e já me deixou na mão duas vezes. Na primeira troquei o combustível e rodei 12KM e na segunda foram 16,5KM e mesmo assim não pegou.
    Já fez leitura do módulo, as sondas e etc. e esta tudo OK.
    Tenho que gastar metade do tanque só para ele entender o que esta bebendo.

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    Nelson 20 de maio de 2019

    Possuo dois carros. 01 civic 2018 exl que comprei novo e tá com 9500 km +- e um gol g6 2013.
    O civic me deu problema no primeiro mês que comprei. quando troquei de combustível e fui para casa, cerca de 3 km. ficou na garagem até o outro dia e não pegou. teve de ir de guincho pra concecionária para esgotar combustível e fazer regulagem. ELE É 2018 COMPREI EM 22-05-2018.
    Hoje, 20-05-2019 meu gol deu o mesmo problema . Há tempos só absteço com alcool e onten resolvi por gasolina. andei uns 5 km com ele e pus na garagem. Hoje cedo a mesma coisa. tive de levar mecanico lá porque não pegava. .. CARRO BRASILEIRO É UMA BOOOOOOOOOOOOSTA……………..

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    Paulo Ferreira 27 de novembro de 2018

    Oi pessoal, tenho um gol 2016 e to com um problema. quando abasteço com gasolina o nivel de combustivel vai a zero como se a boia estivesse com defeito, mas quando abasteço com alcool o nivel no painel funciona normalmente. Alguem tem ideia do que pode ser isso? Desde ja, obrigado!

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    Edson Santos 26 de setembro de 2018

    Por questões financeiras ainda possuo um Fiat Idea 1.4 2008 flex mas devido a alta da gasolina só abasteço com álcool. Mas gasta muito, faz cinco as vezes seis quilômetros por litro. Por isso que parou a fabricação destes carros com estes motor. Mais potência princivilmente álcool não vale a pena. Motor com mais potência, Torque bebe menos. Nos no Brasil que só temos carros 1.0 .,1.4 e 1.6 não são econômicos. Imposto sobre 2.0 é bem mais alto. Um Alzira 6 cilindros gasta igual ou menos que nossos carros um ponto qualquer coisa.

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    Antonio 26 de setembro de 2018

    No manual do VW Polo 2018, 1.0 TSI que possuo, consta a recomendação de quando ocorrer a troca de combustível, gasolina para alcool ou alcool para gasolina, trafegar no mínimo 5 km com o veículo antes de desligar. É um veículo moderno, construído nesse ano. Eu tenho atendido essa recomendação, já que usualmente meus trajetos são inferiores a 3 km. Abraço.

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      Luis Santos 27 de setembro de 2018

      Veículo é moderno, mas manual não. A maioria dos manuais não é revista com o tempo. A montadoras apenas copiam e colam as mesmas baboseiras de décadas atrás. Pode confiar na matéria!

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        Sobral 22 de fevereiro de 2020

        Eu tenho um polo 2018 1.0 e acredite quando houver a transferência de combustível ande pelo menos 5KM

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    fernando de andrade 24 de setembro de 2018

    boa tarde com a respeito dessa questão de mudança de combustível de veiculo flex por exmlpo os motor etorg acontece muito isso quando a troca de combustível de gasolina para o etanol o cliente sai do e vai pra casa num trajeto curto no outro dia o veiculo nao entra em funcionamento sendo preciso dar um socorro para o cliente quando chega na loja que passamos o equipamento de diagnóstico nao tem erro algum na tela qual seria a explicaçao????

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      José 29 de setembro de 2018

      Tem que levar o veículo em uma oficina para verificar o AF dele ,para ver se está programado para gasolina ou álcool

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