HB20: Latin NCAP duvida das suas próprias estrelas?

Entidade uruguaia deduz 'oscilação na qualidade de produção' da Hyundai. E dirigente duvida de suas próprias estrelas

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Crash test do Hyundai HB20 (Foto: Hyundai | Divulgação)
Por Boris Feldman
17 de outubro de 2020 07:00

Se a compra de um carro no Brasil inclui preocupação com segurança, a única informação disponível vem da entidade uruguaia Latin NCAP, que avalia veículos comercializados na América Latina.

Mas os resultados podem ser distorcidos:

1. Diferentes legislações

A legislação de outros países não é compatível com a brasileira. Não exige, por exemplo, como a nossa, airbags frontais. Então, crash test de um mesmo carro vendido aqui e em outro país, porém sem airbags, terá nenhuma ou apenas uma estrela (das cinco possíveis). Claro que, testado aqui, teria melhor avaliação.

2. Mudança de protocolos

Carro testado hoje ganha quatro ou cinco estrelas. Daqui a dois ou três anos o LatinNCAP aperta o protocolo e reduz suas estrelas pela falta de algum equipamento de segurança. Mas seu concorrente, preparado para o novo protocolo, é contemplado com mais estrelas apesar de oferecer o mesmo nível de segurança, outra distorção que confunde o consumidor e prejudica os fabricantes.

Os uruguaios “remendam” a lambança com asteriscos explicativos e estrelas de cores distintas para cada protocolo.

VEJA TAMBÉM:

HB20 e o Latin NCAP

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Nota do HB20 foi rebaixada no segundo crash test: critérios subjetivos (Foto: Latin NCAP | Divulgação)

O LatinNCAP testou o novo Hyundai HB20 no ano passado, à época de seu lançamento, e o aprovou com quatro estrelas. Mas acaba de reprovar uma segunda unidade, testada meses depois, que perdeu três delas.

Duas situações poderiam explicar esta redução de estrelas:

  1. A exclusão de componente que compromete a segurança, como airbags ou barra de proteção lateral;
  2. O LatinNCAP ter alterado o protocolo com a exigência de mais algum equipamento de segurança como o ESC (controle eletrônico de estabilidade). Se o modelo não o tem, perde estrelas.

Mas, como explicar o rebaixamento do HB20 no segundo teste, se carro e protocolo eram os mesmos?

O relatório da entidade uruguaia, subjetivo e de rigor técnico questionável, diz “não ter encontrado diferença na construção dos dois veículos” e também que “a deformação da estrutura parece a mesma, com deformação interna semelhante e pontos de impacto similares no dummy”.

Alejandro Furas, do LatinNCAP, afirma textualmente que o segundo carro teve mesmo comportamento que o primeiro. Mas alega que o rebaixamento estelar “em princípioexplica-se pela diferença no comportamento do painel interno plástico da porta frontal”. E que este painel plástico estaria impactando o dummy de forma diferente”. E a drástica redução de três estrelas.

O engenheiro Furas se dá ao direito de repreender a Hyundai e outras fábricas brasileiras por oferecerem carros com menor nível de segurança que na Europa. Mas se contradiz ao sugerir que a fábrica coreana instale airbags laterais no HB20.

Ora, se este é o problema, por que a primeira unidade testada, também sem airbags, foi aprovada com 4 estrelas? Revela também um raro domínio em manufatura e processos industriais, pois insinua oscilação na qualidade da produção” na fábrica de Piracicaba da Hyundai.

A Hyundai, perplexa, emitiu comunicado em que questiona o disparate dos resultados: Não houve qualquer mudança no processo de produção ou na especificação do veículo que possa justificar a extrema variação entre os dois testes realizados pelo LatinNCAP em menos de um ano”

Duvida das próprias estrelas?

Numa outra entrevista, (para a revista AutoEsporte), ele acusa genérica e levianamente empresas brasileiras: “Existem fabricantes que desenvolvem a segurança de seus carros para passar no teste e atingir o objetivo de estrelas e outros que os desenvolvem para proteger as pessoas”.

Então, Furas duvida de suas próprias estrelas? Elas não bastam para definir o nível de proteção do carro?

Brazil NCAP?

A impertinência do LatinNCAP se explica por ser a única entidade independente a realizar crash-tests em nossos carros sem a voz de uma comissão de técnicos e autoridades brasileiras que estabeleça critérios para avaliar sua segurança e a prioridade dos testes (os modelos mais vendidos, por exemplo).

A solução óbvia é a criação de um “Brazil NCAP” para avaliar nossos automóveis, com observância da nossa legislação e peculiaridades mercadológicas.

Depois de entrevistar alguns de seus executivos, percebe-se ser complicada e delicada a situação das fábricas brasileiras em relação ao assunto. Não escondem sua perplexidade com o comportamento do LatinNCAP, mas “impedidas” de se manifestar, pois há vários critérios subjetivos na avaliação de um carro.

Protestar publicamente contra as questionáveis “estrelinhas” que confundem o consumidor poderia resultar em “represálias”.

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37 Comentários
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Sir.Alves 17 de março de 2021

Caramba, nao publicam os comentarios no mesmo dia.

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Sir.Alves 16 de março de 2021

Kkkkkk em resumo, nem duas nem quatro estrelas… Nem o motorista morre, nem vive, vai pro limbo… Kkkkkkk vc chega la hyundai, ou nao….

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Lucas 8 de abril de 2021

Só no momento do real acidente para saber o que vai acontecer kkkkk

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João Batista Trevenzoli 16 de dezembro de 2020

bom dia

A questão envolvendo os testes de segurança da Latin Ncap não envolve grandes discussões, tendo em vista que nossos carros populares deixam muito a desejar, embora tenham preços elevados, como é o caso da Fiat. Sobre a idoneidade da empresa uruguaia, é outro assunto.

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Rafael 28 de novembro de 2020

O que me deixa mais chateado é que, considerando os padrões Europeus e Americanos, aqui estão discutindo como se as nossas 5 estrelas latinas fossem algo extraordinário! Fora os preços dos veículos daqui, longe de serem “populares”. Se não existissem estes institutos independentes, acho que o mundo hoje seria muito diferente. O autor desta reportagem deve morar num outro planeta, não capitalista, onde os empresários diminuem seus lucros para oferecer mais para os seus clientes! Brazil Ncap foi uma excelente piada!

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João Carlos Ferreira 25 de outubro de 2020

Se as montadoras se preocupassem com a segurança das pessoas e não somente com a legislação brasileira ( que é fraquíssima com relação a segurança veicular), estariam tranquilas nos testes, independente se é subjetivos ou não, mas o que se vê é quanto maior o lucro melhor e dane -se a segurança e o pior , as autoridades estão pouco preocupadas ou sem preocupação nenhuma sobre o assunto.

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Amarildo rossi papa 22 de outubro de 2020

A Hyundai já mostrou que não é confiável (veloster) assim como a VW (dieselgate) então acredito no latinncap.

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F. Munhoz 22 de outubro de 2020

É por “essas e por outras” que quando vou comprar um carro escolho o que gosto e que me dá mais prazer em dirigir e não dou bola “para as famigeradas estrelas”, depois de saber que empresas consideradas serias como a “Das Auto” está sofrendo processo por fraudar as leis de poluição com o Diesel Gate e saber que a Fiat fez o mesmo aqui no Brasil com seu Uno que “não poluia” , coisas facilmente detectáveis com simples medições mas que mandavam “carros preparados” para a fraude, como confiar em “estrelas” e que as fabricas não mandam carros “preparados” para os crash tests ?? Afinal se voce bater e morrer sempre se pode alegar que o impacto foi em um angulo ou em uma velocidade diferente da do “famigerado” teste. Crash Test me cheira como aqueles “economizadores de combustiveis” milagrosos que fazem um V-8 5.0 gastar como um 1.0 ou remédios milagrosos que te fazem perder 20 Kgs. em um dia ou ainda cremes que te rejuvenescem 20 anos e outros “snake oils” que existem aos montes por aí…

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elioricardoalves 22 de outubro de 2020

Para falar a verdade os testes feitos no Brasil eles não divulgam lembrem o teste e feito com velocidades em torno de 50 ou 60 por hora pode ajudar mas não são milagrosas como muita gente pensa já vi resultado de um uno que saiu em revista por problemas no cinto os caras ficaram pasmos com o resultado não passou não lembro o modelo e ano só que foi do cinto que se quebrava com a pancada

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Arlan 19 de outubro de 2020

Uma vergonha tentar desqualificar o latin ncap, algumas empresas reduzem a qualidade dos materiais empregados nos carros ou ate mesmo no processo de construcao do mesmo ( por exemplo reduzindo a temperatura da solda utilizada, pra economizar energia ), o hb20 perdeu estrela por causa que sua estrutura nao suportou a colisão lateral, o teste feito pelo latin ncap é padronizado, a probabilidade de erro é minima, ja a probabilidade de erro na construcao de carros é bem maior ainda mais quando sao feitos em larga escala

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R. Oliveira 18 de outubro de 2020

Que bela tentativa de desqualificar a Latin NCAP e de tentar explicar a vergonhosa participação da Hyundai. Nítido a imparcialidade né.

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Celimar 18 de outubro de 2020

Um carro tem q ser seguro e ponto. A por aquele tinha 4 air-bag e esse outro so 2, ma e dai,tem q ser seguro e ponto, se não é com 2 então fabrica com 4. Os q compram com 2 podem morrer é isso?

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Leonardo Oliveira 18 de outubro de 2020

Eu acredito no latin ncap, e na impressa, só não acredito na montadora, que poderia fazer um carro reforçado para mandar para o teste, e fábrica os carros mais frágeis.

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Thiago 18 de outubro de 2020

Que vergonha se prestar a fazer essas matérias pagas a essa altura da vida profissional. Desqualificar a Latin NCAP pra defender as montadoras brasileiras que sabidamente só ligam pra diminuição de custos é um desserviço à sociedade.

Eu queria acreditar que o HB20 e demais carros vendidos aqui são bons, são seguros. Mas qualquer pessoa que nasceu e cresceu no Brasil sabe que isso nunca foi a nossa realidade.

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Djalma 18 de outubro de 2020

Na realidade o que é o Uruguai em termos de mercado automotivo? E um zero vezes zero, então como foi surgir lá essa entidade? Tudo muito estranho. Uma coisa estranha e ter dados 5 estrelas para o Onix, mesmo número de estrelas do Polo, sendo que um teve 28 pontos e o outro 32 pontos e o número maximo possível são 34! E esse é apenas um dos muitos pontos de interrogação na atuação da entidade.

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Soares 18 de outubro de 2020

Graças que com o tempo vemos que os comentários hoje são voltados para o entendimento da realidade brasileira e que sabem muito bem quando as coisas são voltadas a interesses escusos.

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John 117 18 de outubro de 2020

O modelo testado, foi o mais simples que não possue o airbag lateral. Os modelos mais caros já vem com este item de segurança. Então deveria ser rebaixado apenas o modelo testado e não todos os HB20! E a matéria só questiona o critério adotado em menos de um ano rebaixando a nota sem alterações no modelo!

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Aroldo Guimaraes 17 de outubro de 2020

Já li muita reportagem questionando o Latin Ncap. Reportagens escritas por quem realmente entende e nao essa nova geração de youtubers que conhecem porqie leram na 4 Rodas e Autoesporte. Pessoas como o Boris Feldman, Bob Sharp e Felipe Hofmann, têm meu respeito.
Mesmo na epoca do Onix, houve muitos questionamentos. Ao contrario do Euro Ncap, esse Latin é fraquíssimo, incoerente e pra mim, engenheiro mecanico, não é nem um pouco confiável. Eu compraria um Onix antigo e compraria um Hb20 atual!

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Ricardo 17 de outubro de 2020

Dando pinta de matéria encomendada…

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Maurício Fontana 17 de outubro de 2020

Preferência do consumidor por carros bonitinhos, repletos de recursos multimídia + elevada carga tributária para o consumidor final = carros inseguros quase promovidos a carroças.

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ADRIANO OJEDA 17 de outubro de 2020

Isso mesmo, é o que eu penso, esses carros celulares de hoje em dia, estão cheios de mimizinhos e esquecem da segurança, aliás são puro plástico, não se faz carros como antigamente, pra mim os melhores carros foram feitos na década de 90, anos 2000 em diante são um lixo.

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Cesar Ceneme 17 de outubro de 2020

Ótimo texto para defender a Hyundai. Podemos considerar até mesmo uma publicidade para a montadora.
Desmerecer a NCAP latina para defender implicitamente uma marca ilustra o cinismo do jornalismo publicitário brasileiro.
Uma matéria como essa só serve para confundir os leitores e gerar desinformação sobre um aspecto vital na escolha de um carro, como a segurança.
Vergonhoso trabalho de desserviço.

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José Silva 17 de outubro de 2020

Eu acredito mais no LatinCAP do que nas montadoras.
Veja o nosso campeão de vendas que mata seus passageiros e, no modelo novo, pega fogo.
Seu antecessor tem airbags fatais e só com processo judicial a fábrica começou a fazer recall.
É bem provável que mantenham um padrão até receberem estrelas e depois abaixem tal padrão.

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Sathuurn 17 de outubro de 2020

Kkkk essa “reportagem” me lembrou da fala da ministra da agricultura que disse que o problema do fogo no pantanal é pq tem pouco gado. Kkkkkkkkkkkk.

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Fernando 17 de outubro de 2020

Bom, leve o carro aos EUA e ao euroncap , digo Europa e veja se a segurança fica nas 4 estrelas nestes continentes. Não confio nas indústrias automotiva que para melhorar a segurança não colocou um controle de estabilidade nos carros que já tinham ABS.
PREFIRO ACREDITAR NO LATINNCAP.

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Tony Pacheco 17 de outubro de 2020

Acredito na Latin NCAP. Não acredito nas montadoras e imprensa “esoecializada” brasileiras. Ponto.

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Tony Pacheco 17 de outubro de 2020

Sou bradileiro e compradir de carro zero há 35 anos e sei que as montadoras brasileiras se destacam por fazer carros inferiorrs aos similarrs japoneses, europeus e americanos. E, principalmente, sou brasileiro e sei que moro num país que tem governos indiferentes à segurança em todos os aspectos da vida e não ia ser na segurança automobilística que iam se importar com o povo. Prefiro actedirar na Latin NCAP do Uruguai do que em qualquer montadora e governos brasileiros.

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OSMANE DAMIANSE ALMEIDA 17 de outubro de 2020

Propor um Brasil NCAP é um insentivo a corrupção e a mentira!!! É claro que o governo daria as estrelas pelo apoio em dinheiro!!! Até 100 mil é só carroça criada para nosso mercado!!!

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Tony Pacheco 17 de outubro de 2020

Perfeito.

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José Pereira de Lima Filho 17 de outubro de 2020

Quando o carro é reprovado, busca-se desqualificar o teste,a metodologia e até a própria LatinNCAP. Isso mostra a força e a influência das montadoras sobre os meios de comunicação e formadores de opinião.

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Victor 17 de outubro de 2020

“Brazil Ncap”… tô vendo que vamos voltar a era de Fusca e kombi. Aqui a maioria dos carros são ultrapassados em relação aos da Europa e Eua.

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Tony Pacheco 17 de outubro de 2020

Petfeiro.

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Fernando 17 de outubro de 2020

Voltaremos aos carros bateu morreu. O caixão sobre rodas.
Brazil ncap ?, Prefiro que levem nas ncap europeia ou norte americana para avaliarem sem corrupção.

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Guilherme Daniel 17 de outubro de 2020

Li em outro lugar que o carro do primeiro teste foi oferecido pela Hyundai e era a versão com 4 air-bags, e esse de agora foi adquirido pela lncap com recursos próprios e era a versão básica com2 air-bags. Essa diferença se dá pq são modelos diferentes, o que não ocorre com o onix que tem 6 air-bags desde a versão de entrada.

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diogo 17 de outubro de 2020

o autor da matéria está muito nervoso..

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Bruno Vasconcelos 17 de outubro de 2020

Creio que o LatinNcap é muito sério e não tem intenção de prejudicar os fabricantes…. se este crashtest apresentou problema nesse “painel interno plástico da porta frontal” a Hiunday mudou a estrutura desse plastico ou algum problema que precisa pesquisar junto ao LatinNcap pra consertar… abs

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Rodolfo 17 de outubro de 2020

Acho que chegou a hora do Brasil ter a própria entidade de testes, ou uma Instituição de renome poderia fazer os testes como por exemplo o Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT.

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