JAC E-JS1: com toque de VW, carro elétrico mais barato do Brasil agrada

Feito sobre a plataforma melhorada do JAC J2, novo hatch da marca chinesa custa R$ 149.990 e tem autonomia de 300 quilômetros

jac e js1 azul frente
Cores diferentes compõe o catálogo do modelo (Fotos: Fabio Perrota Jr. | AutoPapo)
Por AutoPapo
15 de setembro de 2021 17:12
Fabio Perrota Jr., especial para o AutoPapo

Esqueça aquela história de que o mais barato não é bom. Isso não se aplica ao JAC E-JS1. À venda por R$ 149.990, o hatch acaba de chegar ao Brasil como o carro elétrico mais barato do país. Tem autonomia de 300 quilômetros e refinamentos herdados da Volkswagen, que explico a seguir.

O caro leitor deve estar se perguntando: como um carro elétrico chinês tem refinamento da Volkswagen?

Tudo começou em dezembro de 2020. A Volkswagen comprou parte da JAC para desenvolver carros elétricos no mercado chinês. A parceria resultou em uma marca chamada Sol. É ela que produz o E-JS1, que chega ao Brasil sob tutela da JAC.

VEJA TAMBÉM:

Explicado isto, vamos ao carro. Da JAC, o E-JS1 usa apenas o chassis e a carroceria, herdadas do subcompacto J2, vendido por aqui entre 2012 e 2016. A Volkswagen aplicou sua experiência na suspensão, interior, dinâmica, acabamentos, entre outras partes.

O resultado disso é um carrinho bastante interessante, mas com pegada urbana. Bastam poucos segundos a bordo do modelo para notar como a joint-venture com a Volkswagen fez bem ao JAC.

jac e js1 azul traseira
Autonomia é de 300 km

up! elétrico

Dinamicamente, o E-JS1 é quase um VW up! elétrico. Seu motor, montado no eixo dianteiro, tem 45kw, algo na casa dos 62 cv. O torque é de 15,3 kgfm, bem próximo dos 17 kgfm do up! TSI.

Basta apertar o pedal do acelerador até o fundo para sentir o torque entregando toda sua força, instantaneamente, para as rodas dianteira.

A suspensão é da Volkswagen e parece ser idêntica à usada no up!. Apesar do acerto justinho, o carro não é desconfortável. O volante tem assistência elétrica e é bastante leve, como em outros modelos da JAC. Em movimento, no entanto, a direção fica um pouco mais rígida e melhora a dirigibilidade.

Boris Feldman fala da parceria entre JAC e VW:

O pequenino motor elétrico fica lá embaixo do capô. Com a frente consideravelmente mais leve, o modelo tem um comportamento bem ágil em curvas, mas não conseguimos ir muito rápido por conta dos limites impostos pelo trânsito cotidiano de São Paulo.

Esse conjunto é mais do que suficiente para rodar na cidade. O chinesinho é esperto e não passa aperto em nenhuma situação, nem mesmo em subidas mais íngremes, como no trajeto do teste.

De acordo com a JAC, o E-JS1 acelera de 0 a 100 km/l em 10,7 segundos. Mas não se anime muito. O modelo tem velocidade máxima limitada a 110 km/h para preservar a autonomia da bateria.

jac e js1 motor

Bateria do E-JS1 tem 5 anos de garantia

Falando em bateria, o E-JS1 tem 5 anos de garantia. De acordo com a JAC, após 4.ooo ciclos (recargas), o que equivale a 800 mil/1 milhão de quilômetros rodados, a bateria terá perdido 25% da sua capacidade de carga.

Na hora de recarregar, o E-JS1 traz de série um carregador portátil. Quando conectado a uma tomada de 220v, recarrega a bateria em até 12 horas e tem o consumo equivalente ao de um ferro de passar roupa.

Por conta do padrão de tomada da China, que não é utilizado no Brasil, a JAC fornece, juntamente com o carregador, um adaptador para utilizar o padrão europeu. Ou seja, com ele, é possível recarregar a bateria em qualquer posto de recarga disponível no Brasil.

Interior descolado

Internamente, o E-JS1 é repleto de plásticos no acabamento. Eles estão espalhados por todo habitáculo, em diferentes tons e texturas. O visual descolado chama atenção, assim como a qualidade dos encaixes. Não há rebarbas ou falhas. O apoio de braço na porta é a única área onde há tecido e maciez.

Ao todo, são 6 tons para a carroceria, que vão desde um rosa claro, passando por duas opções de azul, verde abacate, vermelho rubi e um branquinho básico.

O volante é o mesmo já utilizados em outros modelos da JAC. A diferença está no painel de instrumentos e na central multimídia, representados por duas telas.

A de instrumentos tem 6,2 polegadas e exibe as informações básicas do carro, como autonomia, velocidade e outros alertas. De boa resolução, o único porém fica para o brilho, que fica fraco debaixo de sol forte.

Por ainda se tratarem de modelos pré-série, todas as unidades disponíveis no lançamento ainda estavam com idioma da multimídia e computador de bordo em Mandarim. Apesar da dificuldade em configurar algumas funções, foi possível ajustar o ar-condicionado sem maiores dificuldades. Os comandos para refrigeração da cabine são feitos diretamente na tela e apresentam fácil manuseio.

Os bancos são os mesmo do UP europeu, de tecido e têm um design diferenciado, que combina bastante com a proposta do carro. São mais confortáveis que o do Up nacional e têm maior apoio lateral, ideal para não ficar escorregando em curvas mais acentuadas. Vidros e travas são elétrico e há até câmera de ré para ajudar a estacionar o pequenino elétrico.

O câmbio é acionado por meio de uma alavanca atrás do volante. Esta peça, inclusive, é muito semelhante à utilizada pela Mercedes. Há ainda carregador de celular por indução no console central. Basta apoiar o smartphone e a recarga acontece como mágica.

Boa opção para a cidade

Por R$ 80 mil a menos que o Renault Zoe, segundo elétrico mais barato do Brasil, o JAC E-JS1 é uma boa opção para quem procura um carrinho elétrico para andar na cidade.

Com cinco anos de garantia, revisões que não custam mais de 150 reais e visual descolado, não tenho dúvida: teria um na minha garagem para fazer companhia ao meu Fuscão 1972.

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53 Comentários
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Rodrigo MARTINIANO 6 de dezembro de 2021

up!
UMA BOA IDEIA PERDURA.

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Cláudio Pimentel Modesto 16 de outubro de 2021

Toque da VW, o preço.

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Rodrigo MARTINIANO 6 de dezembro de 2021

De fato, caro Cláudio, o preço até costuma MATAR certos VW.

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Marcelo 15 de outubro de 2021

Um carro somente a etanol é mais viável.

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Rodrigo MARTINIANO 6 de dezembro de 2021

ATUALMENTE CORRETÍSSIMO, caro Marcelo.
Um carro somente a etanol é mais viável.
. . . . .
Decerto quem discorda de quão os veículos elétricos são superiores aos de combustão interna (os que usamos hoje, 04.12.21, grosso modo), desconhece o assunto: CARROS ELÉTRICOS SÃO OS MELHORES, pelo menos conceitualmente.
Entretanto, ocorre que É IMPRATICÁVEL prover energia elétrica pública a uma frota massiva de veículos elétricos, porque a poluição – e outros males colaterais – vão aumentar e não diminuir.
Aqui em São Paulo determinada construtora resolveu o problema de se ter um carro elétrico independente da energia elétrica pública: a referida construtora vem criando condomínios com FAZENDA SOLAR e VAGA ELÉTRICA (vaga com a devida tomada), i.e., o carro elétrico do premiado morador é “abastecido” (LEIA É ENERGIZADO) em casa, a expensas de nada, EXCETO O SOL.
Porém… Ah, porém!
Pouquíssimos indivíduos têm grana para comprar um apartamento de tal porte mais um carro elétrico, aliás, QUEM ME DERA!
Sendo assim, e conforme eu venho dizendo e redizendo, valho-me de suas palavras, da sua assertiva:
– “Um carro somente a etanol é mais viável.”.
Grato pela atenção,
Rodrigo MARTINIANO.
. . . . .
• O DILEMA DO VEÍCULO ELÉTRICO •
Dilema é algo complicado, para cuja solução é indispensável escolher entre duas opções contraditórias, entre duas opções opostas.
Evidentemente eu concordo que veículos elétricos são muito superiores – em termos de qualidade intrínseca – aos de combustão interna.
Entretanto, mesmo quando resolvidos todos os percalços que dificultam a produção massiva de veículos elétricos, resta lembrar de onde vem a ELETRICIDADE consumida por nós habitantes da Terra, cerca de 75% DELA produzida em usinas termoelétricas, através da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo, salvo raras exceções, mas sempre QUEIMANDO alguma coisa.
Um dos maiores impactos ambientais vivenciados atualmente por nosso planeta – senão o maior deles – advém da termoeletricidade, citando como exemplos o recrudesicimento do efeito estufa (e, por conseguinte do aquecimento global), da chuva ácida, etc., etc.
Assim, imaginemos uma frota de veículos não 100%, mas ‘apenas’ 50% elétrica: DE ONDE VIRIA TANTA ELETRICIDADE? É óbvio que +/- 75% das usinas termoelétricas!
Permitam-me avançar no imaginário, aí os apagões iriam ‘pipocar’ pra tudo que é lado!
Solução racional para poluir menos nossa Terra, o nosso lindo globo azulado, surgiu aqui, no nosso amado Brasil: ERA O PROALCOOL, criado sob a égide do meu saudoso professor coronel Urbano Ernesto Stumpf. Houve um tempo no qual quase nenhum brasileiro ‘motorizado’ tinha carro a gasolina, tinha sim carro a álcool (SOMENTE A ÁLCOOL / DIFERENTE DE FLEX), tempo em que a frota de caminhões da Coca-Cola era de Chevrolet a álcool, quando a Volkswagen fabricava caminhões Dodge a álcool, e quando eu viajava até o estágio nos ‘ônibus vermelhos do CTA’, 100% a álcool; e – notem – o álcool combustível dos primórdios era péssimo comparado ao de hoje, rebatizado de ETANOL, nada além do nome científico do ÁLCOOL.
Na Suécia, onde é custoso fabricar ETANOL, uma frota de ônibus SCANIA-ETANOL serve o povo; no Brasil os ‘esquerdopatas’ SUCATEARAM O PROALCOOL por mera birra contra os militares, os ‘ônibus vermelhos do CTA’ foram vendidos a peso, jazem num ferro-velho de Cruzeiro-SP.
É certo que veículos elétricos serão completamente superiores a partir de quando gerarem a sua própria energia, oriunda (captada) do SOL.
Até lá devemos nos dar por satisfeitos em POLUIR O MÍNIMO POSSÍVEL!
Vocês, nobres amigos brasileiros, USEM SOMENTE ETANOL.
Vocês, nobres amigas brasileiras, IDEM!
Vosso carrinho teima em não ‘pegar’ nas manhãs frias?
BASTA NÃO ‘AFOGAR’ SEU CARRINHO COM ETANOL, NEM MISTURAR ETANOL E GASOLINA: É FLEX SIM, MAS, OU ETANOL, OU GASOLINA, POIS A MISTURA – bastando o carro ficar parado da noite para o dia – NÃO PRESTA: ELA SE DESCONJUNTA E FORMA ÁGUA (mais pesada) NO FUNDO DO TANQUE (água evidentemente não queima!).
Lembro que a VW resolveu o problema da partida a frio com etanol (álcool), “serpenteando” eletricamente (aquecendo) as peças de admissão de combustível.
VELHAS LEMBRANÇAS:
Sobre os primeiros automóveis a álcool brasileiros (aliás, mundiais), vendidos ao público desde 1980, destaque para os Ford Corcel e Landau, cujos respectivos motores ‘Sierra’ (francês / Renault) e ‘302-V8’ (americano / Ford) pareciam ter sido feitos só para consumir álcool. Em tempo, o emblema com a identificação ‘ÁLCOOL’ era metálico nos primeiros Ford a álcool, ao invés de mero adesivo plástico (caso dos Volkswagen daquela época), indicação de que para a Ford o álcool era definitivo. A GM também encarou o álcool como definitivo e, igual à Ford, investiu capital inclusive para criar um emblema convincente. Os carros GM a álcool 1980 eram bons, levemente inferiores aos Ford; os carros Volkswagen a álcool 1980 eram péssimos, daí seu emblema ‘leguelhé’.
E a FIAT? Bom, a FIAT foi pioneira na comercialização de carros a álcool, ainda em 1979 no final daquele ano, porém não visando o público em geral, sim o governo. O FIAT 147 álcool acompanhou seus concorrentes Ford e GM no emblema, era (é) um carrinho gostoso de dirigir (em dirigi um da Receita Federal), embora dificílimo de ‘pegar’ sem auxílio de gasolina – sem injetar gasolina / fazia parte dos ensaios – mesmo no maior verão; excetuando-se o motor ‘Avenger’ do Doginho do CTA, o motor ‘Lampredi’ dos 147 foi o primeiro aprovado nos testes-de-bancada [E, APESAR DE FORA DO ASSUNTO, O 147 PORTANDO O MALDITO TRAMBULADOR FLUTUANTE DE CÂMBIO – com alavanca molenga igual à colher de pau num caldeirão de mingau! ()].
Rodrigo MARTINIANO.
► 5ª revisão.
() – NOTA DE RODAPÉ: diziam as más-línguas, arremedando as boas (Professor Urbano), que a tal aprovação foi paga à diretoria do CTA, mas é preciso discrição; na época ainda pairava certo mal-estar de paulistas & simpatizantes x mineiros, por conta da Revolução de 1930 (uai!), paulistas & simpatizantes não ‘perdoando’ a FIAT por esta ter se instalado nas Minas Gerais. Eu mesmo fui alvo de chacota (bulling), sobretudo por determinado sargento-especialista FDP, que sempre tinha ‘na ponta-da-língua’ uma piada cretina sobre mineiros.
. . . . .
Bom dia pessoal!
Muito grato por seus elogios!
Em seguida vou repetir meu comentário, acrescido de “VELHAS LEMBRANÇAS”; repito-o (1º) por considerar imprescindível o máximo de pessoas ter ciência do “DILEMA DO VEÍCULO ELÉTRICO”, (2º) recordando a época na qual nosso Brasil teve à mão o PROALCOOL, liquidado pelo conluio entre ‘ESQUERDOPATAS + USINEIROS GANANCIOSOS’, imediatamente pós Regime Militar, i.e., a partir de 1985.
Não é nada raro o Marketing das fábricas ‘atropelar-lhes’ a Engenharia em busca de simplificações comerciáveis (baratas). Agora não se trata – de fato – do caso, pois quem “atravessa o samba” é a Legislação Antipoluente, por um bom motivo, excelente razão, aliás, qual seja: ‘O RELÓGIO DO PONTO SEM VOLTA (+ 2ºC) CORRE RÁPIDO CONTRA A HUMANIDADE’; aproveitando a deixa, o Marketing “embarca na canoa furada”, apesar de saber muito bem sabido que o momento atual é precoce para o lançamento público de veículos elétricos não autossuficientes (não geradores de sua própria energia), bem como, o principal em termos de marketing, por saber “de cor-e-salteado” quão toda novidade vende, sobretudo as “boas” (“boas” na presente conjuntura apenas para o púbico desavisado, composto de levianos burgueses nouveau riches – veja nouveau riche no wikipedia – deslumbrados com a própria riqueza, somados à patuleia ignorante, ao povo rude, o povão).
Abraços,
Rodrigo MARTINIANO.
Por gentileza, releiam o comentário acrescido de “VELHAS LEMBRANÇAS”.
. . . . .

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Marcelo 7 de dezembro de 2021

Excelente texto e sábias palavras!

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Rodrigo MARTINIANO 7 de dezembro de 2021

Marcelo,
Grato por me elogiar.
Eu fui funcionário público, A PIOR EXPERIÊNCIA DA MINHA VIDA, e, por conseguinte, TENTO ME RETRATAR COM A SOCIEDADE, sendo eu – por formação – engenheiro (creia-me, dos bons).
Sobre o assunto em pauta é fundamental (FUNDAMENTAL!) declarar que quando eu fiz meu Mestrado (no ITA / sou formado pela UFMG), o meu ‘mentor’ (DE FATO É ORIENTADOR) disse-me que tudo isto seria anedota brevemente:
-“… sem ilusões, Seu tenente, sem ilusões Rodrigo…”.
Sem ilusões a música toca.
E não é que ofereci meus serviços GRÁTIS ao governo!!!
SIM: ofereci.
VEÍCULOS A ÁLCOOL PURO – taxados na compressão – NOS RELEBRAM aos IDOS DO FABULOSO PROALCOOL !!!
Cordialmente,
Rodrigo.

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Franklin Pereira Araújo 15 de outubro de 2021

O que adianta fazer 300Km por R$18 se o carro custa R$150mil. A pessoa que tem condições de comprar um carro desse não tem problema para pagar gasolina.
O Brasil precisa investir e cobrar carros elétricos populares por aqui.

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Flavio 18 de setembro de 2021

Só esqueceram de avisar na reportagem que se vencida a garantia da bateria e vc precisar de uma nova vai pagar por ela quase o preço do carro !
Investir esse valor em um carro chinês que daqui a 5 anos se corre o risco de ter que jogar fora ?!
Comprar carro elétrico só quando a fábrica der pelo menos 20 anos de garantia irrestrita nas baterias, senão vc é irresponsável com seu dinheiro !
A mídia mais uma vez tentando vender aos inocentes a ideia do descartável !

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Gervásio 18 de setembro de 2021

Alguém aí viu qual a autonomia de cada recarga? ( Kms rodado por ciclo)

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Thiago Garcia 19 de setembro de 2021

300 quilômetros

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Jassa 17 de setembro de 2021

Se for o consumo de um ferro de passar roupas elétrico por 12 horas tá louco??!!!

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Mayk 17 de setembro de 2021

Neste preço, pra que informar que é o mais barato? Da impressão de ser acessível.

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Eu 17 de setembro de 2021

Não que minha condição financeira me permita tal preocupação, mas tenho receio de usar o celular recarregando, imagine andar sentado em uma bateria gigante, não encontrei nada sobre segurança casos de colisão ou incêndio, comprar um Upzinho usado 50 x barato continua sendo meu plano A, B, C… e um elétrico X,Y,Z, kkk

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Manoel 16 de setembro de 2021

Por enquanto não dá pó pobre pagar 150 mil o Rico sim

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Rodrigo MARTINIANO 6 de dezembro de 2021

EXATAMENTE, caro Manoel!

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Antonio Carlos Alexandre dos Santos 16 de setembro de 2021

Ainda está um pouco caro, devido a nova tecnologia, mas logo que comecem as vendas fica barato. E se tiver a qualidade do J2 a gasolina, ser a o melhor carro do mundo. O meu está com 330.000 km rodados e nunca me deu problema. O carrinho bom é robusto. Meu nome é Antonio Carlos Alexandre dos Santos. Viajo por todo o Brasil e sou muito feliz com.meu j2.

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Rogerio 16 de setembro de 2021

Mais barato? Pobre do Brasileiro bicho!

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Marcio Maia 16 de setembro de 2021

Feliz é o senhor, que pode pagar 150 mil num carrinho pra fazer companhia ao seu Fuscão 1972, hehehehe…

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Hugo 16 de setembro de 2021

E a manutenção ? E a revenda? Você paga 150k num produto pra durar 2 anos

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Mário Carlos 16 de setembro de 2021

Esse preço só valeria se esse carro nunca desse nenhum tipo de problema.

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Junior 16 de setembro de 2021

E quantos JS1 você teve que desvalorizaram e deram problema?

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FAGNER RODRIGUES DOS SANTOS 16 de setembro de 2021

150 mil em um carro elétrico com porte de UP kkkkk..só pra rir mesmo …mas como dizem por aí ,,,os brasileiros gostam de ser enganados kkkk

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CIRINEU B FIRMINO 16 de setembro de 2021

Em uma batida frontal o motor convencional de combustão protegia o passageiro e condutor frontal. O motor elétrico não oferece esta proteção, sendo assim o que foi criado para substituir essa proteção??????

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Bruno 16 de setembro de 2021

Na vdd é o contrário. O motor frontal reduzia o espaço de absorção de impacto de uma batida, fazendo com que os ocupantes recebessem um impacto maior. Esses elétricos por não terem motor frontal, possuem maior espaço para deformar e absorver a energia do impacto.

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Apollo 16 de setembro de 2021

Vai ser um fracasso total

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Fernando 16 de setembro de 2021

Um Up por $150.000 só pq é elétrico e ainda da JAC Motors kkkkkkkkkkkkkk.
Vou considerar uma piada, a não ser que estejam nos chamando de trouxa.

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ADAUTO MENEZES 16 de setembro de 2021

Acredito que o país está devagar no incentivo a essa tecnologia que já é a realidade em outros países do mundo. O preço ainda é proibitivo.

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ALEXSANDRO SILVA DE MENEZES 16 de setembro de 2021

Isso é uma piada de péssimo gosto 149,990,como alternativas pra diminuir os gases,bando de burguês fila da puta.
Pra essas essas o mundo que se exploda mesmo que eles vão juntos , ou isso tbm de efeito estufa é outra mentira.

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Severino Luiz Martins 16 de setembro de 2021

Logo eles vão adaptar carros convencional em elétricos a preço
Que, acessível no bolso

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Roberto 16 de setembro de 2021

Não tem jeito esse com autonomia de 300km já tem no mercado com 1000km sempre ficando pra trás

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Junior 16 de setembro de 2021

Ok, coloca bateria para ter autonomia de 1.000km, e os ocupantes vão onde, no teto?

Outra, esse é um carro urbano, você pagaria a diferença pelas baterias sendo que você não rodaria isso um dia?

E mais, com o custo por km rodado desse carro, um Uber ou táxi podeira rodar menos por dia e ter o mesmo ou maior lucro.

É fácil colocar defeito sem ter o mínimo de noção de como calcular se vale ou não a pena.

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Roberto Pelisson Boni 16 de setembro de 2021

Beleza vai lá e compra

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Roberto Pelisson Boni 16 de setembro de 2021

Beleza vai lá e compra e seja feliz

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Roberto Pelisson Boni 16 de setembro de 2021

Outro fato o valor do veículo não é o quanto ele vale e sim o quanto o cliente pode pagar

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Thiago Garcia 19 de setembro de 2021

O carro com maior autonomia do mercado é o model s com 680km e custa um milhão.

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Roberto Abdalla Debeis 16 de setembro de 2021

Com 50 mil compro um ótimo automático usado, com os 100 mil que sobram posso andar 250 mil quilômetros com gnv.

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Raimundo Sérgio Alves Esteves ESTEVES 14 de dezembro de 2021

Exatamente isso. Uso GNV a mais de 12 anos. Todos os investimentos que fiz para instalação no meu carro foram recuperado em apenas 9 meses. Outra coisa em nenhum deles tive problemas mecânicos.
Hj estou com uma Tracker 2008 com 167.000km rodados desses um total de mais dev100.000 com GNV.

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Luciano duminhaki 15 de setembro de 2021

Prefiro andar de gm astra!!

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Dayvid 15 de setembro de 2021

“Esqueça aquela história de que o mais barato não é bom.”
Barato? 150 mil num carrinho desses? Se 70 mil em um Gol já é um absurdo do mais alto grau o que dirá o preço desse aí. Prefiro comprar um Opala 6cc por uns 20 mil e outros 130 mil eu abasteço por anos…

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Joaquim Ramos Neto 16 de setembro de 2021

Amigão, onde tem Opala de R$ 20.000,00???
Se achar um 6cc neste valor me avisa kkk tem Opala mais caro que o carrinho chinês aí.

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xt660 15 de setembro de 2021

Por que têm uma bateria de chumbo/ácido ali no cofre do motor?

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Wander 16 de setembro de 2021

… as baterias “modernas” são de ion de Lítio ou polímero de ion de litio. Bateria de chumbo é para carros comuns. No cofre do motor é só o motor!!!! A bateria fica no assoalho. Pesquise mais…

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Thiago G 18 de setembro de 2021

Se você prestar atenção na foto vai ver a bateria lá e parar de passar vergonha.

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Wander 18 de setembro de 2021

a bateria q está no foto é uma bateria para consumo dos equipamentos elétricos comuns: piscas, farol, rádios, vidro/travas elétricas… A bateria usado na propulsão chega a 400V.

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Marcelo Jose Gonçalves Melo, 16 de setembro de 2021

Bom dia amigo, todo carro elétrico também tem uma bateria de 12 Volts para alimentar os faróis, limpadores de para brisa, rádio e outros equipamentos que precisam de 12 Volts.

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Marcelo Jose Gonçalves Melo, 16 de setembro de 2021

O maior problema do carro elétrico é o preço….é caro demais! E 12 horas para carregar é tempo demais, tem que evoluir muito. Acredito que o futuro da mobilidade será o carro a célula de hidrogênio esse hidrogênio vindo de tanque pressurizado ou vindo do álcool (projeto da Nissan do Brasil).

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SarneySafado 15 de setembro de 2021

150 mil numa porcaria destas, kkkkk, faz me rir. Tem outra carro elétrico não é ecologicamente correto estas baterias são um horror ao meio ambiente não se enganem com estes discursos globalistas e politicamente correto, me admira o pessoal técnico na área não informar sobre isto o jaba deve ser bom.

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Wander 16 de setembro de 2021

Há uns 20 anos vc se lembra qto custava uma tv “lcd”??? E tinha gente q comprava. Hoje o carro está nesse valor pela novidade e baixa demanda (justamente pelo valor). Já a bateria não é igual a tua de chumbo (construção antiga) Hoje as baterias são de polimero de litio ou ion de litio. Pesquise antes de opinar, faz bem pensar… bom para agregar conhecimento.

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Hermógenes da Silva Santos 15 de setembro de 2021

A união dos chineses e europeus em tecnologia automotiva tem-me surpreendido. Que venham com tecnologia das maiores empresas e preços competitivos. Vide a Chery e Caoa.

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ADAUTO MENEZES 16 de setembro de 2021

👏👏👏👏👏👏

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Angelico Manoel de carvalho 16 de setembro de 2021

Com 150 mil morro de velho andando de uber.kkkk trocando de marca e modelo todos os dias, e ainda com motorista particular.

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Cristiano Liberado Sagrillo 16 de setembro de 2021

Enquanto a escravidão do Uber e a miséria do Brasileiro durar, vc será feliz.

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