Além de arrogante, LatinNCAP confunde o brasileiro

Com seus próprios métodos de testes de segurança e decisões bastante questionáveis, o LatinNCAP continua a confundir o brasileiro

Por Boris Feldman 12/11/20 às 07h30
kia picanto crash test seguranca ocupantes latin ncap
Kia Picanto durante crash test de segurança aos ocupantes feito pela LatinNCAP (Foto: LatinNCAP | Divulgação)

O LatinNCAP é uma entidade uruguaia que faz crash-test, os tais testes de impacto para determinar o nível de proteção aos ocupantes de um carro.

Não testa apenas carros vendidos no Brasil, mas em toda América Latina e estabelece seus próprios critérios, muitas vezes confundindo o consumidor brasileiro.

Como foi agora com o teste do Kia Picanto vendido na Colômbia, que só tem airbag para o motorista e tomou bomba na avaliação. Enquanto no mercado brasileiro, é óbvio que o Picanto tem que oferecer dois airbags frontais.

E o LatinNCAP ainda tem a arrogância de criticar os fabricantes na Colômbia ou de outros países: ele os “repreende” pela falta do equipamento de segurança que o mesmo carro tem na Europa.

Será que a entidade ignora um princípio básico do mercado, de que num país onde não é obrigatório um determinado equipamento de segurança, o modelo que o oferecer vai custar mais caro e, portanto, sem condições de competir no mercado?

Kia Picanto durante crash test de segurança aos ocupantes feito pela LatinNCAP
Afinal, a entidade uruguaia não é capaz de manter padrão em seus critérios? (Foto: LatinNCAP | Divulgação)
Boris Feldman

Jornalista e engenheiro com 50 anos de rodagem na imprensa automotiva. Comandou equipes de jornais, televisão e apresenta o programa AutoPapo em emissoras de rádio em todo o país.

Boris Feldman
59 Comentários
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    Triuno 16 de novembro de 2020

    É visível que este jornalista não se adapta ao mundo moderno dos veículos e não tem a percepção completa sobre automóveis. Várias vezes ele deve empresas de carro incondicionalmente, como é o caso dos motores turbo, que mesmo sabendo que todo motor turbo com o tempo da alguns problemas caros, ele faz um discurso confiante nós engenheiros que é sabido que não são tão confiáveis assim.
    Agora critica da entidade que quer forçar a coisa mais importante em um automóvel que é a segurança.

    Acho que este Boris é muito purista para dar opinião sobre uma indústria que tem muitos problemas e está em constante mudança.

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    Fábio Colla de Andrade 15 de novembro de 2020

    1) Para a minha felicidade e desespero do autor, os resultados do Latin NCAP são amplamente divulgados e os mais leigos sobre carros já sabem as notas… O Latin NCAP já é um sucesso e não tem mais volta. O gênio já saiu da garrafa !!!

    2) a falta de padronização das legislações de segurança veicular na América do Sul é culpa dos nosso legisladores e principalmente do Lobby da Anfavea que tenta barrar ou protelar qualquer iniciativa sobre o assunto…. Como visto recentemente com a prorrogação das novas etapas de segurança e normas de emissão ! Esses são os mesmos que vivem pedindo renovação de frota !!! Renovar frota com veículos poluentes e inseguros ????

    3) O cidadão da Colômbia não merece o mesmo nível de proteção?
    Pergunta perfeita… Eu também quero saber !!!

    4)” parece ignorar que uma fábrica não pode equipar um carro de entrada com equipamento de segurança não obrigatório no país. Renault e VW não o fizeram aqui pois seus modelos iriam custar muito mais e obviamente alijados da concorrência. Em carros de menor valor, cada centavo acrescido no preço é crucial para o consumidor;” ????
    Um Módulo ESP Custa apenas US$ 60,00/Veículo… R$ 300,00/Veículo é muito no país com um das maiores margens do mundo na venda de veículos ?

    5) Os membros ativos da Latin NCAP são:
    ASPEC, Automóvil Club Boliviano *, Automóvil Club de Chile *, Automóvil Club de Colombia *, Automóvil Club de Costa Rica *, Automóvil Club del Uruguay *, Centro para la Defensa del Consumidor, CESVI Argentina, CESVI Brasil, CESVI Colombia, CESVI Mexico, Consumidores Argentinos *, El Poder del Consumidor, Federación Iberoamericana de Asociaciones de Víctimas contra la Violencia Vial (FICVI) *, FIA Region IV *, Fundación Gonzalo Rodríguez *, Fundación MAPFRE *, FUNDECOM, International Consumer Research & Testing (ICRT) *, OMDAI, ODECU * y PROTESTE *.
    A FIA e o Global NCAP são os principais patrocinadores !

    6) O Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe (Latin NCAP) NÃO é uma entidade Uruguaia !!! Está apenas sediada lá !
    E como o próprio nome diz, avalia carros vendidos em TODA A AMÉRICA LATINA….
    Sempre se considera os ítems de segurança (AB, ABS, ESP….) do modelo mais simples e barato oferecido em cada mercado !

    7) Maracutaias como a falta de barra de proteção lateral no 208 e air-bags de baixa qualidade nos Renault fabricados na Argentina/Brasil x Colômbia foram descobertas !

    8) O QUE TEM O BRASILEIRO A VER COM CARROS VENDIDOS NA COLÔMBIA ?
    Brasil…. Acordo de Complementação Econômica (ACE) entre o Mercosul e a Colômbia … carros fabricados lá serão vendidos aqui !
    Respondi ?

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    15 de novembro de 2020

    O arrogante nesta história toda é Bóris Feldman. No mais recente webinar sobre os novos protocolos do Latin NCAP, Alejandro Furas chegou a dizer que era uma honra receber uma pergunta sua, mas pelo visto, a cordialidade não é recíproca. A entidade só “confunde” quem é mal informado, pois quem acompanha o mercado automotivo brasileiro sabe que o Kia Picanto não é vendido zero-quilômetro há tempos. E a entidade tem todo o direito de criticar a falta de segurança dos automóveis vendidos em outros países, fazendo pressão para que sejam oferecidos automóveis mais seguros em outras nações na América Latina. Me assusta ler este “argumento” de que os carros vão ficar mais caros com a adição de itens de segurança. De acordo com esse pensamento, por que não remover as barras de proteção lateral ou todos os airbags dos carros novos de uma vez? Ficaria mais barato, certo?

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    Thiago Santos 15 de novembro de 2020

    Ok Boris, marretou a NCAP, e na minha opinião tem razão em vários pontos, mas cadê a indicação de uma empresa concorrente ao qual os brasileiros possam usar como crivo na escolha de compra? Conheço apenas a NCAP, e sem concorrência vou continuar utilizando as avaliações como referência. Sem indicação de uma outra empresa sua redação foi mais do mesmo… Abs

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    Eddie 15 de novembro de 2020

    O Latin NCAP foi o grande motor para a melhoria absurda em segurança ativa e passiva dos carros montados no Brasil e Argentina na última década. Sem o Instituto patrocinado pela Fia e Banco Mundial estariamos 10 anos defasados da Europa como era nos anos 70 80 e 90. Meu apoio incondicional ao trabalho e resultados publicados pelo LNACP. Não concordo com a matéria, um absurdo.

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      Adhemar L R 16 de novembro de 2020

      O grande motor foi o governo Dilma que obrigou e deu prazo p indústria automobilística brasileira vender seus carros com air-bag e ABS como equipamentos obrigatórios e não mais como opcionais somente de carros mais caros.

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        Eddie 18 de novembro de 2020

        Concordo, em parte; carro seguro é feito também de monobloco resistente aos impactos, frontais e laterais, desejável na traseira; airbags, abs, tensionadores e esc são partes importantes dos pacotes de segurança, mas sem um monobloco que resista as cargas aplicadas é impossivel ter um carro seguro. O Latin NCAP faz o balisamento desse mercado, separa até hoje o joio do trigo; quer gastar menos vc terá um carro pouco seguro, se investir um pouco mais, o consumidor terá um carro mais seguro, que no momento da pancada fará toda a diferença, o carro vai pra sucata e vc direto pra casa num táxi, ou, se optar pelo baratinho, a ambulancia vai te carregar pro HPS.

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    Jeferson 15 de novembro de 2020

    É, a LatiNCap que está errada de criticar os níveis de segurança de um carro. Que matéria lixo.

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    Rodrigo 15 de novembro de 2020

    Espera, a latinNcao q tá errada de exigir mais segurança? E isso pq eleva o preço, o os trouxas q pagam o q pedem q elevam o preço. Não se põe preço na vida. Vergonha essa matéria

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    Calil Vidal 15 de novembro de 2020

    Que matéria sofrível

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    Arlan 15 de novembro de 2020

    Porcaria de materia, gracas ao latin ncap temos carros mais seguros no brasil, se nao fosse o orgao estariamos com carros com mesmo nivel de seguranca de carros do ano 2000

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    Romário 15 de novembro de 2020

    Boris está certíssimo, maior rolo esse latin ncap. É desejável cada vez mais segurança a bordo, mas não adianta deixar malucos psicopatas, desatentos e descoordenados dirigirem pelas ruas, pois representam risco muito maior à integridade das pessoas. A melhor segurança de todas é estar sempre atento. Adoro carros antigos e nem por isso vou deixar de dirigí-los por serem “inseguros”.

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    Diego 13 de novembro de 2020

    Acho muito nobre a empresa criticar as montadoras por falta de segurança..

    Pow e o mínimo ter nos dois banco dianteiros

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    ALLYSSON FREITAS DE MORAIS 13 de novembro de 2020

    Só pode ter sido “hackeado”, ou deixou a senha para o estagiário publicar…ou pegadinha etc, faz assim Boris, tua família vai andar só com 5 falling star!, e digo mais um governo deveria incentivar o incremento de itens de segurança, digamos automóveis com 5 estrelas deveriam pagar menos impostos, ou IPVA ou ter linhas de crédito mais em conta ETC, numa tentativa de nivelar por cima, isso no final das contas onera menos o SUS, menos mortes, pensões, seguros, e claro preserva a VIDA!, abraço!,

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    Almes 12 de novembro de 2020

    Você é daqueles que quando vê um carro dos anos 70 bate na lata e fala: isso aqui que é carro ó, quando bate nem amassa?
    Qual a sua sugestão para termos carros mais seguros no país, além de ter uma empresa independente de governo e das montadoras que teste os veículos e nos informe quais são inseguros para assim sabermos o que estamos comprando?
    Quanto mais informção tivermos, maiores as chances de termos carros cada vez mais seguros.

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    Victor Hugo 12 de novembro de 2020

    Eu acho que esse jornalista não entendeu.. A LatinNCap é da américa latina…
    Se ele acha ruim testarem carros de outros países que esse ARROGANTE tire dinheiro do bolso e funde uma EMBRANCAP ou a NCAPBRÁS ué…

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    Felipe França 12 de novembro de 2020

    Boris, com todo o respeito, não conheço sua história, mas esse seu artigo é um dos piores que eu já li. Não é porque um país tem uma legislação arcaica que seus cidadãos tenham que andar em carroças. A Latin Ncap luta justamente contra a hipocrisia de montadoras que vendem veículos de primeira linha na Europa, e economizam material e pontos de solda naqueles vendidos na América Latina. Esse absurdo, que fere e mata brasileiros diariamente nas nossas estradas, infelizmente é incentivado por um jornalismo pobre e infeliz, tal qual o que você produziu tristemente nesta matéria. Também não conhecia a revista Autopapo, mas já vi que não perdi nada. Espero que você se retrate por esta matéria. Lamentável. Deixo meu e-mail aqui no comentário, fique a vontade para me contatar e tentar explicar um texto tão lamentável.

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    Jorge Nicolau 12 de novembro de 2020

    Numa coisa eu tenho que concordar. Mas não é o órgão latinNcap o culpado por divulgar resultados de veículos de outros países com outras especificações e sim a imprensa e as montadoras fomentam isso. Recentemente, cerca de 3 ou 4 anos atrás fizeram o teste em uma Ranger básica também vendida na Colômbia com apenas um air bag e poucos meses depois fizeram o de uma versão completíssima da hilux, versão esta que nunca foi vendida aqui. Óbvio que a hilux ganhou 5 estrelas e a Ranger apenas 3. A Toyota nadou de braçada colhendo os frutos desta divulgação errônea.

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    Widomar P. Carpes Jr 12 de novembro de 2020

    Texto ruim. Não é o primeiro. Sempre deve se buscar a segurança dos usuários. O texto parece de alguém que ainda vive na década de 60.

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      Osvaldo 12 de novembro de 2020

      Tem toda razão,sua observação! Que a empresa diminua seus lucros e proporcione segurança.

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    Assis 12 de novembro de 2020

    A cada matéria parece que o Boris esta mais próximo da indústria nacional e menos do consumidor. O LatinNCAP está acima de qualquer suspeita e os fabricantes brasileiros e latino-americanos deveriam ter vergonha na cara em oferecer veículos tão inseguros e caros, se aproveitando da desinformação dos consumidores.

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    Samarone 12 de novembro de 2020

    O Repórter mais Arrogante (dos antigos) fazendo uma matéria Arrogante sobre Arrogância, a imprensa séria foi pro buraco!!!

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    mark 12 de novembro de 2020

    Arrogancia é publicar tal matéria. Sem embasamento algum, como sempre o canal oferece material sem relevancia. e quanto o tema é relevante como no caso da seguranca, ainda criticam um orgão que sendo um dos poucos que garante um pouco de filtro ao consumidor.

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    IVAN VASCONCELLOS 12 de novembro de 2020

    Boris, assim sim, mas assim também não…
    Até entendo seus ciúmes pelo LATINNCAP não ter sede no Brasi, mas a culpa não é deles e sim nossa. O teste do Picanto colombiano só precisa de uma pesquisa rápida para ver que ele não é igual ao nosso, ou seja, só se confunde quem quer.
    Quanto a se preocupar com o mercado, convenhamos, não é atribuição do LATINNCAP!
    Querer que nossos carros se equiparem aos europeus, em questão de segurança, longe de ser criticável, é louvável. Os europeus não são mais humanos nem mais frágeis do que nós!

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      Rodrigo 15 de novembro de 2020

      E tampouco pagamos mais barato que os europeus

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    Rodrigo de Andrade Moncao 12 de novembro de 2020

    Que matéria horrível!!!

    América Latina tem que aprender mesmo! E esse colunista merece um carro sem airbag, abs, isofix, etc..

    Segurança é fundamental!

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    Miguel 12 de novembro de 2020

    Chamar de arrogância a crítica que o órgão faz às montadoras por oferecerem esses carros na América Latina acredito ser descabido. Talvez a crítica feita pelo LatinNCAP devesse ser mais direcionada aos governos e órgãos reguladores latinos, isso sim, com certeza. Mas falar em arrogância por criticarem as marcas, mesmo quando se considera a questão demanda/oferta/competitividade nos nossos mercados, é demais.

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    Vagner Rodriguero 12 de novembro de 2020

    A latin está correta, ela está para avaliar a seguranca e nao as normas de cada pais, se o pais nao tem interesse em seguranca, nao é problema da Latin.

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    Igor 12 de novembro de 2020

    Acho que a preocupação com segurança deveria ser mais importante, Boris. Não vejo problema em um projeto ser simplificado para economias emergentes, porém equipamentos de segurança são diferentes de acabamento, equipamentos de conforto, estéticos e até motorizações. Segurança deve ser priorizada, não importando o a categoria do veículo e o país onde é vendido. O teste do Kia Picanto mostra que alguns países tem o nível de equipamentos de segurança ainda mais baixos que os brasileiros, e sim, devemos repreender os fabricantes por essas ausências. O senhor, como jornalista, deveria ser um porta-voz disso, defendendo a segurança em primeiro lugar.

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    Junior 12 de novembro de 2020

    Arrogante foi essa matéria !!!!

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    Djalma 12 de novembro de 2020

    Chamar de arrogante quem defende a segurança em prol da vida?? Será que vale mais o mercado e os lucros das montadoras??

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    elvis eleuterio 12 de novembro de 2020

    Quanto será que a industria automotiva esta pagando por essa matéria, segurança em primeiro lugar, só por sermos latinos merecemos um carro sem segurança como se nossas vidas não valessem a mesma de um europeu.

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    Fernando 12 de novembro de 2020

    Este artigo foi um desserviço a segurança veicular. Lamentável !!

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    Joao 12 de novembro de 2020

    Que reportagem sem nexo! Ou foi comprada ou o jornalista deve ser um Terraplanista.

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      Boris S. Melo 12 de novembro de 2020

      Este jornalista engenheiro de 50 anos de experiência está gagá, era melhor se aposentar.

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    Jorge Nicolau 12 de novembro de 2020

    O Boris errou feio nesta reportagem, hoje o custo de um controle de tração e estabilidade TCS, gira em torno de U$ 50,00. Um air bag duplo onera em míseros U$20,00 em relação ao air bag só para o motorista. Vidas valem muito mais que isso e as montadoras jogam com o livro de regras no sovaco. Como é que pode uma montadora do naipe da Toyota equipar o Corolla apenas em 2018 com os ditos controles de tração e estabilidade sendo que muitos populares que custavam pouco mais que a metade do corolla tinham, uma Honda lançar recentemente seu NEW City 2021 sem os mesmos controles sendo que todos sabemos que ambos os veículos custam muito mais do que valem.

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    Bruno Geraldo 12 de novembro de 2020

    Queria ver se esse povo que “coloca a segurança em primeiro lugar” anda de Volvo ou Rolls Royce, que são considerados os mais seguros. É obvio que as leis de mercado é que mandam. Não adianta nada a montadora encher o carro de itens de segurança se o produto fica muito caro. Ao invés de criticar o produto deveriam reclamar da carga tributária que deixa tudo tão caro, assim teríamos condições de andar em carros mais baratos e seguros.

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      Fernando 12 de novembro de 2020

      Triste ter que ler notícias e postagens que criticam entidades que buscam promover a segurança dos veicular. É óbvio que entendem que o valor da vida do Europeu é maior que de um consumidor da América Latina. Não devemos aceitar produtos que não tragam a segurança necessária por tornar o produto muito mais caro (não acho que torna muito mais caro), uma vez que existem produtos no mesmo mercado, seguros e ainda assim com preços acessíveis. Quer vender aqui, então que seja bom e acessível! COMPETÊNCIA!!! VIVA A CONCORRÊNCIA!!!

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      Assis 12 de novembro de 2020

      Não dá pra trocar segurança por impostos, até porque todos os países do mundo cobram impostos e na Europa, onde os carros são bem mais seguros, os impostos são bem mais altos.

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    Felipe 12 de novembro de 2020

    Engraçado, no vídeo que foi colocado, o adesivo da global ncap também aparece, mostrando que os critérios são os mesmos. A global também é irresponsável? Comentário infeliz e desnecessário! Quem confundi o brasileiro é você!

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      Jorge Nicolau 12 de novembro de 2020

      Concordo em gênero, número e grau. Onde assino??

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    Marcelo 12 de novembro de 2020

    Boris, acho que o senhor não se expressou bem em sua avaliação. Se o Latin NCAP é “irresponsável” por avaliar regras de segurança que não são obrigatórias em determinados países, o senhor também é “irresponsável”, pois brigava pelo cinto de 3 pontas e encosto de cabeça para todos ocupantes do banco traseiro, quando isto não era obrigatório no Brasil.

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      Jorge Nicolau 12 de novembro de 2020

      Exatamente

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      José 12 de novembro de 2020

      Resta provado que o jornalista é um hipócrita vendido!

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      Almes 12 de novembro de 2020

      Enfim, a hipocrisia…

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    Caio 12 de novembro de 2020

    A Latin NCAP não proíbe a venda, apenas divulga informações. Cabe ao consumidor analisar. Alguns consumidores vão priorizar a sua segurança e de sua família, talvez até pagando um pouco mais por isso, outros não. Para os consumidores que se importam com segurança automotiva, a Latin NCAP faz um trabalho absolutamente louvável. Revolucionário.

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    Diogo 12 de novembro de 2020

    questionável é essa opinião claramente parcial ser chamada de “matéria”. Não que você tenha a obrigação de ser isento, mas quando publicar algo dessa natureza tenha pelo menos a transparência de colocar a hashtag “publieditorial”. Agora, a avaliação é em cima do modelo submetido pela montadora. Se ela entrega uma caixa de sapatos pra avaliar, receberá a nota relativa à caixa de sapatos e não ao modelo europeu do veículo, simples assim.

    • AutoPapo
      Felipe Boutros 13 de novembro de 2020

      Olá, Diogo.

      Quando o AutoPapo publica um publieditorial, é indicado claramente na assinatura da matéria que se trata de um “conteúdo patrocinado”.

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    Alfeu 12 de novembro de 2020

    Boris,
    Qual o custo de um air bag para o fabricante?
    Por qual razão diferenciar os europeus (melhores veículos para eles) dos sul americanos (qualquer porcaria para nós)?
    Ainda, o Latin NCAP altera seus métodos conforme o avanço da tecnologia em segurança. Neste sentido, basta um singela leitura dos métodos aplicados por eles que estão disponíveis no site https://www.latinncap.com/po/resultados
    Com todo o respeito, mas sua matéria não foi feliz.
    Abraços.

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    Pedro 12 de novembro de 2020

    Lamentável essa reportagem, qual será o motivo que o levou a publicar esse conteúdo que não agrega em nada!
    O único enganado nessa história é o próprio jornalista.

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      Jorge Nicolau 12 de novembro de 2020

      Concordo

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    Clério Plein 12 de novembro de 2020

    Eu não entendo como é possível um jornalista com 50 anos de rodagem conseguir fazer análises tão irresponsáveis. Outro dia foi sobre o extintor e agora essa. Nem sempre cabelos brancos significam sabedoria!

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      Paul 12 de novembro de 2020

      É evidente que aspectos de segurança devem prevalecer. O repórter deveria prezar pelas condições de segurança sobre as condições do valor. A LATINCAP apenas divulga resultados de segurança ao motoristas e passageiros, tendo critérios essenciais, bem diferente do repórter. E mais, o preço de carros no Brasil é absurdo ( devido aos impostos), diferente de outros países, que vendem carros completos em segurança por valores melhores. Melhor mudar seus conceitos.

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      Antonio 12 de novembro de 2020

      Concordo plenamente. Poucas informações que ele traz são úteis. O resto é apenas crítica surreal de um reclamao. Infelizmente a midia está cheia de “jornalistas” assim, que ganham cliques com base em desinformação e críticas aleatórias.

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    Daniel 12 de novembro de 2020

    Boris,
    Se for para pensar que nem você o importante é vender. A vida humana não vale nada. Eu concordo com o Latin NCAP, se o carro foi projetado para ter todos os recursos de segurança, por que tirar na hora de vender no Brasil? Se o problema é o preço não é melhor lutar pela redução dos impostos do que atentar a vida dos motoristas, passageiros e pedestres?

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      Julian 12 de novembro de 2020

      Caramba gente. Leiam direito. O carro sem 2 air-bags é o colombiano, não o brasileiro. É por isso que ele reclama da entidade. Ela confunde pois faz parecer que o carro com notas baixas é vendido no Brasil, mas não é.

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        Felipe 12 de novembro de 2020

        Perfeito Julian… infelizmente, esse analfabetismo funcional se enraizou após 20 anos de pífia educação. Já temos 2 gerações com sérias deficiências, mas ainda estou com esperanças de uma virada…

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        VF 12 de novembro de 2020

        Perfeito Julian. O Boris está certo.
        Isso explica porque o Brasileiro vai tão mal nos testes de redação no vestibular, não sabe interpretar texto.
        A divulgação do teste desse Picanto que tem um so airbag confunde o consumidor Brasileiro, onde o carro vendido aqui é mais completo que esse testado aí e certamente tem os itens exigidos pelo Brasil, passando no teste Latin e o Boris quis justamente explicar isso, que a fama dele ter sido reprovado no Latin queima a imagem do carro vendido no Brasil, o que queima o carro em nosso mercado.

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        Victor Hugo 12 de novembro de 2020

        Ela confunde onde? Tá muito bem especificado lá na divulgação da latinncap que o carro é colombiano…
        Quem quer dar notícia disso como se o carro fosse brasileiro é esse jornalista ARROGANTE…
        Ou decerto a latinncap deve testar só carro brasileiro? E porque não só carro chileno? Argentino?

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