Montadoras terão cota obrigatória de carro PcD, segundo projeto de lei

De acordo com o projeto de lei, a cada 100 carros produzidos pelas montadoras, um deverá ser destinado ao mercado de pessoas com deficiência

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Projeto de Lei está em tramitação na Câmara dos Deputados (Foto: Volkswagen | Divulgação)
Por AutoPapo
07 de dezembro de 2021 12:15
De Agência Câmara de Notícias

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga montadoras de automóveis a produzir um carro adaptado para o uso por pessoa com deficiência (carro PcD) a cada 100 carros sem adaptação.

Segundo a proposta, o carro PcD deverá ter, no mínimo, câmbio automático, direção hidráulica, vidros elétricos e comandos manuais de freio e de embreagem, além de outras adaptações previstas em legislação específica.

VEJA TAMBÉM:

O Projeto de Lei 5188/20, do deputado Luiz Carlos Motta (PL-SP), foi aprovado na forma de substitutivo do relator, Fábio Trad (PSD-MS).

Originalmente, o projeto sobre carro PcD inclui a alteração na Lei de Isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para Compra de Automóveis. O novo texto inclui a alteração na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

“O dispositivo fica mais bem colocado a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência)”, diz a justificativa do relator.

Tramitação

O Projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Mudança recente no teto do carro PcD

A Câmara dos Deputados aprovou no dia 1º de dezembro o Projeto de Lei 5149/20, que prorroga até dezembro de 2026 a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos novos por PcD e taxistas. Devido às mudanças, a matéria retorna ao Senado.

O texto aprovado também reajusta o valor máximo do carro que pode ser comprado, mantendo o limite de deslocamento (até 2.0). Em vez de um preço máximo de R$ 140 mil, o consumidor poderá adquirir veículos de até R$ 200 mil.

Alessandro Fernandes alerta para o momento importante desse mercado:

As informações são da Agência Câmara de Notícias.

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