Carros franceses são bombas? Conheça 7 fatos históricos sobre eles

Você não precisa gostar dos veículos das marcas francesas, mas há de convir que a indústria automobilística do país tem muita tradição

Por Alexandre Carneiro 26/07/20 às 09h15

Quando o assunto diz respeito a carros franceses, a polêmica é certa! Enquanto alguns amam esses modelos e os julgam injustiçados no Brasil, outros amam odiá-los, rejeitando-os incondicionalmente. Só mesmo futebol e política parecem ser capazes de acirrar tantas opiniões.

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Longe de querer apontar certos ou errados nessa história, o AutoPapo enumerou 7 feitos históricos envolvendo carros franceses. Se você gosta dos veículos originários do país, poderá ter novos fundamentos para defendê-los; se não, a leitura poderá servir ao menos como curiosidade. Seja como for, confira o listão!

1. Primeiro automóvel a rodar no Brasil era francês

peugeot type 3, lançado em 1891
O Type 3 foi o terceiro automóvel desenvolvido pela Peugeot (foto: Peugeot | Divulgação)

Embora PSA e Renault tenham erguido plantas industriais no Brasil há relativamente pouco tempo, no fim da década de 1990, os carros franceses têm capítulos anteriores por aqui. Inclusive, o primeiro automóvel a circular em solo nacional foi um Peugeot Type 3, em 1891.

O Type 3 teria sido comprado diretamente em Paris por Alberto Santos Dumont (sim, o inventor do avião), durante uma viagem, e foi trazido como presente ao irmão, Henrique. O veículo causava espanto ao circular pelas ruas de São Paulo ainda no século XIX.

Boris Feldman já dirigiu, com e Roberto Nasser, um Peugeot 1901 na corrida London to Brighton: assista ao vídeo!

Posteriormente, outra marca francesa, a extinta Simca, escreveu outro capítulo importante na história do automóvel no país. A empresa foi uma das pioneiras na nacionalização de veículos: em 1959, inaugurou uma fábrica em São Bernardo do Campo (SP) e, no ano seguinte, já fundia localmente os próprios blocos de motores. As operações foram compradas pela Chrysler em 1966.

2. Muitos brasileiros já tiveram carros com mecânica francesa e nem sabem

ford corcel 1975 raio x mecanica de origem renault
Ford utilizou motores de origem Renault em diferentes modelos, entre os quais o Corcel (Foto: Ford | Divulgação)

Está lembrado dos motores de quatro cilindros que estrearam no Ford Corcel em 1968? Ao longo do tempo, o projeto sofreu aperfeiçoamentos e teve a cilindrada aumentada. Entre as denominações, a mais lembrada é a sigla CHT, adotada nos anos 80. Durante quase três décadas, essa mecânica foi largamente produzida no país.

Pois o caso é que, originalmente, esse propulsor não foi projetado pela Ford, e sim pela Renault! Como, então, ele foi parar em carros de uma marca estadunidense? É que o Corcel foi inicialmente concebido pela Willys Overland do Brasil, que, por sua vez, mantinha um acordo comercial com a marca francesa: modelos como Gordini e Interlagos, na verdade, tinham origem europeia.

No caso do Corcel, a empresa optou por criar um projeto próprio, mas com mecânica a plataforma originários do Renault 12. O desenvolvimento já estava em fase final quando as operações brasileiras da Willys foram adquiridas pela Ford, em 1967. A multinacional lançou o veículo e, de quebra, seguiu utilizando os motores em vários produtos subsequentes.

O Corcel foi um sucesso de vendas, teve uma segunda geração e originou uma linha de derivados, composta por Belina, Del Rey e Pampa. Todos, porém, mantiveram-se fiéis à plataforma e a determinadas soluções mecânicas de origem Renault. O motor CHT equipou ainda Escort, Verona e até alguns produtos Volkswagen, na época da associação com a Ford que originou a Autolatina.

Já obsoletos quando saíram de linha, os motores CHT construíram uma reputação sólida no mercado. Milhares de pessoas dirigiram carros equipados com esses propulsores por anos sem saber que, na verdade, eles são inventos tão franceses quanto os perfumes Chanel.

3. Francês construiu primeiro automóvel dois anos antes de Karl Benz

Carro criado pelo francês Édouard Delamare-Deboutteville em 1883
O alemão Karl Benz é amplamente considerado o criador do automóvel, mas dois anos antes dele, o francês Édouard Delamare-Deboutteville já havia patenteado o próprio projeto (Foto: Reprodução)

A criação do automóvel é geralmente atribuída a Karl Benz, em 1886, mas outros inventores já haviam criado veículos capazes de se locomover queimando combustível alguns anos antes. Um deles foi o judeu alemão Siegfried Marcus, que acabou tendo o nome apagado das enciclopédias em 1940, por ordem do regime nazista. O outro é o francês Édouard Delamare-Deboutteville.

Em 1883, Deboutteville criou o próprio automóvel. Ele patenteou o projeto em 1894, dois anos antes de Benz registrar o famoso triciclo Patent-Motorwagen. O modelo francês tinha quatro rodas, um banco e motor de quatro tempos com dois cilindros. Não chegou a ser produzido em série, mas era usado regularmente pelo inventor.

Vale lembrar outro francês, Nicolas-Joseph Cugnot, que construiu um veículo motorizado ainda mais cedo, em 1771. Porém, nesse caso, a invenção era movida a vapor e destinada ao uso agrícola: então, é normalmente comparada a locomotivas e a tratores.

4. Franceses têm uma das indústrias de carros mais antigas do mundo

Cegonheira carregada com carros franceses Citroen Ami e DS
Caminhão cegonheira Citroën 55 transportando modelos Ami e DS, da mesma marca, nos anos 60 (Foto Citroën | Divulgação)

Apesar de Deboutteville e Cugnot não terem deixado fábricas de veículos como legado, a indústria automobilística francesa é uma das mais antigas do mundo. As três grandes marcas do país estão entre as pioneiras do setor e têm mais de 100 anos.

a Peugeot é a mais antiga: foi criada em 1810 para manufaturar bicicletas e moinhos e, em 1889, começou a produzir veículos. A Renault foi fundada pouco depois, 1899. A Citroën, é a mais recente: datada de 1919, comemorou o centenário no ano passado. A primeira passou a controlar a terceira em 1976, dando origem ao Grupo PSA.

Portanto, quando alguém disser que os franceses só têm tradição em fabricar queijos e vinhos, lembre-se que eles têm vasta experiência também com carros.

5. Carros franceses desempenharam ação importante na Primeira Guerra Mundial

Renault type AG taxi em Paris: franceses utilizaram carros de praça para chegarem aos campos de batalha durante Primeira Guerra Mundial
Renault Type AG tinha um motor de 8 cv de potência e atingia 40 km/h: nada mau para os padrões da década de 1910 (foto Renault | Divulgação)

O ano era 1914: as tropas alemãs haviam invadido a França e avançavam rumo a Paris. As forças do país precisavam reagir, mas era difícil deslocar grandes contingentes com rapidez na época, ainda mais durante um conflito armado. A solução encontrada pelo comando militar foi tão simples quanto genial: chamar táxis!

Cerca de 1.100 veículos de praça parisienses foram requisitados para conduzir 5.000 homens que integravam a 7ª Divisão de Infantaria francesa. Os táxis, a maioria do modelo Renault Type AG, transportaram o efetivo durante a noite de 6 de setembro, em comboios, até a frente de batalha em Seine-et-Marne.

Assim, o Renault Type AG, o preferido pelos taxistas franceses da época, entrou para a história por ter sido empreendido para repelir as forças alemãs: alguns dos carros que participaram do episódio estão preservados em museus e em coleções particulares.

6. Carros esportivos franceses têm trajetória de sucesso em corridas

carro de formula 1 renault 2005 dirigido por fernando alonso em jerez de da frontera
Em 2005, Fernando Alonso sagrou-se campeão mundial e a Renault conquistou o primeiro título de construtores da Fórmula 1 (Foto Shutterstock)

As três marcas francesas da atualidade têm no portfólio títulos em importantes categorias de automobilismo. A Renault é bicampeã de Fórmula 1 (2005 e 2006) com uma escuderia própria.

Porém, a empresa atua em longa data como fornecedora de motores: houve parcerias famosas com equipes Williams e Benetton, que, juntas, ganharam seis títulos de construtores entre 1992 e 1997. Mais recentemente, de 2010 a 2013, foi a vez da Red Bull vencer quatro campeonatos com a mecânica Renault.

A Peugeot também chegou a fornecer para a Fórmula 1, entre os anos de 1994 e 2000, mas não conquistou campeonatos. Por outro lado, a empresa tem três vitórias na tradicional corrida das 24 Horas de Le Mans, em 1992, 1993 e 2009. A Renault também venceu a prova de longa duração francesa uma vez, em 1978.

Já a Citroën tem no currículo vitórias em diferentes categorias de rali. A marca conquistou oito vezes o título de construtores do World Rally Championship entre 2003 e 2012. A Peugeot tem cinco títulos semelhantes, e a Renault, um.

Carros dos três fabricantes franceses também conquistaram vitórias no Rali Paris-Dakar. A Peugeot venceu a prova sete vezes, a Citroën, quatro, e a Renault, uma. Por fim, vale lembrar também a atuação da marca do leão na quebra do recorde da subida de montanha em Pikes Peak, EUA, em 1988. O feito resultou no curta metragem Climb Dance, do diretor Jean Louis Mourey.

Assista ao filme, que mostra a piloto Ari Vatanen subindo Pikes Peak a toda com um Peugeot 405 Turbo:

Outra que merece menção é a Bugatti. Embora pertença ao grupo alemão Volkswagen desde 1999, a marca é francesa, sediada em Molsheim. Quando ainda era autônoma, fabricou aquele que é considerado o maior carro de corridas de todos os tempos: o Type 35. Entre 1925 e 1931, o modelo venceu mais de 1.000 provas.

7. Franceses já ganharam 16 vezes o prêmio de Carro Europeu do Ano

peugeot 208 é o último dos 16 carros franceses eleitos Europeus do Ano
Peugeot 208 de nova geração é o 16º francês eleito carro europeu do ano (foto Peugeot | Divulgação)

No último mês de março, o Peugeot 208 foi eleito o Carro Europeu do Ano e muitos leitores do AutoPapo mostraram-se surpresos com esse resultado. Afinal, o prêmio é o mais importantes da imprensa especializada mundial: o vencedor é eleito por um júri de 65 jornalistas de 23 países.

Porém, ao longo da história, franceses já foram eleitos carros europeus do ano nada menos que 16 vezes! Além de Renault, Peugeot e Citroën, a Simca também já foi agraciada com o prêmio: essa última marca, porém, está fora do mercado desde 1990. Confira todos os vencedores na tabela abaixo:

Premiados Ano
Renault 16 1966
Peugeot 504 1969
Citroën GS 1971
Citroën CX 1975
Simca 1307 1976
Simca Horizon 1979
Renault 9 1982
Peugeot 405 1988
Citroën XM 1990
Renault Clio (1ª Geração) 1991
Renault Scénic 1997
Renault Mégane 2003
Renault Clio (3ª Geração) 2006
Peugeot 308 2014
Peugeot 3008 2017
Peugeot 208 2020

Outro prêmio relevante conquistado por um francês foi o de Melhor Hot Hatch já produzido. O modelo foi eleito em 2016 por leitores das publicações inglesas Autocar e Pistonheads. O vencedor foi o Peugeot 205 GTI, fabricado na Europa entre 1984 e 1994. O modelo superou concorrentes de peso, entre os quais Volkswagen Golf GTI, Lancia Delta HF Integrale e Ford Escort RS Cosworth.

36 Comentários
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    Marcio Izidorio da Silva 2 de agosto de 2020

    Falaram tanto de carros franceses e não falaram do carro francês mais icônico que já foi fabricado por aqui: o SIMCA CHAMBORD… por que…???

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    Mário Russomano 31 de julho de 2020

    Sou apaixonado pelos meus Citroën… Tenho todos com suspensão Hidráulica, tradição da Citroën dos anos 50. ID/DS, GS, CX, XM, Xantia…

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    Wal M Guerra 30 de julho de 2020

    Tenho um Citroen C4 2017 e até o momento não troquei nem uma lâmpada sequer, somente água, óleo, álcool/gasolina. Meus dois filhos há mais de 5 anos só têm Citroen.

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    Gmartin 29 de julho de 2020

    Comprei um peogeot 405 com 4.500 km (novíssimo) de uma jovem que perdeu seu pai – um militar – e através de uma concessionaria da marca. Lindo, bordô, bancos de couro. Negocião. Todas as referências. Até a primeira viagem (após uma semana) – bomba de água com defeito para velocidades maiores. Quanto custa a bomba ? – Não, esse não era o problema. O problema era não ter para comprar sem data prevista de chegada. Ok, faz um remendo para ir andando, cuida para não ficar sem agua até que o vidro eletrico não baixa. Tudo bem, tem que trocar todo o sistema que só custa 3.800,00. E quando fica pronto ? – Bem, aproximadamente 60 dias. Aí quebra o ponteiro do velocímetro que só mesmo trocando todo o painel porque é uma peça integrada. Enfim, saia de casa e nunca sabia se retornava á pé ou com o carro. Frequentei desmanches (oficializados, com Nota fiscal), comprei peças do Marea (Fiat), enfim, aprendí a não ter carro. Certo dia ouvi do meu filho pequeno que eu deveria me desfazer daquele carro. Desfazer vendendo pra quem ? – Não, Pai, dê o carro, jogue fora, livre-se dele. – Parecia uma brincadeira mas após mais uma noite mal dormida, levantei decidido a me desfazer do carro e doei para um casal que estava por separar-se (não sei até hoje se ajudei a se entenderem ou se mataram….) mas doei o carro e voltei para casa andando. Óbvio, comprei outro, um Gol chaleira e fiquei com ele por algum tempo o que não vem ao caso. Hoje se posso, atravesso a rua. Em tempo: Já fui na cidade de Bercí onde tem a fábrica desta marca, aliás uma cidade encantadora nos arredores de Paris. Passei um belo domingo, a fabrica estava fechada, fiz uma foto.

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    Edielton 29 de julho de 2020

    Tenho um C4 Hatch 2012 com 135 mil km. Só não mexi no motor até agora, mas de resto, tudo já deu problema…o carro é confortável, tem muita estabilidade, puxa bem e gasta pouco, mas a suspensão é um problema crônico. Além desta, que já mexi várias em vezes em 3 anos que tenho o carro, já tive que mexer em motor de arranque, bsi, caixa de marcha, alternador e mais uma longa lista de problemas que apareceram…acho que em função da km dele, deveria durar um pouco mais. Não digo que não compraria outro francês, mas agora, só se for 0km, quando se compra carro usado não dá pra saber como foi feita a manutenção dele, e no caso do Citroen, fazer as revisões corretamente é indispensável

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    Alexandre Fagundes Souto 29 de julho de 2020

    Não adianta nem fazer seguro porque ninguém rouba carro francês.

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    Richard H. Sturm 28 de julho de 2020

    Carros franceses são muito bons, os motores são muito robustos e duráveis, o problema é a desvalorização gerada pelo pós-venda. Resolvendo isso ainda teria que quebrar uma geração de críticos criada, cuja maioria sequer nunca teve um. Considero a Renault um ótimo custo x benefício desde 2012.

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    Edson Moraes Santana 28 de julho de 2020

    Eu comparo essa péssima fama dos carros franceses , a má fama que tem as poucas montadoras de origem nacional , por exemplo a Gurgel Motores que teve uma história de sucesso em um certo período , mas que faliu pelo fato dos governos brasileiros ser inúteis e anti nacionalistas , porém muitos brazucas falam mal dos carros Gurgeis , eu tenho um Br 800 a mais de uma década e nunca tive problemas com ele . Carro muitas vezes é uma questão de sorte , pois marcas renomadas no mundo ex. Chevrolet que lançou o Chevette na década de 70 , e muitos teceram problemas com ele enquanto outros tiveram sorte , o Fiat 147 é um outro exemplo , portanto essa má fama que se tem de um produto pelo seu local de origem , simplesmente é algo injusto .

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    Gustavo 28 de julho de 2020

    A maioria das pessoas que falam mal nunca sentaram em um carro francês. Sabem criticar sem saber e na maioria das vezes andam com seus golfinhos e aninhos pelados e cheio de plástico vagabundo. Já tive 4 Renault, um R 19, um Clio, um Megane e por último um fluence e nunca tive problema algum.

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    juarez 27 de julho de 2020

    lixo

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      Mauro 28 de julho de 2020

      Anda de celtinha e fala mal, seu pobre!!!

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        Fernando B 29 de julho de 2020

        Celta dá um banho em resistência em qualquer francês

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    Josè 27 de julho de 2020

    São ótimos para França ou Europa. No ,BR vivia trocando a suspensão…

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      Paulo 27 de julho de 2020

      Quem tiver um carro francês não vai pegar covid-19, pois Deus não castiga duas vezes.

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    IVAN VASCONCELLOS 27 de julho de 2020

    Não há sentido em se comparar carros considerando acima de tudo a nacionalidade! Existem carros bons e carros ruins, independente da nacionalidade ou do fabricante.
    A maioria das ditas montadoras já cometeu suas gafes, lembra do Mercedes Classe A no brasil, do Ford Pinto nos EUA. Basta olhar pra história automotiva para confirmar isso.

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    Luiz Carlos 27 de julho de 2020

    A França muitas vezes esteve à frente em tecnologia veicular, seja carros ou aviões e helicópteros. Freio a disco no Brasil (Renault Gordini), tração dianteira, Citroen. Na aviação, Concorde, materiais “composites” substituindo ligas de alumínio. etc.

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    SAULO CARNEIRO DE MENDONCA MELO 26 de julho de 2020

    Já tive das três marcas francesas no Brasil. Renault, Peugeot e Citroën. Tive ótimas experiências com as três.

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    Marcelo 26 de julho de 2020

    Tenho um C4 Picasso 2009 há 8 anos. 129 mi rodados, uso pouco. Tecnologia e conforto que deixe muitos para trás. Com relação a manutenção, basta não ir nas concessionária, cobram desnecessariamente um valor absurdo. Aqui em Brasília, no plano, tinha umas 5 dessas, hoje não tem nenhuma, será por quê? Quando preciso fazer alguma manutenção preventiva ou corretiva, verifico as referências das peças e compro pela internet ou auto peças. Ex: vou trocar a bomba de água, na concessionária o valor está entorno de R$ 834,00. Comprei aqui na auto peças por R$ 280,00 da mesma marca, mão de obra por R$ 50,00.

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    Geovany Alves Garibaldi 26 de julho de 2020

    Tenho um 407 sedã, pela primeira vez possuo um francês e estou amando, brasileiro gosta é de plástico ou os beberrões americanos.

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    Rogério 26 de julho de 2020

    Por causa dos carros franceses que o automobilismo nasceu!

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    Giovanni 26 de julho de 2020

    Gostei e cinto saudades do Xsara Picasso,só troquei ele porque deu perda total (entrou água no motor),comprei um C4PICASSO e estou muito satisfeito,eu faço revisão preventiva, sempre mantenho o carro em ótima condições,E recomendo a compra de um Citroen

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    OSMANE DAMIANSE ALMEIDA 26 de julho de 2020

    O problema é o carro francês no Brasil, a desvalorização até das próprias empresas com seus carros, custo de manutenção, conhecimento técnico dos carros. Ex: se você chega no mecânico pra arrumar um carro francês o custo é 30 % maior. Outro exemplo: limpador de parabrisas original do atual C3 beira os 300 reais, já o limpador de parabrisas do Toyota Etios original é 70 reais.

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      DARLON LIMA SILVA 28 de julho de 2020

      Eu comprei os meus do 307 por 170, tbm tenho um versa e paguei 120… tudo bosch que são os originais… ná boa a diferença é que o versa usa um modelo atual e comum ja o do 307 é um modelo especifico e em desuso normal isso ocorrer… mas vc pode adaptar comprando um comum e colocar na carcaça do antigo…

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    OSMANE DAMIANSE ALMEIDA 26 de julho de 2020

    O problema é o carro francês no Brasil, a desvalorização até das próprias empresas com seus carros, custo de manutenção, conhecimento técnico dos carros. Ex: se você chega no mecânico pra arrumar um carro francês o custo é 30 % maior. Outro exemplo: limpador de parabrisas original do atual C3 beira os 300 reais, já o limpador de parabrisas do Toyota Etios original é 70 reais./

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    Clodoaldo 26 de julho de 2020

    Já tive Xsara-Picasso-2.0 que foi o melhor carro p/ família… Tive um C4-hatch-2.0 que voava nas rodovias mas sofria nas nossas ruas esburacadas… Agora eu tenho um 208-1.2 que anda igual 1.6 e gasta como 1.0… Minha esposa já teve um C3 que amava e agora tem um Kwid que adora pq é facil de estacionar e anda só c/ cheiro d gasolina… Já tive Ford, GM, VW… Nunca tive problemas.. Sempre fiz revisões periodicamente… Mas o carro que deixa saudades foi é Xsara-Picasso.

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    ARMANDO JIRO TANAKA 26 de julho de 2020

    Já é o meu segundo Citröen C3, nunca tive problema com eles, interessante que o mesmo falava (e ainda uns falam) mal da FIAT, não consigo entender este preconceito que algumas pessoas e alguns veículos de comunicação o fazem, para mim carro bomba é o Onix que pega fogo !!!

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      Clodoaldo 26 de julho de 2020

      Minha esposa tinha um C3 que amava… trocou por um Kwid pq gosta de carro pequeno… E está gostando muito

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    Rafael 26 de julho de 2020

    Matéria tipica de quem quer passar pano pra montadoras que são as campeãs de reclamação no Pós Vendas

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      Michel 26 de julho de 2020

      Ta precisando verificar o ranking

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    elcio 26 de julho de 2020

    tive uma duster, 2015, com 35,000km, começou dar problema de cambio arrastei o carro por dois anos, um inferno, agora julho de 2020,
    quanto entreguei na troca a R$ 31.000,00, nunca mais, quando penso tenho vontade de vomitar

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      Mephisto 27 de julho de 2020

      Ué, queria vender um carro 2015 por quanto? 80 mil?

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        Fernando 29 de julho de 2020

        Você acha normal o carro perder 50% do valor em 3 anos, mephisto?

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    Milton 26 de julho de 2020

    tenho um citroem c4 pallas exclusive tech pack 2011,estou a 5 anos sofrendo com o cambio AL4, decepção e arrependimento, maior desvalorização do mercado
    digo ( tenho por que não consigo vender.. frances numca mais)

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    Jorge Nicolau 26 de julho de 2020

    Já tive um 308 THP, um ótimo carro, pena que volta e meia tinha problemas na injeção, queimava lâmpadas direto e suas palhetas do limpador não duravam nada além de serem caríssimas. No mais é aquela reclamação de todos, na hora de vender o zero km é toda aquela bajulação e na hora que vc reclama dos problemas era só grosseria.

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    Fernando B 26 de julho de 2020

    Típica matéria de quem nunca teve um carro francês e sua suspensão feita de rolo de papel higiênico. Tente revender um francês e verá que só chinês é mais difícil.

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    Adilton 26 de julho de 2020

    Já tive um 208 seminovo, com 8.000 km na garantia, mesmo na garantia, o carro estava com problema na suspensão e a concessionária não quis arcar com o custo de reparo dizendo mal uso, enrolaram e não resolveram nada, nunca mais tive carro francês pois só querem vender serviços de qualidade duvidosa nas concessioarias , além de muito caros seus serviços.

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