Como declarar carros no Imposto de Renda 2020

Explicamos o passo a passo para fazer a declaração de veículos alienados, vendidos, furtados ou que sofreram perda total

Por Laurie Andrade 28/02/20 às 14h37
Matéria atualizada. Publicada originalmente em 14 de março de 2019 às 11h36

Os brasileiros proprietários de veículos motorizados precisam fazer, anualmente, a Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF). Em 2020, o prazo para registrar os bens é até o dia 30 de abril. O AutoPapo consultou o contador Matheus Tibúrcio Moura Costa e explica como declarar carros quitados, vendidos, furtados, roubados ou um veículo financiado no Imposto de Renda.

Vale ressaltar que a declaração é obrigatória para todos os automóveis, independente do valor. O processo é relativamente simples. Confira-o abaixo.

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O que mudou na declaração de carros no IR

Desde 2019, o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) deve ser informado no campo “Discriminação”. Não houve nenhuma mudança significativa na declaração de carros no IR 2020.

Passo a passo para declarar carros no Imposto de Renda

Ao abrir o programa da Receita Federal, desenvolvido para realização da declaração do Imposto de Renda (IR), o proprietário deve preencher, na ficha “Bens e Direitos”, os dados de seus veículos automotores terrestres.

  • Em primeiro lugar, é preciso selecionar o código 21, correspondente a “veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc”;
  • Depois, preencher o código do Brasil (105) e o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) do carro financiado, quitado ou roubado;
  • Feito isso, é preciso informar, no campo “Discriminação”, os dados do veículo – cor, marca, ano, modelo e sua situação.

Se o automóvel declarado foi comprado antes de 2019, é preciso informar, no campo “Situação em 31/12/2018”, o valor pago até essa data e, no campo “Situação em 31/12/2019”, o valor de R$ 0,00.

Como declarar carros financiados no Imposto de Renda 2020

Não é necessário, no caso dos veículos financiados (ou alienados), informar o empréstimo no campo “Dívidas e ônus Reais”. Para declarar os carros financiados, basta adicionar, no quadro “Discriminação”, os detalhes da aquisição. Veja o exemplo abaixo:

Listamos o passo a passo para declarar um carro financiado no Imposto de Renda 2019. Explicamos ainda como fazer com o carro vendido ou roubado.
Reprodução do IRPF 2019

É preciso deixar claro o nome da concessionária ou financeira em que o bem foi comprado/financiado e quais foram os detalhes firmados no contrato, como valor da entrada e número e valor de parcelas a serem quitadas.

Se o veículo foi adquirido em 2019, informe o valor pago até 31/12/2019 no campo “Situação em 31/12/2019” e deixe em branco o campo “Situação em 31/12/2018”.

Atenção! Sempre informe, no Imposto de Renda, o valor da compra do carro e não seu valor de mercado atualizado. A exceção dessa regra só é válida quando o proprietário fez uma alteração muito relevante no carro, como uma blindagem, que fez com que seu preço aumentasse.

Veículo quitado e alienação fiduciária

Se, ao procurar as informações para preencher o Imposto de Renda, o proprietário do veículo quitado perceber que no campo observações do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) há o termo “alienação fiduciária”, deve procurar o Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Alienação fiduciária é o contrato firmado entre consumidores e instituições que concedem financiamentos para compra de um veículo. De acordo com o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), a restrição administrativa é inserida nos documentos com o objetivo de impedir a transferência de propriedade até que haja a quitação do financiamento.

Assim que o veículo é pago, não há serventia para sua existência. O termo pode inclusive complicar a venda.

A responsabilidade de retirar a alienação fiduciária do documento do carro não é do consumidor, mas é comum que o Detran o deixe no documento por anos. Confira a matéria em que ensinamos como retirar o termo “alienação fiduciária” do documento do veículo.

Como declarar um veículo vendido

Para declarar carros que não fazem mais parte do seu patrimônio, é preciso deixar o item “Situação em 31/12/2019” em branco e informar a venda no campo “Discriminação”, preenchendo o CNPJ ou CPF do comprador.

“Se o contribuinte vendeu um carro por mais de R$ 35 mil em 2019, independente de ter tido ou não ganho de capital, é preciso fazer uma declaração à parte chamada “Ganho de capital” e incluir o documento na DIRPF. Se a transação tiver gerado algum lucro, será calculado imposto em cima do ganho”, explica Matheus Tibúrcio.

A venda de um veículo realizada por menos de R$ 35 mil que tenha gerado lucro, por sua vez, deve ser declarada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Transferência de veículo

A transferência de veículos é o processo necessário para registrar a mudança de propriedade de um automóvel. Suas regras estão descritas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que também determina que ela seja realizada em até 30 dias após a compra ou venda de um veículo.

Deixar de atender o prazo estabelecido pela lei custa aos antigos proprietários R$ 195,23 e a perda de cinco pontos na carteira de habilitação. Para saber como fazer a transferência de veículos, clique aqui.

Como declarar carros roubados no IR 2020

Se o proprietário de um carro, caminhão ou moto teve seu veículo roubado, furtado ou firmado como “perda total”, deve deixar o campo “Situação em 31/12/2019” em branco e, no quadro “Discriminação”,  informar o incidente, bem como o valor de indenização recebido da seguradora, se for o caso.

Em casos raros em que a restituição por parte da seguradora for maior que o valor do bem declarado, a diferença entre a indenização recebida e o valor de compra do carro deve ser informada na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, na linha 3 – “Capital das apólices de seguro […]”.

Se o motorista comprou um novo carro com o valor do seguro, basta informá-lo como um novo bem, adquirido em 2019, na ficha “Bens e Direitos”, com o código 21. No campo “Discriminação”, basta informar que o bem foi pago com o dinheiro recebido da seguradora.

Como fazer o registro formal do roubo de um veículo

De acordo com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de Minas Gerais, ao tomar conhecimento sobre o furto ou roubo de veículos automotores, são necessárias algumas providências para formalizar o crime junto aos sistemas de informações dos estados e do país.

A primeira delas é realizar a sinalização de furto ou roubo de veículos. O procedimento é feito pela Polícia Militar, via ligação telefônica para o número 190, quando é informado sobre o crime, sendo inserido no sistema o local em que ocorreu o crime, data, hora, e os dados do solicitante.

De posse do B.O ou do número do Boletim, o proprietário do veículo deverá comparecer à unidade de atendimento do Detran para a ratificação da sinalização, viabilizando a inserção de impedimento definitivo de furto ou roubo no Sistema de Informações do Estado e na Base Índice Nacional (BIN). Acesse o passo a passo completo e aprenda a fazer o registro do roubo de um veículo.

DÚVIDAS DOS LEITORES

Entramos em contato com o contador para esclarecer dúvidas colocadas pelos leitores. Confira, abaixo, as questões respondidas.

Como declarar carros financiados por outra pessoa

“Minha cunhada financiou um veículo para mim. Após quitá-lo em outubro de 2019, passei o bem para meu nome. Como devo informar essa quitação? Pois ela não recebeu nada e fui eu quem paguei o carro”.

De acordo com Matheus Tibúrcio, considerando que o financiamento estava em nome da cunhada, o carro era dela quando a dívida foi quitada. Nesse caso, se o leitor passou o carro para o nome dele, o fato se configura como venda.

O leitor deve declarar a aquisição do carro no Imposto de Renda 2020 e a cunhada a venda do automóvel para ele.

“Vale ressaltar que essa prática não é a mais indicada. Os bens devem ser financiados pelo próprio consumidor”, finaliza.

Declaração de carro para PcD

“Como declaro um carro comprado com isenção de impostos (para pessoas com deficiência – PcD)? O valor é o da nota? Vai gerar ganho de capital na venda posterior?”

O especialista explica que o valor a ser declarado é o que foi pago. Ou seja, o que está na nota fiscal. Quando e se o veículo for vendido por um valor maior do que o preço de custo, é necessário declarar o ganho de capital.

Como declarar carro comprado de pessoa física, mas financiado

“Comprei um carro diretamente de pessoa física e financiei pelo banco. Minha duvida é: devo informar o CPF da pessoa que me vendeu o carro ou o CNPJ da empresa que me financiou?”

No campo “discriminação”, informe que comprou o carro da pessoa física (preenchendo seus dados) e que o bem foi financiado. Declare também o financiamento bancário em “dívidas”.

Carro financiado e juros

Outra duvida é: “o valor que paguei no carro será superior ao valor informado devido aos juros. Exemplo: paguei R$ 30 mil no carro. Entrada de R$ 15 mil e parcelas com juros de financiamento, chegando ao valor final de R$ 35 mil. Declaro o carro como o valor de 30 mil ou de 35 mil?”.

“O valor do carro é o valor da nota fiscal. Os juros não são contabilizados”, explica o contador.

40 Comentários
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    Marcia 24 de junho de 2020

    Bom dia.Estou com uma dúvida e espero que possam me ajudar. Precisava fazer uma reforma em casa devido a problemas elétricos. Conversei com o pedreiro que aceitou o meu carro: um uno 2000/2001 como forma de pagamento pelo serviço executado.
    Como posso informar isto na declaração?

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    Wellington Souza 21 de junho de 2020

    Boa tarde,
    Estou com uma dúvida, um veículo que foi comprado e financiado em 2017 e foi quitado em 2019 e no mesmo ano de quitação foi vendido, como faço para declarar essa informação?

    Desde já agradeço!

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    QUIKA SOUZA FERREIRA 24 de abril de 2020

    Fui contemplada em um consórcio de um veículo, no entanto não tinha pago nenhuma parcela ainda, conforme o contrato exigia precisei de dois fiadores e tive que dá um lance para retirar o veiculo, desse lance uma parte foi em dinheiro e a outra foi no cartão de credito do meu pai. No final do ano sofri um acidente e tive perda total do veiculo, como faço para declara isso no IR 2020?

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    Adriana 24 de abril de 2020

    OLA! Como devo declarar um veículo comprado em 2016 financiado no valor de 21.990 com entrada de 7.000.00 e 48 vezes de 564.10 porem nunca precisei declarar lembrando que e a minha primeira declaração o qie devo colocar em situação 2018 e situação 2019 desde ja obrigada

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    Alice 21 de abril de 2020

    Boa Noite!
    Eu tinha um veículo quitado em meados de 2019 e usei ele para dar como entrada em um veículo novo, que foi financiado em 24x.
    Na Declaração do ano passado ele aparece como Bem. Como faço na Declaração com esse veículo que dei de entrada?
    Obrigada!

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      FAGNER ZAN BARBOSA 27 de maio de 2020

      Também queria saber isso!

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    Sérgio 11 de abril de 2020

    Fiz uma troca de veículos em 2019 repassei o meu de 19.000 e peguei um de 40.000 na situação em 2018 consta 19.000 e depois de informar na discriminação os dados e a forma da transação gostaria de saber se coloco os 40.000 na situação em 2019 e no caso do espaço para o numero do renavam em mantenho o anterior ou posso trocar pelo carro adquirido.

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      Ivandro 15 de abril de 2020

      Bom dia.
      Não faço parte do site e estava me atualizando sobre uma situação.
      No seu caso, o carro de R$19.000,00 (vendido), você escreve na discriminação que foi vendido, o valor e o nome e cpf do comprador. No valor de 31/12/2019 você deixa em branco. Na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, você lança em “outros” a venda desse carro, na discriminação coloca “Venda de Veículo – Renavam nº …).
      No carro que comprou (R$40.000,00) você cria um novo bem e coloca os dados do veículo novo. No campo da situação em 31/12/2018 você coloca R$0,00 e no de 2019 o valor do carro.
      No próximo ano, como ficou zerado, o carro de R$19.000,00 sai da sua declaração.

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    Vanessa 10 de abril de 2020

    Estou preenchendo a DIRF pela primeira vez.
    Adquiri um veículo em 2016. Paguei uma entrada e financeiro o restante em 36x. Em fevereiro de 2019 paguei a última parcela do financiamento. A dúvida é: qual valor devo informar no campo: situação em 31/12/2019 e qual valor informar em 31/12/2018 visto que essa é a minha primeira declaracao.

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      Ivandro Ferreira dos Santos 15 de abril de 2020

      Bom dia.
      Não faço parte do site mas tento ajudar.
      No campo 2019 você coloca o valor que pagou no carro (valor que foi preenchido no recibo)
      No campo de 2018 você deixa em branco.

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    HERMES SIEWERDT 7 de abril de 2020

    Quantos carros posso ter em nome (pessoa física) para fins de Imposto de Renda. Existe limite?

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      Ivandro Ferreira dos Santos 15 de abril de 2020

      Bom dia. Não faço parte do site, mas tento ajudar.
      Não existe limite, desde que os rendimentos do ano supram a compra dos veículos.
      Exemplo, se você ganha R$100.000,00 por ano, sua evolução patrimonial tem que ser, no máximo, esse valor.

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    Gabriel Oliveira 6 de abril de 2020

    Comprei um carro,porém usei o nome do meu irmão pra financiar.Porém…O carro continua no nome do dono da garagem que comprei.Como declaro isso?Financiamento saiu no nome do meu irmão e o documento está no nome do dono da garagem.

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    Danielli O. Pasa 3 de abril de 2020

    Financiei um carro no meu nome o ano passado “2019” porém o carro estragou o motor. e não consegui realizar a vistoria no prazo de 30 dias e ainda o carro não foi arrumado o motor para que eu posso estar realizando a vistoria do carro e passando o mesmo para o meu nome.
    Para declaração de renda de 2020 como eu apresento esse financiamento se o documento do carro não está no meu nome ?

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    izabel 31 de março de 2020

    Troquei meu carro com outra pessoa, e voltou pra mim 7.000,00 como faço para declarar no IRPF?

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    Margarete 29 de março de 2020

    Tenho a seguinte situação, em 2019 declarei IR, em 2020 nao tenho obrigatoriedade em função de nao ter tido renda, minha duvida e com relaçao ao meu veículo que sofri um acidente e deu PT (nao obtive lucro).

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    PATRÍCIA 24 de março de 2020

    Meu marido comprou um veículo em 2010 e, como não era obrigado a declarar IR nunca o declarou. Ano passado passou a ser obrigado a declarar, mas o contador não informou o veículo. Se ele incluir este veículo na declaração deste ano, sem fazer a declaração retificadora do ano passado, a qual multa ele estará sujeito? Ressalto que ele não tem imposto a receber e nem a pagar.

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    Alexsandro Lucena Mota 22 de março de 2020

    Comprei meu carro, um Sandeiro Stepway, em setembro de 2017 por um valor X (valor na concessionária), cujo pagamento foi feito da seguinte forma: uma entrada Y e o restante sendo e o restante foi financiado em 24 vezes de Z reais, ou seja, em 31/12/2017 a situação do meu veículo era Y+5Z reais pagos, valor este declarado no IRRF do ano correspondente. Naturalmente, em 2018 eu paguei mais doze parcelas de Z reais do supracitado financiamento. Assim, no IRRF relativo ao ano de 2018 eu declarei que a situação do veículo em 31/12/2018 era (Y+5Z)+12Z, onde, naturalmente, Y+5Z foi o valor pago em 2017. Dessa forma, durante o ano de 2019, eu paguei mais sete parcelas de Z reais, quintando assim o meu veículo em agosto do respectivo ano. Agora, estou preparando o meu IRRF relativo ao ano de 2019 (IRRF 2020) e estou com dúvidas sobre qual valor devo declarar na situação do veículo na data de 31/12/2019. Seguindo a lógica anterior, em tal data os valores pagos no veículo seriam [(Y+5Z)+12Z]+7Z, totalizando assim um valor de Y+24Z. Por outro lado, como mencionado acima, o valor do veículo na concessionária, na data da compra, foi de X reais, valor este, inclusive, que consta na nota fiscal. Vale ressaltar que o valor Y+24Z, em razão dos juros ali embutidos, é maior que o valor X. Daí vem a questão: qual dos dois valores devo declarar em relação à situação do veículo na data de 31/12/2019 quando do preenchimento do IRRF 2020 — relativo aos rendimentos de 2019?

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      Anderson 28 de março de 2020

      (Leia as Perguntas e Respostas da RECEITA FEDERAL 2020) 623-DESPESAS QUE INTEGRAM O CUSTO DE AQUISIÇÃO

      “Podem integrar o custo de aquisição, quando comprovados com documentação hábil e idônea, e discriminados na declaração de rendimentos do ano-calendário da realização da despesa…. 2 – De demais bens ou direitos: Os dispêndios realizados com conservação, reparos, comissão ou corretagem, quando não transferido o ônus ao adquirente, JUROS E DEMAIS ACRÉSCIMOS PAGOS no financiamento para a aquisição de bens ou direitos, retífica de motor etc.”

      A situação em 31/12/2019 deverá ser a soma dos valores pagos – ou seja, o CUSTO DE AQUISIÇÃO.

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    Alexsandro Lucena Mota 22 de março de 2020

    Comprei o meu carro em setembro de 2017 por um valor X. Nesse tramite eu paguei um valor Y de entrada e nos meses seguintes eu paguei somando as parcelas até dezembro um valor Z. Dessa forma, eu declarei no meu imposto de 2018 o valor pago até o dia 31/12/2017, ou seja, Y+Z. Ao longo do ano de 2018 eu paguei o monte pago de parcelas foi W e, dessa forma, eu declarei no meu imposto de 2019 que até o dia 31/12/2019 o valor de Y+Z+W. Ao longo do ano de 2019 eu paguei o restante quitando o veículo em agosto, cujo montante das parcela somadas foi V. Nessa situação, seguindo a lógica anterior, devo declara para o imposto de 2020 no situação até 31/12/2019, o valor Y+Z+W+V? Ou eu devo declarar o valor X da compra do veículo? Lembrando que as parcelas do financiamento carregam consigo juros acumulados do período e, portanto, as soma dos valores Y+Z+W+V resulta maior que o valor X inicial.

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      Alexsandro Lucena Mota 22 de março de 2020

      Moderador, por favor, você poderia excluir o comentário acima. Reenviei este mesmo comentário com correções e outros detalhes. Obrigado!

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      Anderson 28 de março de 2020

      Perguntas e Respostas – Imposto de Renda 2020 – “623 — Quais são as despesas que podem integrar o custo de aquisição de bens e direitos? Podem integrar o custo de aquisição, quando comprovados com documentação hábil e idônea, e discriminados na declaração de rendimentos do ano-calendário da realização da despesa: 1 – De bens imóveis… 2 – De demais bens ou direitos: Os dispêndios realizados com conservação, reparos, comissão ou corretagem, quando não transferido o ônus ao adquirente, JUROS E DEMAIS ACRÉSCIMOS pagos no financiamento para a aquisição de bens ou direitos, retífica de motor etc”

      Os BENS e DIREITOS são declarados pelo CUSTO DE AQUISIÇÃO – ou seja, a situação a cada ano será a soma dos valores pagos, incluindo os juros do financiamento.

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    Marcos 21 de março de 2020

    Em 2019 adquiri um carro zero dando como entrada meu carro usado no valor de 35000 mais 48x de parcelas fixas, como ficara a situacao em termos de valor em 31/12/18 e 31/12/19?

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    Edersom 21 de março de 2020

    Tenho uma duvida, Vendi um carro financiado e a pessoa transferiu e divida e me passou outro carro no valor que eu ja tinha pago desse financiamento. como devo declarar essa transação?

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    ADOLFO JOSE GIROTO 16 de março de 2020

    Boa tarde,
    Tirei um carro na Volks para meu sogro, ele pagou, mas o carro saiu em meu nome pq sou funcionario. Em 2020 vou tranferir o veiculo pra ele. Como devo lançar no imposto de renda.
    Obrigado

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    André 12 de março de 2020

    Bom dia,
    Em dezembro de 2019 troquei o meu carro na concessionária, dei o meu carro de entrada e mais uma parte em dinheiro e o restante foi financiado, porém o meu carro entrou como consignação e foi vendido e transferido somente em janeiro de 2020.
    Gostaria de saber como eu declaro o meu carro antigo?
    O carro novo como que eu declaro os valores que eu paguei, financiei e o valor de entrada (sendo que o carro não saiu do meu nome para concessionária e sim no meu nome direto para o comprador)?

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    Antonio Carlos 11 de março de 2020

    Como declaro um carro comprado com isenção de impostos (PCD), o valor é o da nota ? Vai gerar ganho de capital na venda posterior ?

    • AutoPapo
      Laurie Andrade 19 de março de 2020

      Antônio,

      O especialista explica que o valor a ser declarado é o que foi pago. Ou seja, o que está na nota fiscal. Quando e se o veículo for vendido por um valor maior do que o preço de custo, é necessário declarar o ganho de capital.

      Abraços.

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    Hermano 10 de março de 2020

    Quitei meu carro em 05/11/2019 e em 23/12/2019 paguei a 1ª parcela de 868,09 num carro que peguei financiado em 48 vezes e dei 11.500 do carro que vendi, como fica minha declaração 2020? Permaneço contando a história do carro que quitei e abro um novo processo contando a história do carro que constitui acrescentando o valor da entranda?

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    Jeferson Bueno de farias 10 de março de 2020

    Olá quitei meu carro dia 16/05/2019,e logo depois dia 20/05/2019 fui a consecionaria e efetuei uma compra com troco na troca como devo proceder na declaração de imposto de renda vendi meu carro por 30.000 e dei 10.000 de entrada me da uma dica ai.

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    Thais 8 de março de 2020

    Vcs atualizaram a matéria de 2019 para 2020 mas esqueceram de atualizar muitas datas no corpo do texto, que pode gerar confusões ou até problemas para um novato em IRPF

    • AutoPapo
      Laurie Andrade 9 de março de 2020

      Tudo bem, Thaís?!

      As datas estão corretas. No Imposto de Renda 2020, os proprietários de veículos devem declarar as transações referentes ao ano de 2019.

      Abraços.

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    Daniel de Carvalho 2 de março de 2020

    Comprei um carro diretamente de pessoa fisica e financiei pelo banco. Minha duvida é: devo informar o CPF da pessoa que me vendeu o carro ou o CNPJ da empresa que me financiou o carro? Outra duvida é: o valor que paguei no carro será superior ao valor informado devido aos juros, Ex: paguei 30 mil no carro, mas a entrada de 15 mil + as parcelas com juros de financiamento chega ao valor de 35 mil. Eu declaro carro como o valor de 30 mil ou de 35 mil no exemplo acima?

    • AutoPapo
      Laurie Andrade 19 de março de 2020

      Boa tarde, Daniel.

      No campo “discriminação”, informe que comprou o carro da pessoa física (preenchendo seus dados) e que o bem foi financiado. Declare também o financiamento bancário em “dívidas”.
      Sobre a segunda pergunta:
      O valor do carro é o valor da nota fiscal. Os juros não são contabilizados.

      Espero ter ajudado.

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    Inadepto 29 de abril de 2019

    Eu dei um carro de entrada para financiar outro carro usado. Mas o carro não estava no nome da loja, e sim do antigo dono. Quem eu devo indicar como comprador e vendedor?? O antigo dono do carro q eu comprei ou a loja??? homiemixes@gmail.com

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    Cristiane 16 de março de 2019

    Comprei um carro em 2018. O valor a ser colocado em 31/12/2018 é somente da nota fiscal do carro ou posso acrescentar o que paguei de acessórios comprados diretamente na concessionaria também?

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      Edson Dorneles Estivalet 31 de março de 2019

      Eu entendo que se constar na nota fiscal de compra do carro você pode considerar como custo de aquisição.

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      Lucas 21 de abril de 2019

      Entendo que acessorios istalados na concessionaria não entra no Imposto somente em caso de Blindagem .

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    Carlos Caetano Gomes Da Silva 15 de março de 2019

    Gostei bastantes das informações bem esclarecedoras, inclusive com exemplos específicos.
    Parabéns a toda equipe do Autopapo.

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    sandro 14 de março de 2019

    Muita burocracia

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