Curte carros antigos nacionais? 5 das marcas pioneiras foram extintas

Relembramos as primeiras empresas a fabricar veículos no Brasil: todas elas se estabeleceram no país até o ano de 1960 e a maioria encerrou as atividades

Por Alexandre Carneiro 14/06/20 às 09h57

Veículos de origem estrangeira são montados no Brasil há mais de 100 anos. Mas, veja bem, até meados do século XX, os produtos eram apenas finalizados aqui, com todas as peças vindas de fora, em um esquema conhecido como SKD (Semi-Knocked Down). Apenas nos anos de 1950 o país passou, efetivamente, a produzir automóveis, com componentes locais. É sobre eles o listão de hoje: lembramos as primeiras marcas a nacionalizar carros, hoje já antigos.

VEJA TAMBÉM: 

É interessante notar que 5 dessas empresas pioneiras na nacionalização de veículos foram absorvidas por outros fabricantes e simplesmente extintas. Por isso, os carros antigos sobreviventes são verdadeiras testemunhas da história, cujas marcas são até desconhecidas pelas gerações mais novas. Viaje no tempo e conheça-as, ou então relembre-as, conosco!

5 marcas carros antigos que foram pioneiras no país e acabaram extintas:

1. Willys Overland

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Desenvolvido para atuar na Segunda Guerra Mundial, o Jeep acabou dando origem à marca homônima, atualmente controlada pelo Grupo FCA

Apesar de ser estrangeira, a Willys Overland teve papel de pioneirismo na efetiva produção de veículos no Brasil. Em 1954, já montava o Jeep com cerca de 30% dos componentes fabricados localmente, nas incipientes instalações da planta de São Bernardo do Campo (SP). A partir de 1956, a Rural também passou a ser montada na unidade industrial paulista.

Porém, o passo decisivo foi dado com a aquisição da Fundição de Máquinas Piratininga, em Taubaté (SP). Assim, e empresa foi a primeira a produzir um motor a gasolina no país e, consequentemente, deu alto índice de nacionalização aos produtos já em 1958. A linha cresceu em 1960 com a chegada do Aero Willys, um sedã com proposta mais sofisticada.

Assista ao vídeo e relembre a história do Jeep, do Willys à atualidade:

Graças à rapidez com a qual se estabeleceu no país, a Willys conseguiu abocanhar uma boa fatia do mercado. Entre as marcas estabelecidas no país naqueles antigos tempos, era a que tinha a gama de carros mais diversificada, com os utilitários Jeep e Rural e o sedã Aero, além dos compactos Dauphine e Gordini e do esportivo Interlagos, esses últimos fruto de negociações envolvendo a francesa Renault.

O ápice das operações da empresa no Brasil foi simbolizado, provavelmente, pela segunda geração do Aero Willys, que foi exclusiva para o mercado local. O projeto, desenvolvido inicialmente nos Estados Unidos e abortado pela matriz, acabou sendo finalizado pela subsidiária brasileira. Lançado em novembro de 1962, o modelo deu origem às luxuosas derivações Itamaraty.

Curiosamente, a situação da Willys Overland era melhor no Brasil que nos Estados Unidos, onde a matriz não tinha mais condições de competir em pé de igualdade com a concorrência. Por aqui, porém, a política de desenvolvimento industrial estabelecida na década de 1950 pelo Geia (Grupo Executivo da Indústria Automotiva) foi radicalmente alterada pelo regime militar. A empresa acabou sendo adquirida pela Ford, que extinguiu a marca em 1971. A fábrica de SBC seguiu em operação até o ano passado, quando foi desativada.

2. FNM (Fenemê)

marcas carros antigos fnm 2000 1
O FNM 2000 era uma versão brasileira do Alfa Romeo 2000 Berlina italiano

A FNM (acrônimo de Fábrica Nacional de Motores, mais conhecida como Fenemê) é, oficialmente, a primeira empresa brasileira do ramo automotivo. Criada por Getúlio Vargas, a estatal teve a sede de Xerém, em Duque de Caxias (RJ), inaugurada em 1941. Porém, as operações começaram apenas alguns anos depois, devido às dificuldades causadas pela Segunda Guerra Mundial.

Em vez de carros, a FNM optou por entrar no mercado de caminhões: os primeiros ganharam as ruas em 1949, graças a um acordo firmado com a italiana Isotta Fraschini, que cedeu os direitos de produção. Ocorre que a empresa europeia enfrentava dificuldades e acabou retirando-se do ramo automotivo já no ano seguinte.

A solução foi fechar um novo contrato com outra empresa europeia: a Alfa Romeo. A ideia era adquirir know-how e aumentar, progressivamente, o índice de nacionalização dos produtos. A nova linha de caminhões “Fenemê” chegou ao mercado já em 1951 e rapidamente fez sucesso.

Com a participação do segmento de veículos pesados consolidada, a estatal sentiu-se estimulada pelo Geia a produzir também automóveis. Novamente graças ao acordo com a Alfa Romeo, surgiu, em 1960, o JK. Era uma versão nacional do modelo 2000 Berlina italiano.

Com características técnicas como câmbio de cinco marchas e motor com câmaras de combustão hemisféricas, o JK é lembrado como um dos carros nacionais mais avançados da época, pois outros modelos feitos no país eram mais antigos em termos de concepção. Em 1964, após o Golpe Militar, o sedã passou a se chamar FNM 2000, em alusão à cilindrada do motor.

Em 1968, a estatal foi privatizada: a brasileira Ibap foi a primeira a fazer uma oferta de compra, mas quem acabou assumindo as operações foi a italiana Alfa Romeo. Já sob nova direção, o sedã teve a cilindrada do motor aumentada e foi rebatizado de 2.150 naquele mesmo ano.

A marca FNM foi mantida até 1974, quando a empresa italiana adotou nomenclatura própria. Porém, já em 1978, as operações brasileiras eram vendidas à Fiat: em âmbito global, as duas multinacionais acabaram passando a fazer parte do mesmo grupo somente em 1987.

3. Simca

carros raros simca jangada
Perua Jangada é um dos mais raros veículos feitos pela Simca no Brasil

A vinda da Simca para o Brasil foi anunciada após viagem do ex-presidente Juscelino Kubitschek à França. Inicialmente, a ideia era instalar a fábrica em Minas Gerais: a fundação da subsidiária local da empresa, em 1958, inclusive, chegou a ocorrer em Belo Horizonte. Enquanto a unidade industrial na capital mineira seria erguida, os primeiros veículos começaram a ser montados com componentes importados em São Bernardo do Campo (SP), a partir de 1959, em caráter provisório.

Devido a questões de logística, porém, as instalações temporárias acabaram tornando-se definitivas. Em vez de construir em Minas Gerais, a Simca optou por ampliar a sede paulista: em 1960, a unidade ganhou maquinário para fundição de blocos de motores. Naquele ano, a área construída da planta já era cerca de 14 vezes maior que a original.

Do início ao fim, a Simca produziu no país o sedã Chambord, que ganhou diferentes denominações, entre as quais Tufão, Présidence, Alvorada e Rallye, devido à aplicação de mudanças no projeto. Houve ainda a Jangada, derivação perua do modelo. A história, contudo, mudou de rumo em 1966, quando as instalações da Simca no Brasil foram adquiridas pela Chrysler, que até então não atuava no país por conta própria.

A empresa fez uma série de aperfeiçoamentos no sedã, que a partir daquele ano passou a se chamar Esplanada, na configuração mais luxuosa, ou Regente, na mais simples. Em 1969, esses produtos eram substituídos pelo Dodge Dart.

Todavia, exatamente uma década depois, as operações brasileiras da Chrysler passaram para as mãos da Volkswagen. As duas marcas foram mantidas em paralelo até 1981, quando a empresa alemã aboliu os carros e renovou os antigos caminhões da estadunidense, passando a vendê-los com emblema próprio.

4. DKW-Vemag

dkw vemaguet
Apresentada como F-91 Universal em 1956, perua da DKW-Vemag passou a ser chamada de Vemaguet em 1961

Oficialmente, o primeiro automóvel nacional, com mais de 50% das peças feitas no país, foi a DKW F-91 Universal, posteriormente rebatizada de Vemaguet. A marca alemã era representada localmente pela brasileira Vemag (acrônimo de Veículos e Máquinas Agrícolas), que importava e distribuía os veículos.

Os benefícios do plano de industrialização levaram as duas empresas a firmarem um acordo para importação de maquinário industrial. O resultado foi o lançamento da perua em novembro de 1956.

A fábrica, instalada no bairro Ipiranga, em São Paulo, aumentou a gama já em 1959, com o jipe e o sedã. Em 1964, foi a vez do cupê Fissore. A linha de produtos passou por diversas atualizações ao longo dos anos seguintes. Mecânica e plataforma serviram de base para o primeiro Puma, que fez sucesso nas pistas. Os produtos tinham boa aceitação e participação para os padrões de mercado da época.

Em 1964, a Volkswagen adquiriu as operações da Auto Union, detentora da DKW, na Alemanha. A multinacional acabou passando a controlar também a fábrica brasileira a partir de 1966. As duas marcas permaneceram atuando de modo distinto até 1967, quando as operações na sede do Ipiranga foram encerradas, relegando os carros da empresa suprimida ao universo de antigos.

5. Indústrias Romi*

marcas carros antigos romi isetta
Romi Isetta: simpático microcarro tem projeto de origem italiana

Em tese, a Romi Isetta é o primeiro veículo nacional fora do segmento de pesados. Afinal, chegou ao mercado em setembro de 1956, dois meses antes da DKW F-91 Universal. É um típico caso de “ganhou, mas não levou”, pois o Geia não o classificou como automóvel. A alegação é que, como o modelo tinha apenas uma porta, em posição frontal, e não oferecia espaço para bagagem, seria mais parecido com uma motocicleta.

Seja lá qual for a classificação, o fato é que não se pode negar o pioneirismo do veículo. A nacionalização ocorreu por iniciativa das Indústrias Romi, que produziam ferramentas fabris em Santa Bárbara d’Oeste (SP) e adquiriram os direitos de fabricação do projeto, originalmente desenvolvido na Itália pela Iso.

A trajetória do modelo no Brasil foi curta: a produção foi encerrada já 1961. Nesse caso, o fim da empreitada chegou ao fim não por falência ou devido à aquisição por outra empresa, e sim por razões comerciais. A Romi Isetta nunca atingiu números de vendas expressivos, os produtos começavam a ficar antigos e o fabricante, apesar de ter feito tentativas, não conseguiu fechar contrato com outras marcas estrangeiras de carros, deixando o mercado automotivo.

*É importante salientar que, ao contrário de outros fabricantes da lista, as indústrias Romi não foram extintas, pois seguem até hoje na ativa, produzindo ferramentas para manufatura. Porém, a empresa nunca mais atuou no ramo automotivo: como a vendagem da Romi Isetta foi baixa (cerca de 6.000 unidades), esses modelos são, hoje, carros antigos muito raros e sem qualquer ligação com as marcas atuais. 

E quanto aos mais antigos carros nacionais feitos marcas que ainda existem?

Entre as marcas pioneiras na nacionalização de carros no Brasil, três permanecem na ativa desde os antigos tempos da década de 1950: Volkswagen, Ford e GM (que atua localmente com a marca Chevrolet). Esse trio iniciou as operações locais há mais de 60 anos.

Volkswagen

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Fábrica de Anchieta produziu diversos modelos nacionais da Volkswagen, como o Fusca: unidade permanece ativa

A Volkswagen instalou-se oficialmente no país em 1956. Até aquele ano, os produtos da empresa eram montados localmente por uma representante, a Brasmotor. Naquele ano, a multinacional começou a erguer a fábrica de Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), e, em 1957, veio o primeiro produto oficialmente nacional: a Kombi.

Por sua vez, o Fusca, veículo que liderou o mercado brasileiro por 23 anos, atingiu um nível de nacionalização superior a 50% (era, precisamente, de 54%) dois anos depois. A empresa é, até hoje, uma das maiores do ramo automotivo por aqui.

Ford

ford f100 saia e blusa
Primeiro produto brasileiro da Ford, picape F-100 ganhou atualizações ao longo dos anos 60 e 70

Caminhões e picapes foram os precursores da Ford no Brasil. A empresa já montava veículos no país desde 1919, mas só optou por realmente produzi-los aqui, com componentes locais, em meados da década de 1950. Isso ainda na antiga fábrica do bairro Ipiranga, em São Paulo (SP).

A picape F-100 atingiu um índice de nacionalização de 40% em 1957. No ano seguinte, esse número ultrapassou os 50% quando o fabricante passou também a fundir os motores da caminhonete. A multinacional mantém operações fabris, mas vem reduzindo a gama local de produtos nos últimos anos.

GM (Chevrolet)

marcas carros antigos chevrolet 3100
Picape 3100 logo ganhou o apelido de Chevrolet Brasil: modelo trazia um mapa estilizado do país no emblema do fabricante

Assim como a Ford, a GM já montava veículos no país há décadas – precisamente, desde 1925 – quando começou a, efetivamente, fabricá-los. E, tal qual a concorrente, optou por nacionalizar utilitários e caminhões. As operações começaram em 1958, com a caminhonete 3100, logo apelidada de Chevrolet Brasil devido à origem local.

No ano seguinte, foi lançada uma derivação voltada para passageiros, para concorrer com a Willys Rural: a Amazona. Também em 1959, a multinacional inaugurou a segunda fábrica no país, em São José dos Campos (SP), que se somou à unidade de São Caetano do Sul (SP). A Chevrolet é, atualmente, líder de vendas do mercado.

Fotos: divulgação

143 Comentários
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    Carlos 17 de junho de 2020

    Quando vejo Coreia do Sul enchendo o mundo de automóveis Hyundai, Kia, Daewo, além de tratores e caminhões….alguém bem comentou aqui: enquanto andavam a cavalo a gente tinha indústria…..

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    Leandro Tonetti 16 de junho de 2020

    Ainda temos uma montadora 100% nacional, a AGRALE

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    Juarez 16 de junho de 2020

    Complexo de vira latas. O Brasil sempre cedeu a pressão dos grandes da indústria automotiva. Destruiu o projeto Gurgel e sonho de um veículo totalmente pioneiro e nacional. Vale lembrar que o Gurgel foi o criador do veículo com baixa cilindrada. Abaixo de mil cilindrada que as multi ganharam muito dinheiro com os populares.
    A China é a Coreia andavam de cavalo quando se começou a produzir veículos no Brasil. Hoje estão anos-luz na nossa frente

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Caros, a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A Gurgel surgiu cerca de uma década depois. De qualquer modo, vários modelos da Gurgel foram citados em uma matéria recente sobre microcarros: para acessá-la, cliquem aqui.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Leandro Gomes da Silva 16 de junho de 2020

    Moro em Santa Barbara do Oeste SP local onde se encontra as Indústrias Romi.
    Cidade onde se fabricou o Romiseta , a cidade foi controlada por décadas por essa indústria maldita e hoje falida no seguimento de fundição.
    Hj muitas pessoas só se lembram da fábrica de carros e esqueceram que a indústria sufocava a cidade e seus habitantes

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    George G. C. Coelho 15 de junho de 2020

    Também sou entusiasta da história da indústria automobilística brasileira e proprietário de um aerowillys 66 e um fusca 1500 72 que herdei do meu pai.
    Gostaria de registrar que a indústria nacional teve sua marca própria que foi a Gurgel e que hoje, se tivesse recebido a devida ajuda do governo, como outras montadoras estrangeiras, poderíamos ter hoje carros muito bons em condições de concorrer com qualquer montadora e orgulhar muito o nosso país. Lamentavelmente isso não aconteceu!

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    Antonio Teixeira 15 de junho de 2020

    O gordine era chamado na época de maestro…em cada esquina um conserto.

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    Luiz Carlos Moura 15 de junho de 2020

    Tenho uma puma ano 1979 que e meu brinquedo

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    Ricardo 15 de junho de 2020

    Excelente matéria. Propôs-se a abordar 5 fabricantes iniciais e foi bem sucedido nisso.
    Agora esperamos mais matérias focadas mais nos fabricantes e seus carros.
    Não acho que faltou a Gurgel, pois veio depois. E, tive Gurgel, posso dizer que quem faz críticas a esse carro não o conhece. Seu design era tendência da época. O primeiro carro elétrico foi da Gurgel, o E500 Itaipu. Será que ele era um visionário? Esbarrou no que se esbarra aí da hoje: tecnologia de bateria (a OPEP não vai ceder fácil). A perseguição a essa marca veio justamente por ser a genuinamente nacional a incomodar as grandes montadoras, inclusive com desenvolvimento de projeto de motor nacional (VW, GM etc usam motores desenvolvidos no exterior como OHC etc). Uma matéria sobre a Gurgel seria bem-vinda.

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      George G. C. Coelho 15 de junho de 2020

      Muito bem lembrado!

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    Anselmo 15 de junho de 2020

    Esqueceram da maverik
    Do Gordini da rruaal do Ford 1950 do alfa Romeo do espe-2 sem falar nos dorge sarche

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Anselmo.
      Caro, não esquecemos: é que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. Modelos como como Dodge Dart, Ford Maverick e Alfa Romeo vieram depois. Já Rural Willys e Gordini foram citados.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    PECÊ SANVAZ 15 de junho de 2020

    Faltou a Rural e o Vespacar. Rs

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Pecê.
      Caro, a Rural Willys foi citada no texto. Destaco que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    José Luiz 15 de junho de 2020

    Aqui vcs esqueceram da Gurgel, q tb está na lista de carros antigos.

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, José Luiz.
      Caro, não esquecemos: é que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A Gurgel surgiu cerca de uma década depois. De qualquer modo, vários modelos da Gurgel foram citados em uma matéria recente sobre microcarros: para acessá-la, clique aqui.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Nivaldo gomes hernandes 15 de junho de 2020

    Linda materia mas esqueceram do carmanguia

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Nivaldo.
      Obrigado pelo elogio à matéria. Sobre o Karmann Ghia, não foi questão de esquecimento: é que esse modelo só foi lançado em 1962, e a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950.
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Luiz Carlos Lopes Soares 15 de junho de 2020

    Quanto à DKW, tenho dúvida e não me parece correto a informação do Fissore aparecer em 1964. Lembro que foi entre 66/67

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Luiz Carlos.
      Caro, a matéria foi feita após intensa pesquisa. Não tenha dúvida: o Fissore foi lançado no Brasil em 1964.
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Nivaldo gomes hernandes 15 de junho de 2020

    Esquecerão do carmanguia

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    Sidney Pereira das Chagas 15 de junho de 2020

    Sou apaixonado pelo gordine e vcs não falaram .

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Sidney!
      Caro, o Gordini foi citado no texto: “Entre as marcas estabelecidas no país naqueles antigos tempos, (a Willys) era a que tinha a gama de carros mais diversificada, com os utilitários Jeep e Rural e o sedã Aero, além dos compactos Dauphine e Gordini e do esportivo Interlagos, esses últimos fruto de negociações envolvendo a francesa Renault.”
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Marcelo 15 de junho de 2020

    Escreveu “estadounidense”, já sei que é lacrador…

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    Nelson 15 de junho de 2020

    A indústria brasileira deveria ter ido além desenvolvendo tecnologia para fundar sua indústria de automóveis – 100% nacional, hoje teriamos carros mais adequados às estradas brasileiras como por exemplo uma versão do jeep, faltou patriotismo por parte dos governantes e capacidade também.

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    Vladimir Evangelista 15 de junho de 2020

    Muito interessante essa matéria, pois reaviva em nossas lembranças os tempos nostálgicos.

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      Vladimir Evangelista 15 de junho de 2020

      Digo, Memoráveis ao invés de nostálgicos.

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    Mário Almeida 15 de junho de 2020

    Tenho 69 anos.

    Boa matéria

    Voltei aos mes tempos de criança.

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    André Alexandre B. 15 de junho de 2020

    Sobre a IBAP (Industria Brasileira de Automóveis Presidente) foi dito muito pouco….a história da IBAP é fantástica!!!

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, André.
      Concordo contigo, a história da IBAP é sim fantástica, mas o caso é que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A IBAP surgiu depois e, se fôssemos citá-la de maneira detalhada, teríamos que incluir outras empresas do mesmo período, o que deixaria o texto com um tamanho inviável.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Guilherme 15 de junho de 2020

    Lamentável não citarem o Projeto M da Willys, que depois tornou-se Ford Corcel… Foi um carro eleito duas vezes como “carro do ano”, concorrente do Fusca… Triste…

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Guilherme.
      Caro, a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim dos anos de 1950. O Corcel surgiu no fim da década seguinte, por isso não foi citado. Pelo mesmo motivo, entre os veículos da Ford, optamos por mencionar a picape F-100, cuja história no país começou em 1957.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Samuel Amaro 15 de junho de 2020

    Bom dia. Excelente exposição. Sou amante do antigomobilismo e possuo 06 exemplares (Desoto 1951, Plymouth 1949, Morris 1952, Fusca 1200 1963, Aero Willys 1969, Corcel 1970. Abraço.

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    Luiz pegorin 15 de junho de 2020

    Trabalhei na Vemag de 1958 – 1963. Como programador de produção de peças estampadas. Como os caminhões Scania estavam sendo montador em regime CKD pela Vemag e com o final da construção da fábrica Scania em SBCampo em 1962 fui para lá em 1963 permanecendo com a empresa por 44 amo.. Nossa atuação sempre foi na área de Assistência e na montagem da rede de revendedores ( concessionários)

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      Silvio 15 de junho de 2020

      Boa noite. Sempre digo que estes carros pertencem a época de ouro da indústria brasileira de automóveis. De verdade, eu queria ter feito parte deste tempo, sou muito ligado ao assunto carros e um entusiasta dos antigos. Parabéns pela matéria, espero que venham outras.

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    Marta Lúcia Alves 15 de junho de 2020

    São carros lindos,que pode ser resgatado,usando estes modelos com tecnologia de hoje,será o máximo.eu com certeza compraria um pra mim.e tem muitos outros belíssimos.

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    sergio bianchi fajardo 15 de junho de 2020

    Lembro muito bem de quatro dos veículos apresentados, só não me lembro da Romizzeta.
    Agora acho que faltou o sinca, carro estiloso da época, como o fissori.

    Muito legal
    Abs

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Sérgio.
      Caro, obrigado pelo elogio. Aproveito para salientar que Simca e Fissore foram citados no texto.
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Genison lima santos 15 de junho de 2020

    Gostei muito tenho 57 anos e vi meu pai dirigindo um desses modelos, sou fissurado por carros antigos.

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    Cezar Luiz Kachel 15 de junho de 2020

    Sobre o Alfa Romeo, não foi dito que foram lançados modelos de 1975 a 1978, se não me engano, com o nome de Alfa Romeo 2300, que foram os primeiros com freios a disco nas quatro rodas e, na sequência, como 2300B e 2300Ti, revolucionários na época, inclusive pelos bonitos painéis.

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Cézar.
      Caro, a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim dos anos de 1950. Por isso, as explicações mais detalhadas foram destinadas à marca FNM: a Alfa Romeo foi citada a título de contextualização, por tê-la adquirido em 1968.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    JORGE ROCHA 15 de junho de 2020

    Vcs.não colocaram o Gordini, o veículo mais bonito? se fabricasse hoje,compraria um.

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Jorge.
      Caro, o Gordini foi citado no texto: “Entre as marcas estabelecidas no país naqueles antigos tempos, (a Willys) era a que tinha a gama de carros mais diversificada, com os utilitários Jeep e Rural e o sedã Aero, além dos compactos Dauphine e Gordini e do esportivo Interlagos, esses últimos fruto de negociações envolvendo a francesa Renault.”
      Abraço e obrigado por comentar!

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    Elder Ferreira 14 de junho de 2020

    É bom lembrar aos saudosistas que o Renault Dauphine ficou conhecido pelo apelido de “leite Glória”, em alusão à propaganda de uma marca de leite em pó da época, pois “desmanchava sem bater”! rsrsrsrsrs….
    Já o Renault Gordini teve maior sucesso pois tinha “40 HP de emoção”…
    Vale lembrar que a potência dos motores na época seguia a norma americana SAE e hoje a norma da ABNT é próxima à norma DIN, o que significa que os “40 HP de emoção”, na norma de hoje, significariam uns 34 HP.

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    Zeppelin.carlao 14 de junho de 2020

    Matéria excepcional!
    Os comentários, também, fantásticos.
    Não dá pra enumerar os que ficaram de fora, seria uma injustiça.
    Parabens aos repórteres, editores e a todos que participaram da resenha.

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Muito obrigado, Zeppelin! Abraço e obrigado por comentar!

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    Danillo 14 de junho de 2020

    Apesar de tentar associar o fim das marcas ao regime militar, a reportagem até que é mais ou menos

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    Miguel D.G 14 de junho de 2020

    Por falar em automotores, vamos falar do Caminhão FNM (Fábrica Nacional de Motores) inclusive foi criada para fabricar motores de aviões de combate para EUA, O trator CBT (companhia brasileira de tratores)

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    Trombonista 14 de junho de 2020

    FNM PASSO LONGO E PASSO CURTO.

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    Washingtom 14 de junho de 2020

    Vc não falou da Gurgel ?

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Washingtom,
      Caro, a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A Gurgel surgiu cerca de uma década depois. De qualquer modo, vários modelos da Gurgel foram citados em uma matéria recente sobre microcarros: para acessá-la, clique aqui.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Reinaldo Abrahão 14 de junho de 2020

    Não posso deixar de parabenizar UOL por essa matéria. Poderia fazer um seriado….
    Só assim conseguiriam abranger a todos e começar com Santos Dumont que foi o primeiro a montar um carro Renault em 1898 dentro de sua casa.

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    RUI 14 de junho de 2020

    Esqueceram da Troller

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Rui.
      Caro, não esquecemos: é que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A Troller surgiu muito depois disso, já nos anos 90.
      Abraço e obrigado por comentar!

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    João Alves Ribeiro 14 de junho de 2020

    Eu gostava do Gordini

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      mauro bagestero 15 de junho de 2020

      saudades

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    Rubén Linares 14 de junho de 2020

    Não havia uma fábrica da Jeep Wyllis em PE?

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      João Bosco 15 de junho de 2020

      eu lembro que tinha em prazeres, hoje Jaboatão dos Guararapes, apos pontezinha ( Cabo ),onde montava sim, inclusive um jeep que chamava chapéu de côro, próximo a uma montadora sim, jundo a ciferal/caio norte, motadoras de ônibus.

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    Walter 14 de junho de 2020

    FRASCHINI, Não “Franchini”, como foi grafado.,.

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    Walter 14 de junho de 2020

    Salvo engano, o avião Jahu do meu conterrâneo João Ribeiro de Barros, aviador que fez a travessia do Atlântico em 1927 (Ride Gênova-Recife), era um Isotta Franchini… A conferir…

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    Edson Maia Carlos Filho 14 de junho de 2020

    E quanto ao Esplanada ? ele aparece inclusive em uma cena de um filme do Roberto Carlos, nos anos sessenta ?

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      Reinaldo Abrahão 14 de junho de 2020

      Pegando carona na sua pergunta, a Esplanada surgiu na transição da Simca para Chrysler equipada com motor Emi Sul, vida curta, e passa o bastão para Dodge Dart, Charge…
      Abraço
      Viajei em 72 com uma esplanada GTX até Punta del’este, sem transtorno

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      Lorivaldo Pinto 15 de junho de 2020

      Em 1985, Tive 1 SINCA amarela e nos aos decorrentes tive 8 carros da DKW; 3 PERUA VEMAGUETE ano 62,64 e 65, 2 BELCAR 62 e 64 e 1 FISSORE 67 painel de ouro, e 1 CANDANGO e 1 PERUA VEMAGUETE 65 transformada em uma camionete de carroceria de madeira e depois Aatualmente 2020 hoje so5 FUSCAS E PERUA KOMBI

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    Slobodamis 14 de junho de 2020

    Bem amigos do uol, e o gordini ?

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      Reinaldo Abrahão 14 de junho de 2020

      Sim, o Gordini e seu irmão Dauphine foram importantes na disputa com o Fusca, equipados com motor Renault que se torna o Corcel

      • AutoPapo
        Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

        Olá, Slobodamis e Reinaldo!
        Caros, o Gordini foi citado no texto: “Entre as marcas estabelecidas no país naqueles antigos tempos, (a Willys) era a que tinha a gama de carros mais diversificada, com os utilitários Jeep e Rural e o sedã Aero, além dos compactos Dauphine e Gordini e do esportivo Interlagos, esses últimos fruto de negociações envolvendo a francesa Renault.”
        Abraço e obrigado pelos comentários!

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    JOAO FERNANDES BARBOSA 14 de junho de 2020

    EXCELENTE REPORTAGEM

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    Paurioca 14 de junho de 2020

    Além dos ausentes, já citados em vários comentários, faltou o PRESIDENTE, o carro jamais vendido e que teve uma produção muito pequena!
    No caso da Willys, faltou o Interlagos.

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      Reinaldo Abrahão 14 de junho de 2020

      Sim, o Gordini e seu irmão Dauphine foram importantes na disputa com o Fusca, equipados com motor Renault que se torna o Corcel

      • AutoPapo
        Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

        Olá, caros!
        A matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim dos anos de 1950. O Presidente data da década seguinte, por isso não foi citado. Já o Interlagos foi mencionado no item 1, junto a outros modelos da Willys Overland: “Entre as marcas estabelecidas no país naqueles antigos tempos, (a Willys) era a que tinha a gama de carros mais diversificada, com os utilitários Jeep e Rural e o sedã Aero, além dos compactos Dauphine e Gordini e do esportivo Interlagos, esses últimos fruto de negociações envolvendo a francesa Renault.”
        Abraço e obrigado por comentar.

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    Paulo Geraldo Corrêa da 14 de junho de 2020

    Muito boa a Matéria. Há alguma possibilidade de nós informar sobre o Corcel I e II?

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, Paulo!
      Caro, o Boris Feldman publicou, há algum tempo, uma matéria por ocasião dos 50 anos de lançamento do Corcel. Você pode acessá-la aqui.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Leandro 14 de junho de 2020

    A dkw foi a mais interessante de todas: além de ser uma das primeiras, seus veículos tinham um diferencial importante hoje – pneus sem câmara e aquecedor! Um luxo ! Além disso, seus motores eram de dois tempos…É com três cilindros, vale lembrar que sustentavam serem os que 3 cilindros dois tempos equivaleriam a motores 6 cilindros 4 tempos !

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      Paulo Robisson 14 de junho de 2020

      Me parece que o mogor do DKV não era lubrificado com óleo de motor (direto no motor)…. O óleo de motor era colocado no tanque de gasolina.

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        Luiz Caelis 14 de junho de 2020

        Sim , e o sistema de arrefecimento tbm era misturado com o combustível e o lubrificante . Fluido de freio tbm , tudo no tanque de combustível , uma engenharia do futuro que fez muito sucesso.

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        Generoso 15 de junho de 2020

        Os primeiros era adicionado óleo 2 tempo Junto com o combustível. A partir de 66 foi criado o lubrimac um DEPOSITO de óleo que alimenta o combustível na proporção exata

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    Ivan Tavares Maia 14 de junho de 2020

    E a Gurgel, não entra…
    100% brasileira.
    João Amaral Gurgel, inventor do motor enetron.

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      Sandro Tenório Bento 14 de junho de 2020

      Sensacional! E muito bom relembrar as histórias destes pioneiros do automobilismo!

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      Romário Rique de Menezes 14 de junho de 2020

      Eu já ia comentar isso amigo.

      100% brasileira.

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      Juarez 16 de junho de 2020

      Complexo de vira latas. O Brasil sempre cedeu a pressão dos grandes da indústria automotiva. Destruiu o projeto Gurgel e sonho de um veículo totalmente pioneiro e nacional. Vale lembrar que o Gurgel foi o criador do veículo com baixa cilindrada. Abaixo de mil cilindrada que as multi ganharam muito dinheiro com os populares.
      A China é a Coreia andavam de cavalo quando se começou a produzir veículos no Brasil. Hoje estão anos-luz na nossa frente

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    L.Mahalhaes 14 de junho de 2020

    Esqueceram da Dodge Chrysler?

    • AutoPapo
      Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

      Olá, L.Magalhães.
      Caro, não esquecemos: é que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. A Chrysler chegou ao Brasil em 1966 e foi citada de maneira breve, a título de contextualização, por ter adquirido a Simca.
      Abraço e obrigado por comentar.

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    Cleobulo Barreto de Oliveira 14 de junho de 2020

    Matéria de altíssima importância para a história automobilística, eu adorei

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    SERGIO RENATO ZANIBONI 14 de junho de 2020

    Hj tenho 62anos quase 63, tenho muitas saudades dos potentes de minha época e gostaria de fazer uma sugestão a Fiat pela qual sou apaixonado.Que tal lançarem modelos novos com carroceria dos antigos, já que hoje todo mundo copia todos e vc só identifica o modelo quando chega perto. Pra nós os saudosistas seria maravilhoso.

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      Paula Tejando 14 de junho de 2020

      Parece adolescente dizendo que tem quase 18.

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      Timelo Rego 14 de junho de 2020

      Assiste o desenho dos Simpsons que ele projeta um carro e fali a empresa. A sua ideia é mais ou menos a ideia do Homer Simpson.

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      Jorge Roberto 14 de junho de 2020

      Parabéns pela materia. E a historia da industria automobilística nacional.

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      Daniel 14 de junho de 2020

      Se a Fiat resolvesse seguir sua sugestão e fizesse uma Panorama com mecânica e freios de Mobi, eu dormiria na fila da concessionária para garantir a minha!

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    Luiz Ambrozini 14 de junho de 2020

    MATERIAIS assim merecem aplausos! Quero mais!

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    Doc Motors Retífica de Motores 14 de junho de 2020

    Parabéns pela matéria!
    Foi muito interessante conhecer um pouco mais sobre essas empresas que deixaram saudades.

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    José 14 de junho de 2020

    É sempre bom reviver essas histórias do automobilismo. Vocês estão de parabéns.

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    Nélio R Mttos 14 de junho de 2020

    karman-Ghia, Gurgel(bem lembrado pelo Thomas), a Romi Isetta sofria muita campanha contra devido à segurança.

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    Paulo Roberto Malty 14 de junho de 2020

    Grande Aero Willys, ja saia da concessionaria batendo toda a suspençao dianteira, nao tinha quem consertasse

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    JOAO D OLIVEIRA 14 de junho de 2020

    Faltou falar da Brasinca… sediada em São Caetano do Sul, que chegou a fabricar um automóvel de nome Brasinca!

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      Reinaldo Abrahão 14 de junho de 2020

      Famoso Uirapuru, o mais veloz da época

      • AutoPapo
        Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

        Caros João e Reinaldo,
        Esclareço que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. O Uirapuru não foi citado porque foi lançado depois, já em 1964.
        Abraço e obrigado pelos comentários!

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    fã de carro antigo 14 de junho de 2020

    Faltou mencionar a WM Kombi e o Toyota Bandeirante. Iniciaram a produção antes mesmos de alguns desses veículos citados. São as mais longevas, principalmente a Kombi.
    A matéria foi parcial.

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      Marcos 14 de junho de 2020

      A fabricação do Bandeirante no Brasil foi nacionalizada a partir de maio de 1962.[1] A produção só se encerrou em novembro de 2001.[2] Nesse período, o mais longo que um mesmo modelo de automóvel já teve de produção no Brasil, foram montadas 103.750 unidades, que sobem para 104.621 se somados os Land Cruisers montados em CKD.[1][3]

      • AutoPapo
        Alexandre Carneiro 23 de junho de 2020

        Olá, Fã de Carro Antigo e Marcos.
        Caros, primeiramente, destaco que a Kombi foi citada no texto: “A Volkswagen instalou-se oficialmente no país em 1956. Até aquele ano, os produtos da empresa eram montados localmente por uma representante, a Brasmotor. Naquele ano, a multinacional começou a erguer a fábrica de Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), e, em 1957, veio o primeiro produto oficialmente nacional: a Kombi.”
        No mais, esclareço que a matéria é focada nos primeiros modelos nacionais, fabricados no fim da década de 1950. O Bandeirante não entrou por pouco, pois, como citado, foi nacionalizado em 1962.
        Abraço e obrigado pelos comentários.

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    Anderson Jocys 14 de junho de 2020

    A fábrica da Ford nunca ficou no bairro do Ipiranga e sim na Moóca.

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      juan 14 de junho de 2020

      ela ficava entre o Ipiranga e a mooca,na rua Henry Ford…alias é o fundador da Ford…

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      J. Romano 14 de junho de 2020

      São Paulo tem dessas coisas, os bairros crescem e encolhem de acordo com os interesses do mercado imobiliário, quando foi inaugurada em 1953 a Ford chamava a fabrica de Planta Ford Ipiranga, ficava na avenida Henry Ford, onde hoje fica o Mooca Plaza Shopping.

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      Marcos 14 de junho de 2020

      Na boa amigão, Moóca é mais para o lado da Radial Leste. É muito bairrismo estender a Moóca até a Rua Sólon. Sempre soube que a Ford era no Ipiranga antes de ir para SBC. Veja em http://antigosverdeamarelo.blogspot.com/2010/09/fabrica-da-ford-no-ipiranga.html

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      Marcos 14 de junho de 2020

      Olha, até aceito vc dizer que ali é a divisa dos bairros Ipiranga com Moóca e Vila Prudente. Quando enche, é sempre do outro lado. A prova cabal que lá não é Moóca é que onde está a fábrica fica o Moóca Plaza Shopping, ou seja, o mercado de shoppings adora dar o nome do bairro melhorzinho que tem nas redondezas mas nunca o bairro correto, como o Morumbi que não fica no Morumbi, sequer na avenida Morumbi ou o Alto da Boa Vista que fica em Santo Amaro, o Butantã que fica no Caxingui/Vila Sônia e por aí vai.

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    Luiz Sampaio 14 de junho de 2020

    A Willys não tinha matriz nos eua. Foram trazidas as máquinas e moldes de um fábrica fechada do Sr Kaiser( que construí os navios classe Liberty na guerra) . Os acionistas eram ele, alguns empresários brasileiros (principalmente do banco Comind) e a Renault( com cerca de 15%)Está é a explicação da produção do Dauphine e do Gordini.O projeto M(chefiado pelo eng.Klaus Zoelner) era uma adaptação do R8, também da Renault.A Ford comprou a participação de todos e fundiu as empresas.Como o projeto Já estava em fase final, com tudo pronto para a produção a Ford decidiu lançar o carro, esperando substitui- ló rapidamente.mas, seu enorme sucesso o fez ficar cerca de uma década no mercado

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    Luciano 14 de junho de 2020

    E o PUMA Cadê

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      Marcos 14 de junho de 2020

      Leia direito que foi falado. Além do mais, fala em 5 marcas iniciais….

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    ANTONIO LUIZ MIRANDA 14 de junho de 2020

    Boa matéria. Foi possível perceber que as iniciativas de criar uma indústria nacional no período de JK foram desnacionalizadas com os militares a partir de 1964. Interessante.

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    Ubirajara 14 de junho de 2020

    Puxa em pensar que eu andei de romiseta( Assim que se falava) táxi,kkkk eu minha mãe e 2 irmãos e mais o motorista,kkkk,muito legal.

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    Jose Luiz 14 de junho de 2020

    Muito boa materia. Pena que foi publicada pelo UOL. Assim chamam o regime militar de.Ville militar, o que nunca ocorreu. Tirando o UOL seria uma excellent reportagem.

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    Hil 14 de junho de 2020

    A matéria deixou de comentar sobre a Lafer, que fabricou o MP LAFER. Réplica do MG 28.
    Inglês!

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      pascal BALLAND 14 de junho de 2020

      ESTA AI EM CIMA A DIREITA , POE O OCULO KKKK

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        G M Ribeiro 14 de junho de 2020

        Você é que deveria por os óculos, e não mandar o Hil. Deve também entender a reportagem: o MP LAFER que aparece à direita não faz parte da matéria. É outro assunto. Presta atenção antes de dar palpite errado.

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        LUTZCAR 14 de junho de 2020

        Pascal -eu também vi MG em vários capítulos do Mr. Bean

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      Marcos 14 de junho de 2020

      A matéria diz claramente “5 marcas iniciais”. MP Lafer já é década de 19870 e com mecânica do fusca. veja: com mecânica da Fusca, que possuía um motor Boxer de quatro cilindros traseiro refrigerado a ar. Nos primeiros exemplares, produzidos em 1974, foi utilizado o motor VW 1500 cc, substituído pelo VW 1600 cc cerca de seis meses depois. Em 1976 já contabilizava 600 unidades vendidas.

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      Sonia Favero 15 de junho de 2020

      Faltaram marcas. A renault, como a RENAULT.

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    Clovis Joaquim 14 de junho de 2020

    Voltei ao passado vendi peças PARA TODOS ESTES CARROS ESTOU A 68 ANOS NO RAMO BOA REPORTAGEM

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      Antônio 14 de junho de 2020

      Amigo estou com saudades do Wills pois já tive uma loja que só era

      para carro da Wills

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    Orlando da Costa Tourinho Neto 14 de junho de 2020

    Se a matriz da Willys tivesse acreditado mais no Projeto M – Corcel, ela não seria vendida. O sucesso do Corcel sustentaria a fábrica e proporcionaria investimentos para reformulação do Aero, sem contar que um modelo mais simples da Renault, o 8 por exemplo, – abaixo do Corcel – poderia ser encaixado no mix. Lembrando ainda que os utilitários Pick-up Jeep – F-75 -, assim como a Rural não tinham concorrentes.

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    Marco 14 de junho de 2020

    Fiquei orgulhoso de saber que o Fusca e a Kombi sao carros brasileiros. Pensei que eram projetos europeus. E a Gurgel, cade?

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      LUTZCAR 14 de junho de 2020

      Brasileiro só o nome de Fusca – esse carro já havia há muitos anos tendo sido gerado na Alemanha. Presumo que Kombi também tenha sido gerada na Alemanha denominada como Kombinationsfahrzeug – que traduzindo significa mais ou menos como “veículo multi-uso”.

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      Anderson 14 de junho de 2020

      O Fusca tem o nome Brasileiro, porem o seu projeto foi encomendando pelo regime de Hittler

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        Marcos 14 de junho de 2020

        Fusca é apelido. No Brasil, a origem do nome Fusca está relacionada com a pronúncia alemã da palavra Volkswagen. O fonema da letra V em alemão é algo como “fau” e o W é “vê”, ao abreviar a palavra Volkswagen para VW, os alemães falavam “fauvê”. … A abreviação alemã “fauvê” logo se transformaria em “fulque” e “fulca”.

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      Marcos 14 de junho de 2020

      Amigo, faz isso não. O Fusca foi criado na alemanha nazista e a Kombi existe no mundo inteiro, até no oriente médio. De onde vc tirou essa ideia?

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      Nelson 15 de junho de 2020

      Ambos são projetos alemães amigo Ferdinand Porsche criador do Fusca, quanto a Kombi é um projeto de engenheiros alemães. (Estou me referindo ao fusca e a Kombi).

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    William Gladstone de Freitas Machado 14 de junho de 2020

    Boa reportagem voltei ao passado. Bons tempos.

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    Ari Frota Teixeira 14 de junho de 2020

    Vocês esqueceram do único fabricante realmente brasileiro , a Gurgel

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      LUTZCAR 14 de junho de 2020

      Triste esquecer do conhecido Gurgel – fábrica em Rio Claro – produziu perto de 30.000 veículos , incluindo os utilitários

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        Marcos 14 de junho de 2020

        Primeiro que a matéria é 5 marcas iniciais. Gurgel? Depois, triste lembrança a sua. Financiado pelos militares, dinheiro público, verdadeiros lixos de fibra de vidro em cima de chassi VW (para quê?) e mesmo assim acabou falindo. A prova da incompetência brasileira na industrialização. Em quase 20 anos produziu o que se produz em uma semana a indústria automobilística no seu auge.

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      Marcos 14 de junho de 2020

      Olha, a matéria fala sobre 5 marcas iniciais. Gurgel era um protótipo de carro com motor de fusca, financiado pelos militares na década de 1970.

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    Fabiana Oliveira 14 de junho de 2020

    Faltou citar a GURGEL, fábrica 100% brasileira que encerrou suas atividades em setembro de 1996.

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      RUBENS QUEIROZ 14 de junho de 2020

      o título é as 5 primeiras que não existem mais no país. A Gurgel veio depois.

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      Paula Tejando 14 de junho de 2020

      Inacreditável alguém achar que a Gurgel era uma indústria automobilistica. Compra chassi da VW e coloca uma carroceria horrivel quadrada e de fibra de vidro e vende como carro. Era só comprar o carro original da VW que dava mais certo.

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      Murilo 15 de junho de 2020

      Gurgel faliu graças ao capitão do mato Ciro Gomes, todas as máquinas para linha de montagem já estavam no galpão em Acarape Ceará, e o então governador cancelou os incentivos fiscais.

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    Thomas 14 de junho de 2020

    Faltou a Gurgel

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      Cleiber 14 de junho de 2020

      Também não foi citado o SM Santa Matilde, fabricado em Três Rios, RJ

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        Marcos 14 de junho de 2020

        A matéria é clara> 5 marcas iniciais. Protótipos apareceram aos montes no Brasil e nada tem a ver com a matéria. Poderiam até falar dessas aberrações que criaram no Brasil como Gurgel, Miúra, Dacon, Santa Matilde, Souza Ramos e por aí val. Verdadeiros lixos.

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    Irineu 14 de junho de 2020

    O nome da empresa Isotta Fraschini está grafada franchini. A Ford começou montagem na R. Florêncio de Abreu, e GM iniciou em galpão na Av. Pres. Wilson, Ambas em São Paulo.

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    Luiz 14 de junho de 2020

    Parabéns pela matéria

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    Giovan Trindade 14 de junho de 2020

    ótima matéria, parabéns!!!!!

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      Carlos A. G. Sanches 14 de junho de 2020

      Acho que o Gordini também ficaria nessa relação

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    laerte francisco rosolem 14 de junho de 2020

    shou!!!
    continue assim…

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      Carlos A. G. Sanches 14 de junho de 2020

      Penso que faltou o Gordini!

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